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ATUALIZADO EM: 21/05/2019
GOVERNO DE ALAGOAS
SECRETARIA DA FAZENDA

Lei6285 DE 23 DE Janeiro DE 2002

INSTITUI A LEI ORGÂNICA DO GRUPO OCUPACIONAL TRIBUTAÇÃO E FINANÇAS, ESTABELECE O SEU REGIME JURÍDICO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS 

Faço saber que O Poder Legislativo Estadual decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 

TÍTULO I

DA INSTITUIÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO GRUPO OCUPACIONAL TRIBUTAÇÃO E FINANÇAS DO ESTADO 

 Art. 1.º Esta Lei organiza o Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, estabelece sua estrutura, quantitativo de cargos, atribuições, deveres, responsabilidades e regime jurídico de seus integrantes, por determinação do art. 31 do Ato das Disposições Transitórias da Constituição do Estado de Alagoas, assim como disciplina o exercício da precedência da administração fazendária, segundo o disposto no art. 47, inciso IX, da Constituição Estadual. 

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS

SEÇÃO I

DOS FUNDAMENTOS GERAIS 

 Art. 2.º O Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é formado pelos SUBGRUPOS FISCALIZAÇÃO, ARRECADAÇÃO e FINANÇAS.

Art. 2º O Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é formado por 02 (dois) Subgrupos:

I – FISCALIZAÇÃO; e

II – FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO. (NR)

* Nova redação dada ao artigo 2º pelo inciso I do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

Parágrafo único. Os cargos dos SUBGRUPOS são organizados em classes, sendo que a estrutura, os quantitativos, a escolaridade exigida para o ingresso e as linhas de promoção são as constantes nesta Lei. 

 Art. 3º O provimento, a vacância e o exercício dos cargos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, bem como o vencimento, as vantagens, as garantias, os direitos , as prerrogativas e os deveres são regulados por esta Lei. 

 Art. 4º Os cargos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças são de provimento efetivo e aos seus titulares, na conformidade de suas atribuições, compete:

I - SUBGRUPO FISCALIZAÇÃO: o exercício pleno das atividades fiscais em estabelecimentos, entidades e fiscalização em trânsito sobre mercadorias e serviços, assim como em qualquer situação que se relacione direta ou indiretamente com hipóteses de incidência dos tributos de competência estadual;

II - SUBGRUPO ARRECADAÇÃO: o acompanhamento e controle dos processos e sistema de arrecadação da receita tributária, seu recolhimento e classificação;

III- SUBGRUPO FINANÇAS: as atividades de planejamento, coordenação, controle e de execução, relativas aos assuntos orçamentários, financeiros, contábeis e patrimoniais.

Art. 4º Os cargos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças são de provimento efetivo e aos seus titulares, na conformidade de suas atribuições, compete:

I – Subgrupo FISCALIZAÇÃO: o exercício pleno das atividades fiscais em estabelecimentos, entidades e fiscalização em trânsito sobre mercadorias e serviços, assim como em qualquer situação que se relacione direta ou indiretamente com hipóteses de incidência dos tributos de competência estadual; e

II – Subgrupo FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO: o planejamento, a coordenação, o controle e a execução dos processos de arrecadação da receita tributária, seu recolhimento e classificação; e as atividades relativas aos assuntos orçamentários, financeiros, contábeis e patrimoniais. (NR)

* Nova redação dada ao artigo 4º pelo inciso II do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18. 

SEÇÃO II

DA PRECEDÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA 

 Art. 5º A precedência da administração fazendária, exercida por seus servidores fiscais, no cumprimento de suas funções, sobre os demais setores administrativos estaduais, de que tratam o inciso XVIII, do art. 37, da Constituição Federal e o inciso IX, do art. 47, da Constituição do Estado de Alagoas, expressa-se:

I - na preferência quando da destinação de recursos orçamentários; 

II - em examinar, preferencialmente, os livros, documentos e outros efeitos fiscais dos sujeitos passivos, quando convergirem ou conflitarem ações conjuntas ou concomitantes entre agentes do poder público do Estado; 

III - na priorização da instrução do processo fiscal, relativamente a documentos, papéis, livros e outros efeitos fiscais, no caso de procedimentos administrativos concorrentes;

IV - na primazia, legalmente assegurada aos procedimentos fiscais, para apuração e lançamento dos créditos tributários. 

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURAÇÃO FUNCIONAL

SEÇÃO I

DO QUADRO EFETIVO 

Art. 6º O quadro efetivo do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças  criado por esta lei  é de 730 (setecentos e trinta)  cargos fazendários, estando subdividido como segue:

I - Subgrupo Fiscalização: 580 (quinhentos e oitenta) cargos;

II - Subgrupo Arrecadação: 100 (cem) cargos;

III - Subgrupo Finanças: 50 (cinqüenta) cargos.

Art. 6º O quadro efetivo do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, criado por esta Lei, é de 570 (quinhentos e setenta) cargos fazendários, estando subdividido como segue:
I - Subgrupo Fiscalização: 420 (quatrocentos e vinte) cargos;
II - Subgrupo Arrecadação: 100 (cem) cargos;
III - Subgrupo Finanças: 50 (cinqüenta) cargos;
* Nova redação dada ao caput do art. 6º e seus incisos pela Lei nº 6.563/05.

Art. 6º O quadro efetivo do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, criado por esta Lei, é de 570 (quinhentos e setenta) cargos fazendários, estando subdividido como segue:

I – Subgrupo FISCALIZAÇÃO: 420 (quatrocentos e vinte) cargos; e

II – Subgrupo FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO: 150 (cento e cinquenta) cargos. (NR)

* Nova redação dada ao artigo 6º pelo inciso III do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

§ 1º. Ocorrendo a vacância acima de 20% (vinte por cento) dos cargos do nível inicial de cada Subgrupo, deverá ser realizado concurso público para o preenchimento das vagas existentes, a fim de que sejam  mantidos os contingentes fixados nesta desta  Lei, por decisão do Chefe do Poder Executivo, observado os limites de pessoal estabelecidos na Lei complementar Federal de nº 101/2000.

§ 1º Ocorrendo a vacância acima de 5% (cinco por cento) dos cargos de cada subgrupo, poderá ser realizado concurso público para o preenchimento das vagas existentes, no respectivo subgrupo, a fim de que sejam mantidos os contingentes fixados nesta Lei, observado os limites de despesa com pessoal fixados na Lei Complementar Federal de nº 101/2000.

*Nova redação dada ao §1º do art. 6º pela Lei n.º 6.949/08.
§ 2º. O grau de escolaridade exigido para o ingresso nos cargos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é de nível superior.
§ 3º O Estado manterá o número de 220 (duzentos e vinte) Fiscais de Tributos Estaduais ativos nos níveis I e II.
* § 3º do art. 6º acrescentado pela
Lei nº 6.563/05.

*§3º do art. 6º revogado pelo art. 9º da Lei n.º 6.949/08. 

SEÇÃO II

DOS SUBGRUPOS 

 Art. 7ºO Grupo Ocupacional Tributação e Finanças tem a seguinte composição:  

I - Subgrupo FISCALIZAÇÃO

CLASSE

NÍVEL

QUANT. DE CARGOS

FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS - FTE

I

220

FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS - FTE

II

160

FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS - FTE

III

120

FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS - FTE

IV

80

 

CLASSE

NÍVEL

QUANT. DE CARGOS

FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS - FTE

I

60

FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS - FTE

II

160

FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS - FTE

III

120

FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS - FTE

IV

80

* Nova redação dada ao inciso I do art. 7º pelaLei nº 6.563/05.

II - Subgrupo ARRECADAÇÃO

CLASSE

NÍVEL

QUANT. DE CARGOS

AGENTE CONTROLADOR DE ARRECADAÇÃO - ACA

I

35

AGENTE CONTROLADOR DE ARRECADAÇÃO - ACA

II

32

AGENTE CONTROLADOR DE ARRECADAÇÃO - ACA

III

22

AGENTE CONTROLADOR DE ARRECADAÇÃO - ACA

IV

11

 III - Subgrupo FINANÇAS

CLASSE

NÍVEL

QUANT. DE CARGOS

TÉCNICO EM FINANÇAS - TF

I

20

TÉCNICO EM FINANÇAS - TF

II

15

TÉCNICO EM FINANÇAS - TF

III

10

TÉCNICO EM FINANÇAS - TF

IV

05

Art. 7º O Grupo Ocupacional Tributação e Finanças tem a seguinte formação: 

I - Subgrupo FISCALIZAÇÃO: 

CLASSE

NÍVEL

QUANT. CARGOS

Fiscal de Tributos

Estaduais – FTE 

I

 

120

Fiscal de Tributos 

Estaduais – FTE 

II

 

110

 

Fiscal de Tributos 

Estaduais – FTE 

III

 

100

Fiscal de Tributos 

Estaduais – FTE

IV

 

90

 

II – Subgrupo FINANÇAS: 

CLASSE

NÍVEL

QUANT. CARGOS

Técnico em 

Finanças – FTE 

I

 

14

 

Técnico em 

Finanças – FTE 

II

 

13

 

Técnico em 

Finanças – FTE 

III

 

12

 

Técnico em 

Finanças – FTE 

IV

 

11

 

III – Subgrupo ARRECADAÇÃO: 

CLASSE 

NÍVEL 

QUANT. CARGOS 

Agente Controlador de Arrecadação – ACA

I

 

28

 

Agente Controlador de 

Arrecadação – ACA 

II

 

26

 

Agente Controlador de 

Arrecadação – ACA 

III

 

24

 

Agente Controlador de 

Arrecadação – ACA 

IV

 

22

 

*Nova redação dada ao art. 7º pela Lei n.º 6.949/08. 

Art. 7º O Grupo Ocupacional Tributação e Finanças organiza-se nos cargos a seguir, em classe única, subdividindo-se em padrões para progressão horizontal com a seguinte formação:

I – Subgrupo FISCALIZAÇÃO:

CARGO

CLASSE

PADRÃO

Auditor Fiscal da Receita Estadual – AFRE

Única

I

II

III

IV

V

VI

VII

VIII

 

II – Subgrupo FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO:

CARGO

CLASSE

PADRÃO

Auditor de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda Estadual – AFCA

Única

I

II

III

IV

V

VI

VII

VIII

 (NR)

* Nova redação dada ao artigo 7º pelo inciso IV do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.


CAPÍTULO III

DOS DIREITOS, DAS GARANTIAS, DAS PRERROGATIVAS E DAS ATRIBUIÇÕES

SEÇÃO I

DOS DIREITOS E GARANTIAS 

Art. 8º Aos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças são assegurados:

I - a garantia de designação para tarefas próprias, somente fundamentada em razão de interesse do serviço, devidamente justificada, respeitadas as normas incidentes;

II -  a garantia de remuneração integral ou proporcional nas hipóteses previstas em Lei, inclusive no caso de participação:

a) em comissão relativa a processo administrativo disciplinar;

b) no Conselho Tributário Estadual; e

c) em serviços relativos à dívida ativa do Estado de Alagoas.

III - os demais direitos e garantias dos servidores públicos civis do Estado de Alagoas previstos na Lei nº 5.247/1991. 

SEÇÃO II

DAS PRERROGATIVAS FUNCIONAIS 

 Art. 9º Aos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças - Subgrupo FISCALIZAÇÃO - são asseguradas as seguintes prerrogativas funcionais:

I - portar carteira funcional, com autorização permanente para o porte de arma de defesa pessoal, expedida com as assinaturas do Secretário de Estado da Fazenda e do Secretário de Estado de Defesa Social, segundo modelo aprovado em regulamento, com validade em todo o território alagoano, conforme Lei Estadual; 

I - portar carteira funcional, com autorização permanente para o porte de arma de defesa pessoal, expedida pela Polícia Federal, nos termos da Lei nº 10.826/03 - Estatuto do Desarmamento; (NR) 

* Nova redação dada ao inciso I do art. 9º pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

II - requisitar o apoio das autoridades policiais e administrativas estaduais e municipais com o objetivo de assegurar o pleno exercício de suas atribuições; 

III - solicitar, através da Procuradoria Geral do Estado, o apoio das autoridades judiciais para busca e apreensão de mercadorias, livros e documentos que considere necessários à instrução de procedimentos fiscais; 

IV - outras que lhes conferir a legislação específica. 

