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ATUALIZADO EM: 21/05/2019
GOVERNO DE ALAGOAS
SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA
GABINETE DO SECRETÁRIO

Instrução Normativa7 DE 30 DE Março DE 2005

DISCIPLINA O RECONHECIMENTO DA NÃO-INCIDÊNCIA E A CONCESSÃO DAS ISENÇÕES, DISPÕE SOBRE AS CONFIGURAÇÕES DO AUTO DE LANÇAMENTO E DA NOTIFICAÇÃO DE DÉBITO, INSTITUI O VALOR MÍNIMO PARA INSCRIÇÃO DO DÉBITO NA DÍVIDA ATIVA, E OS NOVOS CÓDIGOS DE RECEITAS PARA FINS DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES - IPVA, NOS TERMOS DA LEI Nº 6.555, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O SECRETÁRIO EXECUTIVO DE FAZENDA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso das atribuições que lhe confere o art. 114, II, da Constituição Estadual;

Considerando a necessidade de facilitar a efetivação do exercício do direito ao reconhecimento da não-incidência ou a concessão de isenção; de instituir as configurações do Auto de Lançamento e da Notificação de Débito para efetivar o lançamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA, nos termos da Lei nº 6.555, de 30 de dezembro de 2004;

Considerando a necessidade de instituir o valor mínimo para inscrição do débito na Dívida Ativa e os novos Códigos de Receitas para fins de recolhimento do referido imposto, resolve expedir a seguinte 

INSTRUÇÃO NORMATIVA: 

TÍTULO I

DA NÃO-INCIDÊNCIA E DAS ISENÇÕES

CAPÍTULO I

DO RECONHECIMENTO DA NÃO-INCIDÊNCIA E DA CONCESSÃO DAS ISENÇÕES

Seção I

Do Objeto 

Art. 1º Os requisitos para o reconhecimento da não-incidência e para a concessão das isenções do Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA, previstos no Capítulo IV da Lei Estadual n.º 6.555, de 30 de dezembro de 2004, deverão estar contidos no requerimento da pessoa interessada, nos termos do ANEXO I desta Instrução Normativa, ingressos na Gerência Regional de Administração Fazendária ou em suas Centrais Já de Atendimento ao Cidadão de seu domicilio fiscal.

Parágrafo único. Os requerimentos entregues nas Centrais Já de Atendimento ao Cidadão serão encaminhados para o Grupo de Trabalho GT-IPVA, em até 2 (dois) dias úteis após requeridos.

Art. 1º O requerimento de reconhecimento de não-incidência ou de concessão de isenção do IPVA deverá ser efetuado mediante formulário próprio, nos termos do modelo constante do Anexo I, e protocolizado nas repartições fiscais de atendimento ao contribuinte relacionadas no endereço eletrônico www.sefaz.al.gov.br, de acordo com o domicílio fiscal do requerente.
Parágrafo único. Os requerimentos protocolados nas repartições fiscais de que trata o caput, dos contribuintes com domicílio fiscal na Capital, serão encaminhados para o Grupo de Trabalho - GT IPVA da Diretoria de Fiscalização de Estabelecimentos - DIFIS, pelos órgãos que os recepcionar, em até 2 (dois) dias úteis contados da data do requerimento.
*Nova redação dada ao art. 1º pela Instrução Normativa SEF n.º 042/08. 

Seção II

Do Reconhecimento Da Não-Incidência 

Art. 2º O reconhecimento da não-incidência condicionar-se-á a apresentação, conforme o caso, dos seguintes documentos, por cópia:

I - autarquias e fundações instituídas e mantidas pelo poder público, no que se refere aos veículos vinculados às suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes: estatuto; e lei de criação, no caso de autarquias; ou lei de autorização para sua instituição, no caso de fundações;

II - partidos políticos: estatuto e registro no Tribunal Superior Eleitoral; para suas fundações: estatuto;

III - entidades sindicais dos trabalhadores: estatuto e/ou ata de constituição;

IV - instituições de educação ou de assistência social, sem fins lucrativos:

a) ato oficial de reconhecimento de utilidade pública através de lei federal, estadual ou municipal; e comprovante de credenciamento atualizado junto a conselho educacional ou de assistência social de âmbito federal, estadual ou municipal, conforme o caso;

b) estatuto ou contrato social;

c) livros revestidos das formalidades capazes de assegurar a exatidão da escrituração de suas receitas e despesas, inclusive do termo de abertura a exemplo do livro diário, razão dentre outros;

d) balanço patrimonial do último exercício;

e) declaração do imposto de renda do último exercício; e

f) declaração sobre a prestação de serviços gratuitos ao público em geral de acordo com o ANEXO II; e

V - templos de qualquer culto: estatuto e ata da eleição de seus representantes.

§1º Além dos documentos indicados nos incisos do "caput" deste artigo, cada requerimento deve ser instruído, conforme o caso, com cópia do:

I - Certificado de Registro de Veículo - CRV;

II - Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo - CRLV do exercício anterior à solicitação;

III - Certificado de Matrícula e Nacionalidade e Certificado de Aeronavegabilidade (aeronaves);

IV - Título de Inscrição de Embarcação ou Registro no Tribunal Marítimo (embarcações);

V - Carteira de Identidade - CI;

VI - Carteira Nacional de Habilitação - CNH; e

VII - Cadastro de Pessoas Físicas - CPF, Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ/MF, Instrumento de Mandato (Procuração), e de demais documentos específicos pertinentes à pessoa física ou jurídica requerente.