Parágrafo Único. Os integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças poderão desenvolver função de natureza interna, desde que relacionada a atividades de assessoramento, julgamento, consultoria e correição. 

Parágrafo Único. Os integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças poderão desenvolver função de natureza interna, desde que relacionada a atividades de assessoramento, julgamento, consultoria e correição, dentro de suas  atribuições previstas nesta lei. (NR) 

* Nova redação dada ao parágrafo único do art. 9º pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

SEÇÃO III

DAS ATRIBUIÇÕES 

 Art. 10. É competência dos integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO, em relação aos trabalhos de fiscalização e aprimoramento da Administração Tributária: 

I - efetuar, privativamente, o lançamento de ofício dos créditos tributários, inclusive em relação a multas, juros e respectiva atualização monetária; 

II - lavrar Intimações Fiscais, Autos de Infração, Termos de Apreensão, Termos de Ocorrência, Termos de Início e Encerramento de Verificação Fiscal e qualquer outro instrumento formal pertinente à ação fiscal; 

III - conferir livros e documentos dos sujeitos passivos;  

IV - instruir Processos Administrativos Fiscais e emitir parecer sobre matéria tributária, sem prejuízo das atribuições legais da Procuradoria Geral do Estado. 

V - exercer a fiscalização com relação aos feitos praticados pelos sujeitos passivos, cadastrados ou não;  

VI - examinar comprovantes de entrada e saída de mercadorias, de prestação de serviços de transportes e de comunicação, verificando a regularidade da documentação pertinente; 

VII - elaborar e apresentar relatório das atividades de fiscalização exercidas, dentro das exigências regulamentares pertinentes; 

VIII - apresentar sugestões e, quando solicitado, elaborar planos que visem a melhorar a ação fiscal, a proficuidade da arrecadação e a orientação aos sujeitos passivos. 

IX - apresentar informações e contestações à defesa e recursos em processo Administrativo Fiscal; 

X- exercer suas atividades na capital e/ou no interior do Estado, sem prejuízo das disposições do inciso I, "c" do artigo 34 desta lei. 

XI - coligir, examinar, selecionar e preparar os elementos necessários à fiscalização sobre pessoa física ou jurídica que pratique atividade da qual decorra incidência de tributos de competência do Estado; 

XII - analisar a escrita fiscal e contábil do sujeito passivo, balanços, respectivas contas, estoques e proceder o que mais julgue interessar à ação fiscal; 

XIII - quando designado, manter entendimentos necessários ao exercício da ação fiscalizadora dos tributos estaduais, em repartições públicas federais, estaduais e municipais, autarquias e fundações; 

XIV - cumprir tarefas específicas determinadas pela Administração Fazendária em qualquer outra unidade da Federação; 

XV - cumprir escalas de plantão em postos fiscais, efetuar volantes e diligências fiscais, e demais operações específicas de fiscalização em trânsito; 

XVI - nos postos fiscais, fixos ou móveis, volantes e nas diligências fiscais, examinar mercadorias  e serviços e a documentação correlata; 

XVII  - fiscalizar o embarque, o desembarque, a entrada e a saída de mercadorias ou bens;  

XVIII - nos estritos termos da legislação tributária, efetuar a cobrança de tributos estaduais e de penalidades pecuniárias previstas em lei;   

XIX - cumprir tarefas relacionadas com operações de fiscalização em trânsito sobre mercadorias e serviços, determinadas pela administração fazendária em qualquer outra unidade da Federação; 

XX - desempenhar as demais atribuições relacionadas com operações de fiscalização em trânsito sobre mercadorias e serviços, nos termos da Legislação Tributária Estadual; 

XXI- exercer atividades de fiscalização em trânsito sobre mercadorias e serviços; 

XXII - desempenhar as demais atribuições que se relacionem com as atividades de fiscalização de tributos estaduais, nos termos da legislação

§ 1º -  Sem prejuízo do disposto no artigo 34, inciso II, os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO - FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS, níveis l e II, são subordinados ao Núcleo de Mercadorias em Trânsito. 

§ 1º -  Sem prejuízo do disposto no artigo 34, inciso II e no parágrafo 2º deste artigo, os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO - FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS, níveis I e II, são subordinados à Diretoria de Mercadorias em Trânsito, podendo , no entanto, serem designados, por ato do Secretário Adjunto da Receita Estadual, para exercerem atividades em outros setores de sua competência. (NR) 

* Nova redação dada ao § 1º do art. 10 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

§ 2º - O lançamento dos créditos tributários de que trata o inciso I deste artigo, relativamente aos Fiscais de Tributos Estaduais níveis I e II,  será sempre e exclusivamente decorrente das atividades de fiscalização em trânsito sobre mercadorias, serviços e diligências fiscais.  

§ 2º - O lançamento dos créditos tributários de que trata o inciso I deste artigo, relativamente aos Fiscais de Tributos Estaduais níveis I e II,  será sempre decorrente das atividades de fiscalização em trânsito sobre mercadorias e serviços ou de outras decorrentes de diligências fiscais determinadas pelo Secretário Adjunto da Receita Estadual. (NR)  

* Nova redação dada ao § 1º do art. 10 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

§ 3º - Em relação aos trabalhos de fiscalização em trânsito sobre mercadorias e serviços de que trata o inciso XXI deste artigo, ficam excluídos os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO - Fiscal de Tributos Estaduais, nível IV, exceto quando solicitado pelo servidor.

§ 3º Os integrantes do Subgrupo Fiscalização, promovidos para Nível III, permanecerão lotados na Diretoria de Mercadorias em Trânsito até que sejam providos os cargos vagos nos Níveis I e II da Carreira.

*Nova redação dada ao §3º do art. 10 pela Lei n.º 6.949/08.

§ 4º O total dos cargos do Nível I de qualquer um dos subgrupos poderá ser acrescido, exclusivamente, quando a vacância de que trata o § 1º do art. 6º for superior ao número de vagas existentes nos Níveis I de cada subgrupo.

*§4º do art. 10 acrescentado pela Lei n.º 6.949/08. 

Art. 10. O Auditor Fiscal da Receita Estadual – AFRE, autoridade incumbida da constituição do crédito tributário pelo lançamento, tem, em caráter privativo e indelegável, as seguintes atribuições:

I – constituir, mediante lançamento, o crédito tributário referente aos tributos estaduais, inclusive em relação a multas, juros e respectiva atualização monetária, bem como os demais atos administrativos necessários à sua liquidação e certificação;

II – elaborar, decidir, instruir e apresentar contestação à defesa e recurso, de forma individual ou colegiada, em processo administrativo tributário, bem como em processos de consulta, restituição ou compensação de tributos e de reconhecimento de benefícios fiscais;

III – executar e planejar todos os procedimentos relativos à fiscalização, praticando os atos definidos na legislação específica, inclusive os relacionados à apreensão de mercadorias, livros e documentos, ainda que mantidos em meio digital, materiais, equipamentos e assemelhados;

IV – examinar a contabilidade e demais registros de pessoas jurídicas ou equiparadas, pessoas físicas, órgãos, entidades, fundos e demais contribuintes, não se lhes aplicando as restrições previstas nos arts. 1.190 a 1.192 da Lei Federal nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que institui o Código Civil, e observado o disposto no art. 1.193 do mencionado diploma legal;

V – emitir despacho técnico acerca da interpretação e integração da legislação tributária estadual para o público interno e externo;

VI – coordenar e supervisionar a realização de busca e apreensão de bens, valores, mercadorias, documentos, inclusive mantidos em meio digital, e outros elementos de interesse fiscal ou disciplinar, bem como lacrações, quando necessário;

VII – desempenhar as atividades inerentes ao gerenciamento das informações econômico-fiscais; e

VIII – desempenhar as demais atribuições que se relacionem com as atividades de fiscalização de tributos estaduais, nos termos da legislação. (NR)

*Nova redação dada ao artigo 10 pelo inciso V do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 11. Aos integrantes do Subgrupo ARRECADAÇÃO - AGENTE CONTROLADOR DE ARRECADAÇÃO, níveis I a IV, compete classificar e controlar a receita tributária em conformidade das normas vigentes desenvolvendo as seguintes atividades: 

I -  operar e manter atualizado o Sistema informatizado de arrecadação; 

I -  desenvolver, dar suporte, operar e manter atualizado os sistemas informatizados da Secretaria Executiva de Fazenda; (NR) 

* Nova redação dada ao inciso I do art. 11 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

II- proceder acompanhamento de informações bancárias e declarações do contribuinte, em relação ao movimento da arrecadação de tributos; 

III- preparar e compatibilizar com a área de informática da SEFAZ a disponibilização de informações de arrecadação na Internet e intranet; 

IV-  participar da definição, testes, simulação e implantação de programas e aplicações implementados, referentes ao controle da arrecadação; 

V-  cadastrar usuários para acesso a consultas do sistema de arrecadação e demais módulos interligados ao mesmo; 

VI- realizar levantamentos, pesquisas e trabalhos de entrevistas no meio usuário com vistas a planejamento e otimização das informações de arrecadação; 

VII- elaborar e disponibilizar aos usuários, normas e padrões técnicos para utilização das informações do sistema de arrecadação; 

VIII- realizar levantamentos e estudos constantes com vistas a definir as necessidades de treinamentos do meio usuário; 

IX- elaborar relatórios estatísticos e gerenciais com informações de arrecadação, através das ferramentas disponibilizadas pela SEFAZ. 

X -   registrar e controlar os créditos tributários lançados e suas extinções; 

XI  - prestar informações à fiscalização e ao público, quando solicitadas; 

XII - desempenhar atividades inerentes ao controle da arrecadação dos créditos     tributários estaduais  

XIII -  exercer suas atividades na Capital e/ou no interior do Estado, no âmbito da Coordenadoria de Administração Tributária; 

XIII -  exercer suas atividades na Capital e/ou no interior do Estado, no âmbito da Secretaria Adjunta da Receita Estadual; (NR) 

* Nova redação dada ao inciso XIII do art. 11 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

XIV - verificar as informações prestadas pelos contribuintes, providenciando seus acertos e solicitando informações complementares, quando necessário; 

XV- efetuar procedimentos relativos ao processamento,  alteração, cancelamento, redução, parcelamento, e anistia de valores relativos a pagamento de tributos; 

*Art. 11 revogado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

Art. 11-A. O Auditor de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda Estadual – AFCA, autoridade incumbida do controle de arrecadação e finanças, tem as seguintes atribuições:

I – desempenhar atividades inerentes à gestão da tecnologia da informação e comunicação no âmbito da SEFAZ;

II – proceder o acompanhamento de informações e créditos bancários, em relação à movimentação da arrecadação de tributos;

III – elaborar relatórios estatísticos e gerenciais com informações de arrecadação, financeiras e contábeis, por meio das ferramentas disponibilizadas pela SEFAZ;

IV – desempenhar as atividades inerentes ao controle da arrecadação dos créditos tributários estaduais, inclusive o controle e a gestão dos contratos bancários e de outros agentes relacionados à arrecadação destes créditos;

V – planejar, supervisionar, coordenar, orientar e analisar a execução, no âmbito do órgão central do Sistema de Contabilidade Estadual, das atividades de registro, tratamento, controle e acompanhamento das operações patrimoniais e contábeis relativas à administração orçamentária, financeira e patrimonial do Estado, com vistas à elaboração do balanço geral do Estado e demais demonstrações e relatórios contábeis do setor público estadual;

VI – desempenhar as atividades inerentes ao controle dos créditos tributários lançados, inclusive os procedimentos relativos ao processamento, retificação, cancelamento, redução, parcelamento, anistia e restituição de valores relativos a pagamentos de tributos;

VII – planejar, supervisionar, coordenar, orientar e analisar a execução, no âmbito do órgão central do Sistema de Administração Financeira Estadual, dos programas, projetos e atividades desenvolvidas pela Administração Pública Estadual, Direta e Indireta, verificando a sua adequação e correspondência aos recursos financeiros aplicados, da programação financeira visando ao atendimento às prioridades do Estado, da administração de direitos e haveres, de garantias e de obrigações de responsabilidade do Tesouro Estadual;

VIII – acompanhar, controlar e orientar a execução da dívida pública interna e externa de responsabilidade direta ou indireta do Tesouro Estadual;

IX – pesquisar e desenvolver estudos econômico-financeiros sobre a viabilidade de financiamento do setor público propondo alternativas de endividamento;

X – acompanhar o pontual recolhimento aos cofres do Tesouro Estadual ou a observância da exata destinação dos dividendos e outras receitas atribuídas ao Estado, previstos pela legislação;

XI – controlar e acompanhar os ingressos e desembolsos decorrentes da execução de convênios firmados pelos órgãos da administração direta ou indireta do Estado;

XII – acompanhar as atividades econômico-financeiras das empresas públicas, sociedades e outros organismos de cujo capital o Tesouro Estadual participe, direta ou indiretamente, e proceder, anualmente, ao levantamento da contabilidade dos dividendos por ele produzidos no exercício e sua respectiva destinação, bem como efetuar a análise qualitativa das isenções e subsídios fiscais concedidos a essas entidades;

XIII – realizar projeções dos compromissos decorrentes de empréstimos ou de outras obrigações por contrato ou títulos, com vistas à programação financeira, ao orçamento anual e ao plano plurianual do Estado; e

XIV – desempenhar as demais atribuições que se relacionem com as atividades de finanças, arrecadação e tecnologia da informação, nos termos da legislação. (AC)

*Art. 11-A acrescentado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 12. Aos integrantes do Subgrupo FINANÇAS - TÉCNICO EM FINANÇAS compete, genericamente, em relação aos trabalhos de auditoria financeira e contábil, as seguintes atividades: 

I - controlar e acompanhar a dívida pública interna e externa por contrato de responsabilidade do Estado;  

II - controlar e acompanhar os ingressos e desembolsos decorrentes da execução de convênios firmados pelos órgãos da administração direta ou indireta do Estado; 

III - realizar projeções dos compromissos decorrentes de empréstimos ou de outras obrigações por contrato ou títulos, com vistas à programação financeira, ao orçamento anual e ao plano plurianual do Estado; 

IV - elaborar relatórios e gerar informações sistematizadas sobre a dívida pública, para os órgãos federais, estaduais, municipais e convenentes; 

V - proceder a estudos e projeções de receitas orçamentárias, considerando o desempenho de cada fonte, com vistas à programação financeira, ao orçamento anual e ao plano plurianual; 

VI - analisar, em conformidade com a legislação vigente, toda documentação de prestação de contas dos realizadores de despesa, emitindo certificados de regularidade e boletins das exigências pertinentes; 

VII - proceder a orientação técnica em matéria de prestação de contas aos órgãos da administração direta e indireta e às entidades subvencionadas; 

VIII - auxiliar no desenvolvimento de estudos e pesquisas na área financeira; 

IX - auxiliar no desenvolvimento de métodos, processos, tecnologia de planejamento e monitoração de atividades financeiras e orientar sua implementação e aplicação; 

X - emitir parecer prévio sobre a viabilidade de operação de crédito de responsabilidade direta ou indireta do Estado, sobre os aspectos creditícios da operação, nível de endividamento e sua capacidade de pagamento; 

XI - proceder as pesquisas econômico-financeiras sobre fontes de financiamento do setor público e propor alternativas de endividamento;

XII - acompanhar e analisar a execução da programação financeira visando um melhor atendimento às prioridades de ação do governo e à compatibilização dos dispêndios com o comportamento do ingresso de recursos na Fazenda Estadual; 

XIII - acompanhar e analisar, mensalmente, as despesas realizadas pelas Secretarias de Estado, sugerindo medidas para melhor distribuição e mais rápida aplicação dos recursos disponíveis; 

XIV - orientar os órgãos e entidades da administração pública estadual, direta ou indireta, inclusive fundações, no cumprimento das exigências legais e técnicas, tendo em vista obter eficiência operacional e controle interno; 

XV - analisar a execução dos programas, projetos e atividades desenvolvidas pela administração pública estadual, inclusive fundações, verificando a sua adequação e correspondência aos recursos financeiros aplicados; 

XVI - participar na implantação de novos sistemas organizacionais, gerenciais e operacionais, bem como de sistemas de informatização e automação de processos, afetos à sua área;  

XVII - elaborar  o plano de contas a ser observado pelos órgãos da Administração Direta e opinar sobre o plano de contas da administração indireta; 

XVIII - executar a contabilidade geral do Estado; 

XIX - elaborar a prestação de contas que o Governador do Estado deve apresentar à Assembléia Legislativa; 

XX - acompanhar as atividades econômico-financeiras das empresas públicas, sociedades e outros organismos de cujo capital o Tesouro Estadual participe, direta ou indiretamente; 

XXI - acompanhar o pontual recolhimento aos cofres do Tesouro Estadual ou a observância da exata destinação dos dividendos e outras receitas atribuídos ao Estado, previstos pela legislação; 

XXII - proceder, anualmente, ao levantamento da contabilidade, do capital investido pelo Estado nas entidades referidas no inciso XX deste artigo, dos dividendos por ele produzidos no exercício e sua respectiva destinação, bem como efetuar a análise qualitativa das isenções e subsídios fiscais concedidos a essas entidades; 

XXIII - emitir parecer prévio ao Coordenador de Administração Financeira do Estado, nos casos de subscrição ou aquisição de ações de capitais por parte de Estado, bem como nos de alienação ou transferência das que já lhe pertençam; 

XXIII - emitir parecer prévio ao Secretário Adjunto do Tesouro Estadual, nos casos de subscrição ou aquisição de ações de capitais por parte de Estado, bem como nos de alienação ou transferência das que já lhe pertençam. (NR) 

* Nova redação dada ao inciso XXIII do art. 12 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

XXIV - executar outras tarefas correlatas que lhes forem determinadas pela autoridade fazendária competente, e 

XXV - outras atividades correlacionadas previstas em regulamento. 

*Art. 12 revogado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

CAPÍTULO IV

DOS DEVERES, DAS PROIBIÇÕES, DA ÉTICA E DAS CORREIÇÕES

SEÇÃO I

DOS DEVERES 

 Art. 13. São deveres  dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças: 

I - cumprir a legislação pertinente e, nesse sentido, informar e orientar as pessoas  físicas e jurídicas; 

II - cumprir o horário de trabalho a que for legalmente submetido;  

III - desempenhar com zelo, diligência e presteza as atribuições do cargo; 

IV - zelar pela regularidade e celeridade dos expedientes em que intervenha em razão de suas atribuições;  

V - manter a sua coleção de leis, decretos, regulamentos, instruções, ordens de serviço e demais normas complementares, fornecida, obrigatoriamente, pela administração fazendária, visando sua atualização em conhecimentos profissionais pertinentes ao exercício do cargo; 

VI - encaminhar aos órgãos e às autoridades competentes, a documentação referente às atividades desenvolvidas em razão do cargo;  

VII - dar ciência ao superior hierárquico imediato do seu afastamento do local de trabalho durante o expediente; 

VIII - colaborar com a Procuradoria Geral do Estado e com o Ministério Público, no resguardo dos interesses da Fazenda Estadual; 

IX - identificar-se funcionalmente, sempre que necessário; 

X - levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver conhecimento, em razão do cargo ou da função ocupada; 

XI - zelar pela economia do material e conservação do patrimônio do Estado, responsabilizando-se pelo que lhes for confiado à guarda ou utilização, denunciando à autoridade competente qualquer dano causado por terceiros; 

XII - declarar-se suspeito ou impedido, nos termos da lei, comunicando o fato, por escrito, imediatamente, ao seu superior hierárquico; 

XIII - comunicar, antecipadamente, ao superior imediato a impossibilidade de comparecimento ao serviço, salvo em caso de força maior. 

SEÇÃO II

DAS PROIBIÇÕES 

 Art. 14. Além das proibições de ordem geral a que estão submetidos os servidores públicos civis, aos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é vedado o exercício de outra atividade pública ou privada, na forma seguinte: 

I - exercida na qualidade de empregado, mandatário ou representante de empresas, salvo como representante em cooperativas instituídas pela própria categoria; 

II - decorrente de participação em diretoria, gerência, administração, conselho técnico ou consultivo de empresa comercial, industrial ou de prestação de serviço, exceto como acionista, sócio quotista ou comanditário; 

III - resultante de função ou mandato em sociedade civil ou fundação, salvo a que não distribua lucro e cujo trabalho seja não remunerável e compatível com o exercício normal das atividades do cargo público; 

IV - que se identifique com o exercício de direção e/ou participação em conselho de empresa fornecedora ou que realize qualquer modalidade de contrato com o Estado; 

V - exercer qualquer atividade que seja incompatível com exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho. 

Parágrafo único. Inclui-se nas proibições de que trata este artigo, delegar ou transferir, com ou sem dispêndio pecuniário, a servidor ou terceiro, tarefa ou parte de trabalho de sua exclusiva responsabilidade e competência.  

Art. 15. É vedado aos integrantes do Subgrupo Fiscalização, exercerem ação fiscalizadora em estabelecimento pertencente ao cônjuge ou companheiro e a qualquer de seus parentes até 3º grau, em linha ascendente, descendente ou colateral. 

SEÇÃO III

DA ÉTICA FUNCIONAL  

Art. 16. No resguardo da sua respeitabilidade e da dignidade do cargo, cumpre ao integrante do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças: 

I - manter espírito de cooperação e solidariedade com os seus colegas de trabalho;

 II - manter conduta compatível com a dignidade do cargo, nos atos de sua vida pública e privada, zelando por sua respeitabilidade pessoal, pelo prestígio da classe e da unidade em que tenha exercício; 

III - dispensar, no exercício do cargo, respeito e consideração  devidos à dignidade da pessoa humana; 

IV - manifestar-se, no exercício de suas funções ou em qualquer ato público, de forma compatível com o cargo que exerce; 

V - fundamentar sempre os seus atos funcionais; 

VI - abster-se de comentários, entrevistas, debates ou declarações públicas sobre o funcionamento de determinados processos ou procedimentos fazendários; 

VII - guardar sigilo profissional, ressalvados os casos  previstos em lei.  

Parágrafo único. Excetuam-se dos impedimentos de que tratam os incisos VI e  VII  deste artigo, os servidores quando no exercício de representação classista. 

SEÇÃO IV

DAS CORREIÇÕES 

 Art. 17. A Corregedoria Fazendária terá garantida em sua composição a participação mínima de 3/4 ( três quartos ) de servidores integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, na proporção de 01(um) representante de cada Subgrupo a que alude o art. 2º desta Lei, com pelo menos 10 (dez) anos de efetivo exercício no  cargo, salvo se não houver quem preencha tal requisito

Art. 17. As infrações disciplinares praticadas pelos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, no exercício das atribuições ou em razão do cargo, só poderão ser conhecidas, apuradas e julgadas por Corregedoria própria, podendo a comissão processante ser presidida por qualquer um dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças que componham a Comissão Permanente de Sindicâncias e Processos Disciplinares.  (NR)

*Nova redação dada ao artigo 17 pelo inciso VI do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

§ 1.º Será de 02 (dois) anos os mandatos dos corregedores fazendários, inclusive do Corregedor-Geral.

§ 2.º As atividades da Corregedoria Fazendária serão disciplinadas em regimento interno, aprovado pelo Secretário da Fazenda. 

* §§ 1º e 2º do artigo 17 revogados pelo art. 5º da Lei nº 6.520/04. 

§ 3º O titular da Corregedoria Fazendária será nomeado a termo por ato do Governador do Estado, dentre os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO, com formação de nível superior em Direito, que esteja no Padrão VIII, para o período de 2 (dois) anos, permitida a recondução.

*§3º acrescentado ao art 17 pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

§ 4º A Comissão Permanente de Sindicâncias e Processos Disciplinares será composta por integrantes estáveis do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, na proporção mínima de 1 (um) representante para cada Subgrupo a que alude o art. 2º desta Lei, preferencialmente com formação de nível superior em Direito, designados a termo por ato do Secretário de Estado da Fazenda, para o período de 2 (dois) anos, permitida a recondução. (AC)

*§4º acrescentado ao art 17 pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 18. Ao Corregedor Geral compete:

I - elaborar o Regimento Interno da Corregedoria Geral, submetendo-o ao Secretário da Fazenda, para apreciação e homologação;

II - submeter ao Secretário de Fazenda a indicação dos  corregedores fazendários;

III - manifestar-se, conclusivamente, nos processos submetidos à apreciação da Corregedoria, antes de submetê-los à decisão superior;

IV - responder consultas formuladas por terceiros sobre assuntos de sua competência;

V - propor a constituição de comissão de inquérito para apuração de falta praticada por integrante do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças;

VI - recomendar a colaboração do Ministério Público ou da Polícia, quando a relevância do procedimento oferecer complexidade ou perigo no desempenho do cargo;

VII - solicitar o afastamento preventivo do integrante do grupo Ocupacional Tributação e Finanças, quando esse procedimento se fizer necessário à apuração do fato em que o mesmo se encontre envolvido.

VIII - apresentar ao Secretário da Fazenda, nos primeiros dez (10) dias do mês de janeiro de cada ano, relatório circunstanciado das atividades da Corregedoria Geral. 

* Artigo 18 revogado pelo art. 5º da Lei nº 6.520/04. 

 Art. 19. Ao corregedor fazendário compete:

I - fiscalizar as atividades dos órgãos da estrutura da SEFAZ, bem como a atuação e conduta de seus servidores;

II - avaliar os resultados das atividades dos órgãos da SEFAZ, a verificação da regularidade e aplicação uniforme das normas incidentes;

III - receber e apurar denúncias de irregularidades ocorridas no âmbito da SEFAZ, que lhes forem apresentadas ou que delas tenha conhecimento;

IV - exercer atividades afins que lhes forem cometidas por determinação superior;       

V - exercer outras atividades previstas em regulamento. 

* Artigo 19 revogado pelo art. 5º da Lei nº 6.520/04. 

Art. 20. Ao término da correição será apresentado relatório circunstanciado ao Secretário de Fazenda. 

* Artigo 20 revogado pelo art. 5º da Lei nº 6.520/04. 

TÍTULO II

DO PROVIMENTO E DA SITUAÇÃO FUNCIONAL

CAPÍTULO I

DO PROVIMENTO, DA POSSE, DO EXERCICIO, DO ESTÁGIO PROBATÓRIO, DA LOTAÇÃO E DA PERMANÊNCIA  E DAS DESIGNAÇÕES

SEÇÃO I

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 

Art. 21. É expressamente vedado o ingresso no Grupo Ocupacional Tributação e Finanças por desvio de função ou qualquer forma de provimento derivado. 

Art. 22. São requisitos para o ingresso no Grupo Ocupacional Tributação e Finanças:

I - a nacionalidade brasileira;

II - o gozo dos direitos políticos; 

III - a quitação com as obrigações militares e eleitorais; 

IV - o grau de escolaridade de nível superior; 

V - a idade mínima de 18 (dezoito) anos; 

VI - a aptidão física e mental;  

VII - não possuir antecedentes criminais.  

Parágrafo único. Além dos requisitos previstos nos incisos do caput deste artigo, para o cargo de Auditor de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda Estadual – AFCA poderá ser exigida formação específica no edital do concurso público. (AC) 

*Parágrafo único acrescentado ao art 22 pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

SEÇÃO II 

DO PROVIMENTO  

Art. 23. O provimento inicial para os cargos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças dar-se-á através de nomeação por ato do Governador do Estado. 

Art. 24. Cabe à Secretaria de Estado da Fazenda, em conjunto com a Secretaria de Estado de Administração, Recursos Humanos e Patrimônio, a realização de concurso público para provimento dos cargos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, mediante contratação de instituição ou empresa especializada e com mais de 10 (dez) anos de experiência.  

Art. 24. Cabe à Secretaria Executiva de Administração, Recursos Humanos e  Patrimônio, em conjunto com a Secretaria Executiva de Fazenda, a realização de concurso público para provimento dos cargos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, mediante contratação de instituição ou empresa especializada e com mais de 10 (dez) anos de experiência. (NR) 

* Nova redação dada ao artigo 24 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Art. 24. Cabe à Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio – SEPLAG, em conjunto com a Secretaria de Estado da Fazenda – SEFAZ, a realização de concurso público para provimento dos cargos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, mediante contratação de instituição ou empresa especializada com mais de 10 (dez) anos de experiência.(NR)

*Nova redação dada ao artigo 24 pelo inciso VII do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

SEÇÃO  III

DA POSSE 

 Art. 25. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, do qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, seguindo quanto ao mais ao disposto na Lei nº 5.247/91. 

SEÇÃO IV

DO EXERCÍCIO 

 Art. 26. Os empossados cumprirão curso de treinamento preparatório aos seus respectivos Subgrupos, durante o período mínimo de 30 (trinta) dias, com freqüência obrigatória de 40 (quarenta) horas/aula semanais. 

 Art. 27. É considerado efetivo exercício, para os efeitos desta Lei, o período em que o integrante do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças estiver participando em curso oferecido ou reconhecido pela administração fazendária, estiver em atuação nos serviços da dívida ativa do Estado de Alagoas, estiver no exercício de função de confiança ou cargo de provimento em comissão na SEFAZ.  

Parágrafo Único. Conta-se de efetivo exercício, exceto para promoção por merecimento, o tempo em que o servidor estiver atuando como dirigente classista, até o limite máximo de 03 (três) servidores, na forma do Art. 95, § 1°, da Lei n° 5.247 / 91. 

Parágrafo único. Conta-se de efetivo exercício o tempo em que o servidor estiver atuando como dirigente classista, até o limite máximo de 3 (três) servidores, na forma do art. 95, § 1º, da Lei Estadual nº 5.247, de 26 de julho de 1991. (NR)

*Nova redação dada ao parágrafo único pelo inciso VIII do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

Art. 28. O integrante do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças cumprirá a carga horária de 40 (quarenta) horas semanais. 

Art. 29. Sem prejuízo do disposto no artigo anterior, os integrantes dos Subgrupos Fiscalização e Arrecadação, sujeitar-se-ão a horário especial de trabalho, quando estabelecido pela administração fazendária

Art. 29. Sem prejuízo do disposto no artigo anterior, os integrantes dos Subgrupos FISCALIZAÇÃO e FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO sujeitar-se-ão a horário especial de trabalho, quando estabelecido pela administração fazendária. (NR)

*Nova redação dada ao art 29 pelo inciso IX do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.  

Art. 30. A jornada de trabalho para os integrantes dos Subgrupos FISCALIZAÇÃO  e ARRECADAÇÃO, será fixada pela Coordenadoria de Administração Tributária, consideradas as peculiaridades de cada local de trabalho, inclusive a garantia de intervalo compatível com as condições circunstanciais, respeitado o limite de 40 ( quarenta) horas semanais. 

 Art. 30. A jornada de trabalho para os integrantes dos Subgrupos FISCALIZAÇÃO  e ARRECADAÇÃO, será fixada pela Secretaria Adjunta da Receita Estadual, consideradas as peculiaridades de cada local de trabalho, inclusive a garantia de intervalo compatível com as condições circunstanciais, respeitado o limite de 40 ( quarenta) horas semanais. (NR) 

* Nova redação dada ao artigo 30 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Art. 30. A jornada de trabalho para os integrantes dos Subgrupos FISCALIZAÇÃO e FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO será fixada pela Superintendência da Receita Estadual, consideradas as peculiaridades de cada local de trabalho, inclusive a garantia de intervalo interjornadas compatível com as condições circunstanciais, respeitado o limite de 40 (quarenta) horas semanais.  (NR)

*Nova redação dada ao art 30 pelo inciso X do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.  

SEÇÃO V

DO ESTÁGIO PROBATÓRIO 

 Art. 31. O servidor empossado em cargo do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, nos termos desta Lei, cumprirá estágio probatório de 03 (três) anos de duração, a contar do início do exercício, apurando-se a conveniência de sua permanência ou não, mediante a verificação dos seguintes requisitos: 

I - idoneidade moral; 

II - disciplina; 

III - dedicação ao trabalho; e 

IV - avaliação de desempenho. 

Art. 32. Compete à Comissão Especial instituída para essa finalidade a avaliação de desempenho prevista no artigo anterior, devendo encaminhar ao Secretário de Estado da Fazenda relatório circunstanciado sobre a atuação pessoal e funcional dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças ao final do estágio probatório, concluindo fundamentalmente, pela sua confirmação ou não no cargo. 

Art. 32. Compete à Comissão Especial instituída para essa finalidade a avaliação de desempenho prevista no artigo anterior, devendo encaminhar ao Secretário Executivo de Fazenda relatório circunstanciado sobre a atuação pessoal e funcional dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças ao final do estágio probatório, concluindo fundamentalmente, pela sua confirmação ou não no cargo. (NR) 

* Nova redação dada ao artigo 32 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Art. 32. Compete à Comissão Especial instituída para essa finalidade a avaliação de desempenho prevista no artigo anterior, devendo encaminhar ao Secretário de Estado da Fazenda relatório circunstanciado sobre a atuação pessoal e funcional dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças ao final do estágio probatório, concluindo fundamentalmente, pela sua confirmação ou não no cargo. (NR)

*Nova redação dada ao art 32 pelo inciso XI do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

SEÇÃO VI

DA LOTAÇÃO 

 Art. 33. A lotação dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, é a seguinte: 

I - Subgrupo FISCALIZAÇÃO: 

a) níveis I e II: no Núcleo de Mercadorias em Trânsito, da Coordenadoria de Administração tributária; 

a) níveis I e II: na Diretoria de Mercadorias em Trânsito, da Secretaria Adjunta da Receita Estadual; (NR) 

* Nova redação dada à alínea "a" do inciso I do artigo 33 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04.

b) níveis III e IV: no Núcleo de Fiscalização da Coordenadoria de Administração Tributária; 

b) níveis III e IV: na Diretoria de Fiscalização da Secretaria Adjunta da Receita Estadual; (NR) 

* Nova redação dada à alínea "b" do inciso I do artigo 33 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

II - Subgrupo ARRECADAÇÃO, nos órgãos afetos à arrecadação, no âmbito da Coordenadoria de Administração Tributária; 

II - Subgrupo ARRECADAÇÃO, nos órgãos afetos à arrecadação, no âmbito da Secretaria Adjunta da Receita Estadual; (NR)  

* Nova redação dada ao inciso II do artigo 33 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

III - Subgrupo FINANÇAS, na Coordenadoria de Administração Financeira. 

III - Subgrupo FINANÇAS, nos órgãos da Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual, Coordenadoria de Controle Interno ou em qualquer outro vínculo à estrutura da Secretaria Executiva de Fazenda, por determinação do seu Secretário Executivo. (NR) 

* Nova redação dada ao inciso III do artigo 33 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04.

Art. 33. A lotação dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é a seguinte:

I – Subgrupo FISCALIZAÇÃO, no âmbito da Superintendência da Receita Estadual; e

II – Subgrupo FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO, nos âmbitos das Superintendências do Tesouro Estadual e da Receita Estadual, ou na área da Tecnologia da Informação.” (NR)

*Nova redação dada ao art 33 pelo inciso XII do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

SEÇÃO VII

DA PERMANÊNCIA E DAS DESIGNAÇÕES

SUBSEÇÃO I

DAS DESIGNAÇÕES 

 Art. 34. Os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO, excetuados os designados na forma do §3o do Art. 10, serão periodicamente designados para cumprirem tarefas específicas com relação aos trabalhos de fiscalização em qualquer situação que se relacione direta ou indiretamente com hipóteses de incidência dos tributos de competência Estadual, observado o seguinte: 

 Art. 34. Os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO, excetuados os designados na forma do §3o do Art. 10, serão periodicamente designados para cumprirem tarefas específicas com relação aos trabalhos de fiscalização em qualquer situação que se relacione direta ou indiretamente com hipóteses de incidência dos tributos de competência Estadual, ressalvado o disposto no parágrafo único do Art. 9º, observado o seguinte: (NR) 

* Nova redação dada ao caput do artigo 34 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

I - para os níveis III e IV:

a) - a periodicidade de que trata este artigo será bimestral  e previamente comunicada, podendo ser prorrogada a pedido do integrante do Subgrupo FISCALIZAÇÃO ou a critério da administração quando necessário à conclusão das tarefas; 

a) - a periodicidade de que trata este artigo será no mínimo bimestral e previamente comunicada, podendo ser prorrogada a pedido do integrante do Subgrupo FISCALIZAÇÃO ou a critério da administração quando necessário à conclusão das tarefas; (NR) 

* Nova redação dada à alínea "a" do inciso I do artigo 34 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

b) - a designação para cumprir tarefas de supervisão e chefia em Plantão Fiscal nas diversas unidades fazendárias, será de no máximo 02 (dois) integrantes para cada equipe de plantão; 

c)  - Os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO - Fiscal de Tributos Estaduais, nível IV, receberão periodicamente tarefas específicas de fiscalização, a serem cumpridas exclusivamente na capital, ressalvada a opção, pelo próprio servidor,  da prestação de serviços em outras localidades. 

c)  - Os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO - Fiscal de Tributos Estaduais, nível IV, receberão periodicamente tarefas específicas de fiscalização, a serem cumpridas exclusivamente na capital, desde que os cargos do Nível III estejam preenchidos, ainda que parcialmente, ressalvada a opção, pelo próprio servidor, da prestação de serviços em outras localidades. (NR) 

* Nova redação dada à alínea "c" do inciso I do artigo 34 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

II - para os níveis I e II, a  periodicidade será de no mínimo 03 (três) e no máximo (seis) meses, podendo ser prorrogada, a critério da administração fazendária ou a pedido do servidor, prevalecendo o primeiro.

II – Para os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO – Fiscais de Tributos Estaduais designados para exercer as atividades de mercadoria em Trânsito, a periodicidade será de no mínimo 03 (três) e no máximo 06 (seis) meses, podendo ser prorrogada, a critério da administração fazendária ou a pedido do servidor, prevalecendo o primeiro.

*Nova redação dada ao inciso II do art. 34 pela Lei n.º 6.949/08

§ 1º. A designação de que trata o inciso I deste artigo, obedecerá aos critérios de ordem alfabética ou excepcionalmente técnico, nesta ordem. 

§ 1º. A designação de que trata o inciso I deste artigo, obedecerá aos critérios de ordem alfabética ou técnica. (NR) 

* Nova redação dada ao § 1º do artigo 34 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

§ 2º.  As designações relativas ao Subgrupo FISCALIZAÇÃO de que tratam o Inciso I, "b" e II, deste artigo, serão previamente comunicadas através de escala de serviço, publicada no Diário Oficial do Estado, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.

§ 3º A designação para cumprimento de tarefas de que trata o inciso I, para o subgrupo FISCALIZAÇÃO Nível III, somente ocorrerá quando atendidas as condições previstas no art.10 ,§ 3º desta Lei.

*§3º do art. 34 acrescentado pela Lei n.º 6.949/08. 

 Art. 35. Os integrantes do Subgrupo ARRECADAÇÃO poderão ser designados para exercerem as suas atividades, dentro dos limites de suas atribuições, em outras unidades da Secretaria de Estado da Fazenda. 

Art. 34. Os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO serão periodicamente designados para cumprirem tarefas específicas com relação aos trabalhos de fiscalização em qualquer situação que se relacione direta ou indiretamente com hipóteses de incidência dos tributos de competência Estadual, observado o seguinte:

I – para as atividades relacionadas à Gerência de Mercadorias em Trânsito, a periodicidade será no mínimo bimestral, podendo ser prorrogada, a critério da administração fazendária ou a pedido do servidor; e

II – para as atividades relacionadas à Gerência de Fiscalização de Estabelecimentos, a periodicidade será no mínimo bimestral, podendo ser prorrogada, a critério da administração fazendária ou a pedido do servidor, quando necessário à conclusão das tarefas.

Parágrafo único. As designações relativas aos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, de que trata o inciso I deste artigo e o parágrafo único do art. 35 desta Lei, serão previamente comunicadas por meio de escala de serviço com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. (NR)

*Nova redação dada ao art 34 pelo inciso XIII do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 35. Os integrantes do Subgrupo ARRECADAÇÃO poderão ser designados para exercerem as suas atividades, dentro dos limites de suas atribuições, em outras unidades da Secretaria Executiva de Fazenda. (NR)  

* Nova redação dada ao caput do artigo 35 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Parágrafo único. As designações dos integrantes do Subgrupo ARRECADAÇÃO, para cumprimento de escala de plantão, obedecerão a bimestralidade de que trata o art. 34, inciso I-a, desta Lei. 

Art. 35. Os integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças poderão ser designados para exercerem as suas atividades, dentro dos limites de suas atribuições, em quaisquer outros setores da Secretaria de Estado da Fazenda – SEFAZ.

Parágrafo único. As designações dos integrantes do Subgrupo FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO, para fins de cumprimento da escala de plantão, obedecerão à bimestralidade de que trata o art. 34, inciso I, desta Lei.” (NR)

*Nova redação dada ao art 35 pelo inciso XIV do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 36. Nenhum ato de designação terá validade se não for devidamente publicado no Diário Oficial do Estado de Alagoas.  

Parágrafo único. A Divisão de Recursos Humanos do Departamento de Administração e Finanças da Secretaria de Estado da Fazenda, obrigatoriamente, apontará nos respectivos registros funcionais o ato publicado. 

Parágrafo único. A Divisão de Recursos Humanos do Departamento de Administração e Finanças da Secretaria Executiva de Fazenda, obrigatoriamente, apontará nos respectivos registros funcionais o ato publicado. (NR) 

* Nova redação dada ao parágrafo único do artigo 36 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04.

Parágrafo único. O setor de Gestão de Pessoas da SEFAZ, obrigatoriamente, apontará nos respectivos registros funcionais o ato publicado.” (NR)  

*Nova redação dada ao parágrafo único pelo inciso XV do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

CAPÍTULO II

DA PROGRESSÃO FUNCIONAL 

 Art. 37. A promoção dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças obedecerá aos critérios de merecimento ou de antigüidade, nos termos desta Lei, e do regulamento.  

 Art. 37. A promoção dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças obedecerá aos critérios de seleção de provas e títulos e de antigüidade, nos termos desta Lei, e do regulamento. (NR) 

* Nova redação dada ao artigo 37 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Art. 37. O desenvolvimento dos servidores nos cargos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças se dará mediante progressão. (NR)

*Nova redação dada ao art 37 pelo inciso XVI do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 38. A promoção ocorrerá sempre que atingidos os critérios referidos no artigo anterior, devendo ser concedido por ato do Governador do Estado, observando-se a existência de vagas. 

 Art. 38. A promoção ocorrerá sempre que atingidos os critérios referidos no artigo anterior, devendo ser concedida por ato do Governador do Estado, observando-se ainda o disposto no parágrafo único do artigo 39 desta lei. (NR) 

* Nova redação dada ao artigo 38 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Art. 38. Progressão é a passagem do servidor, dentro da mesma classe, do padrão em que se encontra para o padrão subsequente e fará jus sempre que preencher os seguintes requisitos:

I – encontrar-se em efetivo exercício;

II – ter cumprido, em efetivo exercício, os seguintes interstícios:

a) 5 (cinco) anos: do Padrão I ao II;

b) 5 (cinco) anos: do Padrão II ao III;

c) 3 (três) anos: do Padrão III ao IV;

d) 3 (três) anos: do Padrão IV ao V;

e) 1 (um) ano: do Padrão V ao VI;

f) 1 (um) ano: do Padrão VI ao VII; e

g) 1 (um) ano: do Padrão VII ao VIII.

III – ter recebido avaliações periódicas de desempenho individuais anuais satisfatórias desde a sua progressão anterior; e

IV – concluir com aproveitamento o(s) curso(s) ofertado(s) da grade obrigatória, bem como outro(s) validado(s) pela administração fazendária.

§ 1º Para fins de cumprimento do previsto nos incisos III e IV do caput deste artigo, será editado ato normativo do Secretário de Estado da Fazenda.

§ 2º Considerar-se-á efetivo exercício o mandato classista.” (NR)

*Nova redação dada ao art 38 pelo inciso XVII do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 39. Adquirida a estabilidade no cargo ocupado, as promoções dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças serão processadas anualmente, observado o seguinte: 

I - as promoções destinam-se a preencher vagas existentes no nível imediatamente superior, observando-se os seguintes percentuais: 60% (sessenta por cento) por merecimento e 40% (quarenta por cento) por antigüidade;

I - as promoções destinam-se a preencher vagas existentes no nível imediatamente superior, e serão preenchidas pelos aprovados na seleção por provas e títulos e no critério de seleção por Antigüidade, observando-se os percentuais de 90% (noventa por cento) por seleção de provas e títulos e 10% (dez por cento) por antigüidade; (NR)

 * Nova redação dada ao inciso I do artigo 39 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

II - a promoção por merecimento será definida por critérios exclusivamente objetivos e impessoais previstos em regulamento, atribuindo-se preferência a cursos de capacitação, relacionados com a atividade fazendária, ministrados ou patrocinados pela SEFAZ; 

II - o processo de promoção por provas e títulos antecederá ao de antigüidade, sendo vedada a promoção concomitante do servidor no mesmo exercício; (NR) 

* Nova redação dada ao inciso II do artigo 39 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

III - a promoção por antigüidade dar-se-á automaticamente e sem a interferência do interessado; e 

III - a promoção por antigüidade dar-se-á automaticamente e sem a interferência do interessado; e 

* Nova redação dada ao inciso III do artigo 39 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

IV - o processo de promoção por merecimento antecederá ao de antigüidade, sendo vedada a promoção concomitante no mesmo exercício. 

IV - havendo empate no critério de seleção de provas e títulos previsto no inciso I será promovido aquele que obtiver melhor pontuação na seleção por títulos, e, se persistir o empate, o servidor de maior pontuação na seleção por provas; ou ainda, o servidor de maior idade, respectivamente nesta ordem. (NR) 

* Nova redação dada ao inciso IV do artigo 39 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Parágrafo Único - Para haver promoção do servidor é exigido, ainda, o interstício de 05(cinco) anos, contados a partir do último posicionamento na classe imediatamente anterior, salvo se não houver quem preencha tal requisito. 

Parágrafo Único - Para haver promoção do servidor é exigido, ainda, o interstício de:

I - 03 (três) anos para os servidores do Nível I para o Nível II, contados da data do início do efetivo exercício no Nível I; (AC)

II - 05 (cinco) anos nos demais casos, contados a partir do último posicionamento no Nível imediatamente anterior. (AC)

* Nova redação dada ao parágrafo único do artigo 39, com a inclusão de seus incisos, pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04.

Parágrafo Único. Para promoção do servidor será exigido, além dos critérios estabelecidos neste artigo, o interstício de:

I – 06 (seis) anos para os servidores do Nível I para o Nível II, contados da data do início do efetivo exercício no Nível I; 

II – 12 (doze) anos para os servidores do Nível II para o Nível III, contados da data do início do efetivo exercício no Nível I;

III – 18 (dezoito) anos para os servidores do Nível III para o Nível IV, contados da data do início do efetivo exercício no Nível I.

*Inciso III do parágrafo único do art. 39 pela Lei n.º 6.949/08.

*Nova redação dada ao parágrafo único do art. 39 pela Lei n.º 6.949/08. 

Art. 39. Perderá o direito à progressão o servidor que no período aquisitivo:

I – sofrer punição disciplinar em que seja suspenso; e

II – afastar-se das funções específicas de seu cargo, excetuados quando no exercício de cargo comissionado da estrutura administrativa de quaisquer dos Poderes do Estado de Alagoas, assim como nos casos previstos como de efetivo exercício nas normas estatutárias vigentes, em especial o Regime Jurídico Único dos Servidores Civis do Estado de Alagoas, instituído pela Lei Estadual nº 5.247, de 1991, inclusive no exercício de mandato classista ou associativo.

Parágrafo único. Nas hipóteses previstas nos incisos do caput deste artigo, o afastamento ensejará a suspensão do período aquisitivo para fins de progressão, contando-se, para tais fins, o período anterior ao do afastamento. (NR)

*Nova redação dada ao art 39 pelo inciso XVIII do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 40. Para efeito de promoção, a antigüidade será apurada pelo tempo de efetivo exercício no nível em que estiver posicionado o integrante do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças. 

 Art. 40. No critério de desempate por tempo de serviço, para efeito de promoção previsto no Inciso I do artigo 39, a antigüidade será apurada pelo tempo de efetivo exercício no nível em que estiver posicionado o integrante do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças e, persistindo o empate, aquele que tiver maior idade. (NR). 

* Nova redação dada ao artigo 40 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Art. 40. As atividades de formação e aperfeiçoamento do servidor serão desenvolvidas preferencialmente em parceria com a Escola Fazendária – EFAZ. (NR)

*Nova redação dada ao art 40 pelo inciso XIX do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 41. Os efeitos do ato de promoção vigorarão a partir de sua publicação. 

 Art. 42. Na apuração dos critérios para a promoção por  merecimento não serão considerados o desempenho e a eficiência no exercício de cargo em órgão diverso da estrutura da Secretaria de Estado da Fazenda e da Procuradoria Geral do Estado, na administração federal, estadual ou municipal, centralizada ou descentralizada, ou em outros Poderes e  no exercício de mandato eletivo. 

Art. 41. Os efeitos do ato de progressão vigorarão a partir de sua publicação. (NR)

*Nova redação dada ao art 41 pelo inciso XX do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 42. Na apuração do critério de tempo de que trata o Inciso I do artigo 39, além dos critérios previstos no artigo 27 desta lei, será considerado o tempo de efetivo exercício no cargo quando designado para órgão da estrutura interna da Secretaria Executiva de Fazenda e da Procuradoria Geral do Estado, ou ainda, quando no exercício de mandato eletivo, ou no exercício de cargo comissionado de direção superior da estrutura administrativa do Poder Executivo do Estado de Alagoas. (NR) 

* Nova redação dada ao artigo 42 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

*Art. 42 revogado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

CAPÍTULO III

DOS CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO 

 Art. 43. Os cargos em comissão, no âmbito da Coordenadoria de Administração Tributária serão exercidos por integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO. 

 Art. 43. Os cargos em comissão, no âmbito da Secretaria Adjunto da Receita Estadual,  serão exercidos por integrantes dos Subgrupos FISCALIZAÇÃO e ARRECADAÇÃO, exceto os cargos em comissão de Secretário Adjunto da Receita Estadual, de Diretor de Diretoria e Gerente de Unidade Regional, que serão exercidos por integrantes do Subgrupo Fiscalização. (NR)

* Nova redação dada ao caput do artigo 43 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Parágrafo Único. Para a nomeação dos cargos em comissão a que se refere este artigo o integrante do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças deverá ter, no mínimo, 5 (cinco) anos de efetivo exercício no cargo. 

* Parágrafo único do artigo 43 revogado pelo art. 5º da Lei nº 6.520/04.

Art. 43. Os cargos em comissão serão exercidos, no âmbito da Superintendência da Receita Estadual, por integrantes dos Subgrupos FISCALIZAÇÃO e ARRECADAÇÃO; 

Parágrafo Único. Os cargos, de provimento em comissão da Superintendência da Receita Estadual, de Superintendente, Diretor e Gerente das Unidades Regionais serão exercidos por integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO com mais de cinco anos de efetivo exercício do cargo de Fiscal de Tributos Estaduais.

*Nova redação dada ao art. 43 pela Lei n.º 6.949/08. 

Art. 43. Os cargos em comissão, no âmbito da Superintendência da Receita Estadual, serão exercidos exclusivamente pelos integrantes ativos do Subgrupo FISCALIZAÇÃO. (NR)

*Nova redação dada ao art 43 pelo inciso XXI do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 44. O cargo em comissão de Corregedor Fazendário é privativo do ocupante último nível do Subgrupo FISCALIZAÇÃO. 

 Art. 44. O cargo em comissão de Corregedor Fazendário é privativo do ocupante último nível do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças com formação de nível superior em Direito. (NR)

* Nova redação dada ao artigo 44 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04.

Art. 44. O cargo em comissão de Corregedor Fazendário é privativo do ocupante do último nível do Subgrupo Fiscalização.

*Nova redação dada ao art. 44 pela Lei n.º 6.949/08. 

*Art. 44 revogado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 45. Os cargos em comissão no âmbito da Coordenadoria de Julgamento serão preenchidos por integrantes do Subgrupo Fiscalização com formação de nível superior nas áreas de Direito,  Ciências Contábeis, Administração de Empresas ou Ciências Econômicas. 

TÍTULO III

DA REMUNERAÇÃO

CAPÍTULO I

DA ABRANGÊNCIA 

 Art. 46. A remuneração representa o total da retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, compreendendo vencimento e todas as vantagens previstas em lei. 

 Art. 47. A remuneração é constituída, a saber:  

a) vencimento; 

b) adicionais por tempo de serviço;

c) prêmio de produtividade. 

d) demais vantagens pecuniárias previstas em lei para o servidor público civil. 

Art. 47. A remuneração é constituída, a saber, de:

I – vencimento;

II – adicionais por tempo de serviço;

III – prêmio de produtividade fiscal;

IV – adicional noturno;

V – adicional de transporte e alimentação; e

VI – demais vantagens pecuniárias previstas em lei para o servidor público civil. (NR)

*Nova redação dada ao art 47 pelo inciso XXII do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

CAPÍTULO II

DO VENCIMENTO 

 Art. 48. O vencimento dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é a retribuição pecuniária pelo exercício do cargo e será para os integrantes dos subgrupos Fiscalização, Arrecadação e Finanças, o valor estabelecido em lei para a classe inicial de cargo de nível superior. 

Art. 48. O vencimento dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é a retribuição pecuniária pelo exercício do cargo e será para os integrantes dos subgrupos Fiscalização, Arrecadação e Finanças, o valor fixado no quadro abaixo: (NR)

NÍVEL

VENCIMENTO

NÍVEL I

990,00 (novecentos e noventa reais)

NÍVEL II

1.188,00 (um mil, cento e oitenta e oito reais)

NÍVEL III

1.425,60 (um mil, quatrocentos e vinte e cinco reais e sessenta centavos)

NÍVEL IV

1.710,72 (um mil, setecentos e dez reais e setenta e dois centavos)

* Nova redação dada ao caput do artigo 48 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04.

Art. 48. O vencimento dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é a retribuição pecuniária pelo exercício do cargo e será para os integrantes dos subgrupos: Fiscalização, Arrecadação e Finanças, o valor fixado no quadro abaixo: (NR)

NÍVEL

VENCIMENTO

Nível I

R$ 1.520,00

Nível II

R$ 1.748,00

Nível III

R$ 2.010,20

Nível IV

R$ 2.312,00

* Nova redação dada ao caput do artigo 48 pela Lei nº 6.713/06.

§ 1º. O vencimento do integrante do nível inicial dos Subgrupos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é o equivalente a 01 (um) inteiro do valor base referido no "caput" deste artigo e ascende em  20% (vinte por cento) a cada mudança de nível. 

§ 1º. O vencimento do integrante do nível inicial dos Subgrupos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é o equivalente a 01 (um) inteiro e ascende em  20% (vinte por cento) a cada mudança de nível. (NR)

* Nova redação dada ao § 1º do artigo 48 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04.

§ 1º O vencimento do integrante do nível inicial dos Subgrupos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças, é o equivalente a 1 (um) inteiro e ascende em 15% (quinze por cento) a cada mudança de nível. (NR)
* Nova redação dada ao § 1º do artigo 48 pela Lei nº 6.713/06. 

§ 2º.  As eventuais diferenças de vencimento ou remuneração devidas a qualquer título sobre meses precedentes serão pagas no mês seguinte ao do deferimento do respectivo pedido. 

§ 3º.  A remuneração dos servidores integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças será revista conforme o disposto no inciso X do art. 37 da Constituição Federal.

§ 4º.  O vencimento dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças será implementado até janeiro de 2005. (AC) 

* § 4º do artigo 48 acrescentado pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04.

§ 5º Fica assegurado ao cargo de Assessor Econômico-Financeiro o vencimento base, de nível IV, de que trata este artigo. (AC)
* § 5º do artigo 48 acrescentando pela Lei nº 6.713/06. 

Art. 48. O vencimento dos integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças é a retribuição pecuniária pelo exercício do cargo, conforme valores fixados no Anexo Único desta Lei.

§ 1º A remuneração dos servidores integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças será revista conforme o disposto no inciso X do art. 37 da Constituição Federal.

§ 2º Fica assegurado ao cargo de Assessor Econômico-Financeiro o vencimento-base, do Padrão VIII, de que trata este artigo, sendo extinto o cargo com a sua vacância. (NR)

*Nova redação dada ao art 48 pelo inciso XXIII do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

CAPÍTULO III

DAS VANTAGENS 

 Art. 49. As vantagens pecuniárias do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças,  dividem-se em comuns e específica. 

§1º. As vantagens comuns são aquelas asseguradas ao servidor público civil em geral. 

§2º. A vantagem específica, devida originariamente ao Subgrupo Fiscalização, é o Prêmio de Produtividade Fiscal, apurado em Unidade de Prêmio de Produtividade - UPP, sendo 1 (uma) unidade equivalente a 1% (um por cento) do menor vencimento fixado nesta lei, para o Grupo Ocupacional Tributação e Finanças. 

§ 2º A vantagem específica é o Prêmio de Produtividade Fiscal, apurado em Unidade de Prêmio de Produtividade – UPP, sendo 1 (uma) unidade equivalente a 1% (um porcento) do menor vencimento fixado nesta Lei, para o Grupo Ocupacional Tributação e Finanças. (NR)

*Nova redação dada ao §2º pelo inciso XXIV do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 50. O Prêmio de Produtividade Fiscal de que trata o § 2º do artigo anterior:

I - é permanente, conforme dispõe o § 2º do art. 49 da Constituição Estadual, e destina-se a incentivar os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO a promover maior eficácia no exercício de atribuições específicas 

I – é permanente, conforme dispõe o § 2º do art. 49 da Constituição Estadual, aos servidores do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças; (NR)

*Nova redação dada ao inciso I pelo inciso XXV do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

II - integra os vencimentos para todos os efeitos legais, salvo para sua própria fixação; 

III - é  extensivo aos demais Subgrupos, dentro dos limites fixados nesta Lei, quando da execução de tarefas inerentes ao cargo. 

*Inciso III do art. 50 revogado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 51. Os participantes do curso de treinamento referido no art. 26 desta Lei, perceberão ajuda financeira equivalente ao prêmio de produtividade fiscal mínimo fixado para o seu Subgrupo. 

 Art. 52. O Prêmio de Produtividade Fiscal será atribuído em UPP observando-se como Limite de Referência - LR o máximo fixado para o Poder Executivo Estadual, na forma disposta no inciso XI do art. 37 da Constituição Federal. 

*Art. 52 revogado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 53. O Prêmio de Produtividade Fiscal será atribuído de acordo com o trabalho realizado, vedada a distribuição de tarefas que não possibilitem o limite máximo, observando-se o seguinte:

I - aos servidores do Subgrupo FISCALIZAÇÃO níveis l e II: até o máximo de UPP equivalente a 60% (sessenta por cento) e, no mínimo  40% (quarenta por cento) do LR;

II - aos servidores do Subgrupo FISCALIZAÇÃO níveis III e IV: até o máximo de UPP equivalente a 100% (cem por cento)  e, no mínimo, o equivalente a 80% (oitenta por cento) do LR;

III - por extensão, na forma como dispõe o inciso III do art. 50, aos integrantes dos Subgrupos:

a) ARRECADAÇÃO: até o máximo de UPP equivalente a 50% (cinqüenta por cento) e, no mínimo, o equivalente a 30% (trinta por cento) do LR.

b) FINANÇAS: até o máximo de UPP  equivalente a 50% (cinqüenta por cento) e, no mínimo, o equivalente  a 30%  (trinta por cento) do LR. 

 Art. 53. O Prêmio de Produtividade Fiscal será atribuído de acordo com o trabalho realizado, observando-se os seguintes limites máximos para cada nível: (NR):

I - aos servidores do Subgrupo FISCALIZAÇÃO nível I até o máximo de UPP equivalente a 70% (setenta por cento) e, no mínimo  50% (cinqüenta por cento) do LR; (NR)

II - aos servidores do Subgrupo FISCALIZAÇÃO nível II até o máximo de UPP equivalente a 80% (oitenta por cento)  e, no mínimo, o equivalente a 60% (sessenta por cento) do LR; (NR)

III - aos servidores do subgrupo FISCALIZAÇÃO nível III até o máximo de UPP equivalente a 90% (noventa por cento) e, no mínimo 70% (setenta por cento) do LR. (NR)

IV - aos servidores do subgrupo FISCALIZAÇÃO nível IV até o máximo de UPP equivalente a 100% (cem por cento) e, no mínimo 80% (oitenta por cento) do LR; (AC)

V - aos servidores dos subgrupos ARRECADAÇÃO e FISCALIZAÇÃO, nível I: até o máximo de UPP equivalente a 58% (cinqüenta e oito por cento) e, no mínimo a 38% (trinta e oito por cento) do LR; (AC)

VI - aos servidores dos subgrupos ARRECADAÇÃO e FISCALIZAÇÃO, nível II: até o máximo de UPP equivalente a 61% (sessenta e um por cento) e, no mínimo, equivalente a 41% (quarenta e um por cento) do LR; (AC)

VII - aos servidores dos subgrupos ARRECADAÇÃO e FISCALIZAÇÃO, nível III: até o máximo de UPP de 63% (sessenta e três por cento) e, no mínimo, equivalente a 43% (quarenta e três por cento) do LR; (AC)

VIII - aos servidores dos subgrupos ARRECADAÇÃO e FISCALIZAÇÃO, nível IV: até o máximo de UPP de 65% (sessenta e cinco por cento) e, no mínimo, o equivalente a 45%  (quarenta e cinco por cento) do LR. (AC)

§ 1º É vedada a distribuição de tarefas aos ocupantes dos cargos do Subgrupo Fiscalização que não possibilitem atingir o percentual de 80% (oitenta por cento) do limite  de cada nível previsto nos incisos I a IV do caput deste artigo, assim como também é vedada a distribuição de tarefas aos ocupantes dos cargos dos subgrupos Arrecadação e Finanças que não possibilitem atingir o percentual máximo do limite de nível previsto nos incisos V a VIII do caput deste artigo. (AC)

§  2º A fruição do percentual de 20% (vinte por cento) restante para atingir o limite máximo previsto nos incisos I a IV do caput deste artigo para cada nível do Subgrupo Fiscalização será atribuída na forma que dispuser decreto que regulará a matéria. (AC)

* Nova redação dada ao art. 53, com a inclusão dos incisos IV, V, VI, VII e VIII, e §§ 1º e 2º, pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

 Art. 52-A. O Prêmio de Produtividade Fiscal será atribuído em UPP observando-se como Limite de Referência – LR o valor nominal correspondente a R$ 23.439,00 (vinte e três mil, quatrocentos e trinta e nove reais). 

*Reposição anual conforme Lei 8.028/18. Efeitos a partir de 04/07/18. 

R$ 24.130,45

Art. 52-A O Prêmio de Produtividade Fiscal será atribuído em UPP observando-se como Limite de Referência – LR o valor nominal correspondente a R$ 24.130,47 (vinte e quatro mil, cento e trinta reais e quarenta e sete centavos).

*Nova redação dada ao caput do art. 52-A pela Lei n.º 8.110/19. Efeitos a partir de 15/05/19.

Parágrafo único. Aplica-se a mesma revisão geral anual concedida aos servidores públicos estaduais, prevista no art. 37, inciso X, in fine, da Constituição Federal, ao valor constante no caput deste artigo.” (AC)

*Art. 52-A acrescentado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18. 

Art. 52-B. O Prêmio de Produtividade Fiscal será atribuído de acordo com o trabalho realizado, observando-se os seguintes limites:

I – aos servidores do Subgrupo FISCALIZAÇÃO:

a) Padrão I, o máximo de UPP equivalente a 30% (trinta por cento) do LR;

b) Padrão II, o máximo de UPP equivalente a 40% (quarenta por cento) do LR;

c) Padrão III, o máximo de UPP equivalente a 50% (cinquenta por cento) do LR;

d) Padrão IV, o máximo de UPP equivalente a 60% (sessenta por cento) do LR;

e) Padrão V, o máximo de UPP equivalente a 70% (setenta por cento) do LR;

f) Padrão VI, o máximo de UPP equivalente a 80% (oitenta por cento) do LR;

g) Padrão VII, o máximo de UPP equivalente a 90% (noventa por cento) do LR; e

h) Padrão VIII, o máximo de UPP equivalente a 100% (cem por cento) do LR.

II – aos servidores do Subgrupo FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO:

a) Padrão I, o máximo de UPP equivalente a 25% (vinte e cinco por cento) do LR;

b) Padrão II, o máximo de UPP equivalente a 35% (trinta e cinco por cento) do LR;

c) Padrão III, o máximo de UPP equivalente a 45% (quarenta e cinco por cento) do LR;

d) Padrão IV, o máximo de UPP equivalente a 55% (cinquenta e cinco por cento) do LR;

e) Padrão V, o máximo de UPP equivalente a 63% (sessenta e três por cento) do LR;

f) Padrão VI, o máximo de UPP equivalente a 75% (setenta e cinco por cento) do LR;

g) Padrão VII, o máximo de UPP equivalente a 85% (oitenta e cinco por cento) do LR; e

h) Padrão VIII, o máximo de UPP equivalente a 95% (noventa e cinco por cento) do LR.

§ 1º É vedada a distribuição de tarefa aos ocupantes dos cargos do Subgrupo FISCALIZAÇÃO que não possibilitem atingir o percentual de 80% (oitenta por cento) do limite de cada Padrão, previstos no inciso I do caput deste artigo, assim como também é vedada a distribuição de tarefas aos ocupantes dos cargos do Subgrupo FINANÇAS E CONTROLE DE ARRECADAÇÃO que não possibilitem atingir o percentual máximo do Padrão, previsto no inciso II deste artigo.

§ 2º 20% (vinte por cento) da gratificação mencionada no inciso I do caput deste artigo serão decorrentes de arguição de infração e outras atribuições, na forma que dispuser ato normativo do Secretário de Estado da Fazenda.

§ 3º A vedação prevista no § 1º deste artigo não é uma garantia de cumprimento de produtividade. (AC)

*Art. 52-B acrescentado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

Art. 53. O Prêmio de Produtividade Fiscal será atribuído de acordo com o trabalho realizado, observandose os seguintes limites:

I – aos servidores do Subgrupo FISCALIZAÇÃO Nível I, o máximo de UPP equivalente a 70% (setenta por cento) do LR;

II – aos servidores do Subgrupo FISCALIZAÇÃO Nível II, o máximo de UPP equivalente a 80% (oitenta por cento) do LR;

III – aos servidores do subgrupo FISCALIZAÇÃO Nível III, o máximo de UPP equivalente a 90% (noventa por cento) do LR.

IV – aos servidores do subgrupo FISCALIZAÇÃO Nível IV, o máximo de UPP equivalente a 100% (cem por cento) do LR;

V - aos servidores dos Subgrupos ARRECADAÇÃO e FINANÇAS, nível I: até o máximo de UPP equivalente a 58% (cinqüenta e oito por cento) e, no mínimo, o equivalente a 38% (trinta e oito por cento) do LR;

*Inciso V do art. 53 acrescentado pela Lei n° 6.520/04.

VI - aos servidores dos Subgrupos ARRECADAÇÃO e FINANÇAS, nível II: até o máximo de UPP equivalente a 61% (sessenta e um por cento) e, no mínimo, o equivalente a 41% (quarenta e um por cento) do LR;

*Inciso VI do art. 53 acrescentado pela Lei n° 6.520/04.

VII - aos servidores dos Subgrupos ARRECADAÇÃO e FINANÇAS, nível III: até o máximo de UPP equivalente a 63% (sessenta e três por cento) e, no mínimo, o equivalente a 43% (quarenta e três por cento) do LR;

*Inciso VII do art. 53 acrescentado pela Lei n° 6.520/04.

VIII - aos servidores dos Subgrupos ARRECADAÇÃO e FINANÇAS, nível IV: até o máximo de UPP equivalente a 65% (sessenta e cinco por cento) e, no mínimo, o equivalente a 45% (quarenta e cinco por cento) do LR.

*Inciso VII do art. 53 acrescentado pela Lei n° 6.520/04.

§ 1º É vedada a distribuição de tarefas aos ocupantes dos cargos do Subgrupo Fiscalização que não possibilitem atingir o percentual de 80% (oitenta por cento) do limite de cada nível previsto nos incisos I a IV do caput deste artigo, assim como também é vedada a distribuição de tarefas aos ocupantes dos cargos dos Subgrupos Arrecadação e Finanças que não possibilitem atingir o percentual máximo do limite de cada nível previsto nos incisos V a VIII do caput deste artigo.

*§1º do art. 53 acrescentado pela Lei n.º 6.520/04.

§ 1º É vedada a distribuição de tarefa aos ocupantes dos cargos do subgrupo fiscalização que não possibilitem atingir o percentual de 80% (oitenta por cento) do limite de cada nível, previstos nos incisos I a IV deste artigo, assim como também é vedada a distribuição de tarefas aos ocupantes dos cargos dos subgrupos arrecadação e finanças que não possibilitem atingir o percentual máximo do nível, previsto nos incisos V a VIII deste artigo. 

*Nova redação dada ao §1º do art. 53 pela Lei n.º 6.949/08.

§ 2º A fruição do percentual de 20% (vinte por cento) restante para atingir o limite máximo previsto nos incisos I a IV do caput deste artigo para cada nível do Subgrupo Fiscalização será atribuída na forma que dispuser decreto que regulará a matéria.

*§2º do art. 53 acrescentado pela Lei n.º 6.520/04.

§ 2º 20% (vinte por cento) da gratificação mencionada nos incisos I a IV deste artigo serão, necessariamente, decorrentes de argüição de infração e atribuídos na forma que dispuser portaria que regulamenta a matéria.

*Nova redação dada ao §2º do art. 53 pela Lei n.º 6.949/08.

§ 3º Fica assegurado aos ocupantes do Subgrupo Fiscalização a fruição da gratificação de que trata este artigo, considerando o tempo de serviço na carreira:

I – até 06 (seis) anos 70% (setenta por cento);

II – de 06 (seis) até 12 (doze) anos 80% (oitenta por cento);

III – de 12 (doze) até 18 (dezoito) anos 90% (noventa por cento);

IV – acima de 18 anos 100% (cem por cento).

§ 4º Fica assegurado aos ocupantes dos Subgrupos Arrecadação e Finanças a fruição da gratificação de que trata este artigo, considerando o tempo de serviço na carreira:

I – até 06 (seis) anos 58% (cinqüenta e oito por cento);

II – de 06 (seis) até 12 (doze) anos 61% (sessenta e um por cento);

III – de 12 (doze) até 18 (dezoito) anos 63% (sesenta e três por cento); 

IV – acima de 18 anos 65% (setenta e cinco por cento).

*§§3º e 4º do art. 53 acrescentados pela Lei n.º 6.949/08. 

*Art. 53 revogado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

 Art. 54. Fica assegurado aos servidores do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças o Prêmio de Produtividade de que trata o § 2.º do art. 49, na forma seguinte: 

 Art. 54. Obedecidos os limites estabelecidos no Art. 53, fica assegurado aos servidores do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças o Prêmio de Produtividade de que trata o § 2.º do art. 49, na forma seguinte: (NR) 

* Nova redação dada ao caput do artigo 54 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Art. 54. Obedecidos os limites estabelecidos no art. 52-A desta Lei, fica assegurado aos servidores do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças o Prêmio de Produtividade de que trata o § 2º do art. 49 desta Lei, na forma seguinte:

*Nova redação dada ao caput do art. 54 pelo inciso XXVI do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

I - no exercício de mandato classista ou associativo: no limite máximo fixado para o Subgrupo a que pertence;  

I - no exercício de mandato classista ou associativo, no limite máximo fixado para o nível  do Subgrupo a que pertence  

* Nova redação dada ao inciso I do artigo 54 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

I – no exercício de mandato classista ou associativo, no limite máximo fixado para o padrão do Subgrupo a que pertence; (NR)

*Nova redação dada ao inciso I pelo inciso XXVI do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

II - nos afastamentos, previstos nesta Lei ou naqueles em que a legislação pertinente considere como de efetivo exercício: a média de UPP dos 06 (seis) meses anteriores ao gozo do direito; 

III - na aposentadoria: 

a) voluntária: a média de UPP dos 06 (seis) meses anteriores à obtenção do direito; 

b) compulsória: a média de UPP dos 06 (seis) meses anteriores à data em que o funcionário atingir a idade limite; 

c) por invalidez permanente: o limite máximo do Subgrupo a que pertence. 

Art. 54-A. O adicional de transporte e alimentação, previsto no inciso V do art. 47 desta Lei, é devido exclusivamente ao Auditor Fiscal da Receita Estadual – AFRE em exercício no âmbito da SEFAZ, a fim de indenizar despesas de locomoção e alimentação no desempenho de sua atividade, a ser disciplinado por ato do Secretário de Estado da Fazenda, cujo limite máximo de percepção mensal não poderá ultrapassar o valor do salário base do Padrão II.

§ 1º Fica vedado ao Auditor Fiscal da Receita Estadual – AFRE que receba o adicional previsto neste artigo requisitar veículo do Poder Público a fim de executar suas atividades funcionais.

§ 2º Ao Auditor Fiscal da Receita Estadual – AFRE não se aplica o disposto no inciso III do art. 56 da Lei Estadual nº 5.247, de 1991, e no art. 64 da Lei Delegada nº 47, de 10 de agosto de 2015.

§ 3º O adicional de transporte e alimentação não se incorporará à remuneração do Auditor Fiscal da Receita Estadual – AFRE para nenhum efeito, nem será considerado para cálculo dos proventos na aposentadoria, e sobre o mesmo não incidirá o adicional por tempo de serviço.(AC)

*Art. 54-A acrescentado pela Lei n.º 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

TÍTULO IV

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I

DO TREINAMENTO E DA RECICLAGEM  

Art. 55. A Secretaria de Estado da Fazenda promoverá obrigatoriamente, a cada ano, o treinamento e a reciclagem dos integrantes dos Subgrupos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças. 

 Art. 55. A Secretaria Executiva de Fazenda promoverá obrigatoriamente, a cada ano, o treinamento e a reciclagem dos integrantes dos Subgrupos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças. (NR) 

* Nova redação dada ao caput do artigo 55 pelo art. 1º da Lei nº 6.520/04. 

Parágrafo único. Os integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças serão inscritos, de ofício, nos cursos de treinamento e/ou reciclagem de que trata o caput deste artigo, sendo-lhes exigido comparecimento mínimo, previsto em regulamento. 

CAPÍTULO II

DA APOSENTADORIA 

 Art. 56. O integrante do  Grupo Ocupacional Tributação e Finanças será aposentado com base no regime jurídico instituído para os Servidores Públicos Civis do Estado de Alagoas, aplicando-se o disposto nesta Lei e demais diplomas legais pertinentes. 

Parágrafo único. A média a que se referem as alíneas "a" e "b" do inciso III do art. 54 desta Lei, será incorporada integralmente aos proventos do componente do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças quando de sua passagem à inatividade, se o mesmo tiver cumprido no mínimo 05 (cinco) anos de efetivo exercício no cargo. 

 Art. 57. Aos inativos do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças ficam assegurados os direitos preconizados nesta Lei, na forma disposta no § 8º do art. 40 da Constituição Federal. 

TÍTULO V

DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS 

 Art. 58. Ficam extintos: 

I - Subgrupo FISCALIZAÇÃO

CLASSE

NÍVEL

QUANT. DE CARGOS

FISCAL AUXILIAR DE TRIBUTOS ESTADUAIS  - FATE

I

240

FISCAL AUXILIAR DE TRIBUTOS ESTADUAIS  - FATE

II

100

II - Subgrupo ARRECADAÇÃO

CLASSE

NÍVEL

QUANT. DE CARGOS

AGENTE AUXILIAR DE ARRECADAÇÃO - AACA

ÚNICO

137

AGENTE CONTROLADOR DE ARRECADAÇÃO - ACA

I

45

AGENTE CONTROLADOR DE ARRECADAÇÃO - ACA

II

18

III - Subgrupo FINANÇAS

CLASSE

NÍVEL

QUANT. DE CARGOS

AUXILIAR EM FINANÇAS - AF

I

26

AUXILIAR EM FINANÇAS - AF

II

15

AUXILIAR TÉCNICO EM FINANÇAS - ATF

I

13

AUXILIAR TÉCNICO EM FINANÇAS - ATF

II

10

AUXILIAR TÉCNICO EM FINANÇAS - ATF

III

07

Art. 59. Ficam enquadrados no nível IV de cada Subgrupo os integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças que nele ingressaram até o ano de 1987. 

§  1º. Os quantitativos dos níveis de cada subgrupo ficam acrescidos de quantos cargos deles excedam, em decorrência do enquadramento previsto neste artigo, sendo extintos na medida  de sua vacância. 

§ 2º. Os servidores integrantes do Subgrupo Fiscalização, enquadrados no Nível IV, por força deste artigo, poderão prestar serviços, em caráter temporário e excepcional, até o ingresso de novos servidores nos níveis inferiores, na Coordenadoria de Mercadorias em Trânsito e na Coordenadoria de Fiscalização, excetuando-se aqueles que, na data da publicação desta Lei, já sejam ocupantes do Nível IV 

§ 2º Os integrantes do Subgrupo FISCALIZAÇÃO que nele ingressaram até 31 de dezembro de 1987 permanecerão lotados na capital do Estado, salvo quando solicitado pelo próprio servidor. (NR)

*Nova redação dada ao §2º pelo inciso XXVII do artigo 2º da Lei 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

CAPITULO II

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 

 Art. 60. Os integrantes do Grupo Ocupacional Tributação e Finanças são regidos por esta Lei, aplicando-se, no que couber, as disposições do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado de Alagoas.

§ 1°. Fica extinto o cargo de Assessor Econômico Financeiro da Secretaria de Estado da Fazenda, tão logo ocorra sua vacância.

§ 2°. O benefício decorrente do enquadramento de que trata o caput do Artigo 59 será extensivo aos aposentados, na mesma situação, por força do disposto no § 8° do Art. 40, da Constituição Federal. 

Art. 61. Esta lei será regulamentada mediante decreto do Poder Executivo.

Art. 62. A despesa decorrente da execução desta Lei correrá à conta de recursos próprios consignados na Lei Orçamentária em vigor. 

Art. 63.  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, mantendo-se todos os dispositivos da Lei N° 6.149/2000. 

PALÁCIO MARECHAL FLORIANO PEIXOTO, em Maceió, 23 de janeiro de 2002, 114º da República. 

RONALDO LESSA

Governador 

 

ANEXO ÚNICO

TABELA DE VENCIMENTOS DOS CARGOS DO GRUPO OCUPACIONAL

TRIBUTAÇÃO E FINANÇAS

Padrão

Vencimento

Padrão I

R$ 2.168,32

Padrão II

R$ 2.493,56

Padrão III

R$ 2.493,56

Padrão IV

R$ 2.867,70

Padrão V

R$ 3,298,50

Padrão VI

R$ 3.298,50

Padrão VII

R$ 3.298,50

Padrão VIII

R$ 3.298,50

*Anexo único acrescentado pela Lei nº 7.973/18. Efeitos a partir de 15/01/18.

*Reposição anual conforme Lei 8.028/18. Efeitos a partir de 04/07/18.

Reajuste de 2,95%

Padrão I

R$ 2.232,29

Padrão II

R$ 2.567,12

Padrão III

R$ 2.567,12

Padrão IV

R$ 2.952,30

Padrão V

R$ 3.395,81

Padrão VI

R$ 3.395,81

Padrão VII

R$ 3.395,81

Padrão VIII

R$ 3.395,81

*Reposição anual conforme Lei 8.028/18. Efeitos a partir de 04/07/18. Reajuste de 2,95%

Padrão I

R$ 2.232,29

Padrão II

R$ 2.567,12

Padrão III

R$ 2.567,12

Padrão IV

R$ 2.952,30

Padrão V

R$ 3.395,81

Padrão VI

R$ 3.395,81

Padrão VII

R$ 3.395,81

Padrão VIII

R$ 3.395,81