§2º Em se tratando de veículo novo, será exigida cópia da Nota Fiscal relativa à sua aquisição.

§3º A não-incidência prevista no inciso I do "caput" deste artigo não se aplica aos veículos relacionados com a exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados, ou em que haja contraprestação ou pagamento de tarifas ou preços pelos usuários, devendo-se nestes casos, a autarquia ou fundação recolher o IPVA nos prazos e formas estabelecidos na legislação;

§4º Para fins de reconhecimento da não-incidência de que trata este artigo, entende-se como instituições de educação ou de assistência social, sem fins lucrativos, as entidades que prestam serviços educacionais ou assistenciais gratuitos ao público em geral.

§5º Em relação ao reconhecimento da não-incidência concernente às entidades firmadas nos incisos II, III, IV e V do "caput" deste artigo:

I - não se dará para os casos em que os veículos referidos não sejam utilizados nas finalidades essenciais da entidade, devendo-se recolher o IPVA nos prazos e formas estabelecidos na legislação; e

II - a entidade requerente deverá anexar declaração, com firma reconhecida em cartório, ANEXO II, que será firmada por dois membros de sua diretoria, comprovando que:

a) não distribui qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título;

b) aplica integralmente, no País, os seus recursos na manutenção dos seus objetivos institucionais, previstos no seu respectivo estatuto ou atos constitutivos; e

c) mantém escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão.

§ 6º O reconhecimento da não-incidência em relação aos veículos oficiais de propriedade de órgão da administração pública direta da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, será realizado automaticamente pela Secretaria Executiva de Fazenda por sistema eletrônico de processamento de dados e encaminhada ao Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas - DETRAN/AL.

§ 6° O reconhecimento da não-incidência dos veículos oficiais de propriedade de órgão da administração pública direta da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, será solicitada por ocasião do primeiro licenciamento, e, nos exercícios subseqüentes, automaticamente pela Secretaria Executiva de Fazenda, por sistema eletrônico de processamento de dados, sendo encaminhada ao Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas - DETRAN/AL. (NR)
* Nova redação dada ao § 6º do artigo 2º pela Instrução Normativa GSEF nº 41/05. 

Seção III

Da Concessão Das Isenções 

Art. 3º A concessão das isenções condicionar-se-á à apresentação dos seguintes documentos, por cópia, quando for o caso, e de acordo com a respectiva situação de isenção do veículo:

I - de propriedade de missões diplomáticas, órgãos consulares e representações de organismos internacionais, de caráter permanente, e de propriedade dos respectivos funcionários estrangeiros indicados pelo Ministério das Relações Exteriores:

a) documento fornecido pelo Ministério das Relações Exteriores, declaratório do direito de tratamento diplomático e assecuratório de que o país de origem adota medida recíproca em relação aos funcionários diplomáticos ou do serviço consular brasileiro; e

b) identidade funcional do interessado, fornecida pelo Ministério da Justiça;

II - de uso exclusivo na atividade agrícola ou florestal: documentação comprobatória desta condição;

III - tipo automóvel, de fabricação nacional, com capacidade para até cinco ocupantes, incluindo o condutor, para ser utilizado como táxi no transporte de pessoas, comprovadamente registrado ou licenciado na categoria aluguel, pertencente a profissional autônomo habilitado, observada a legislação que disciplina o transporte público de passageiros:

a) documento comprobatório fornecido pelo órgão do poder público concedente (art. 135 do CTB, Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997) de que exerce a atividade de profissional autônomo ou cooperativado de transporte de passageiros na categoria de aluguel (táxi) e titular de autorização, permissão ou concessão pelo Poder Público para exploração do serviço de transporte individual de passageiros constando obrigatoriamente: o nome, número do CPF do autorizado, permissionário ou daquele que recebeu a concessão, o número e a data de validade da permissão, autorização ou concessão, número de registro no Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM, placa, chassi, marca/modelo, espécie/tipo, categoria, ano de fabricação, exercício de referencia, nome e assinatura(s) reconhecida(s) em cartório da(s) autoridade(es) apta(s) a concessão da certidão com números do CPF e da Carteira de Identidade;

b) contrato de arrendamento mercantil, se for o caso;

II - fabricados para uso exclusivo na atividade agrícola ou florestal: documentação comprobatória desta condição;
III - tipo automóvel, de fabricação nacional, com capacidade para até cinco ocupantes, incluindo o condutor, para ser utilizado como táxi no transporte de pessoas, comprovadamente registrado ou licenciado na categoria aluguel, pertencente a profissional autônomo habilitado, observada a legislação que disciplina o transporte público de passageiros:
a) documento comprobatório, fornecido pelo órgão do poder público concedente, de que o requerente exerce atividade de profissional autônomo na categoria de aluguel (táxi), há pelo menos 1(um) ano, em que conste obrigatoriamente:
1. quanto aos dados relativos à autorização (licença/alvará): tipo; número; data da expedição e de validade; nome e assinatura, reconhecida em cartório, da autoridade concedente, bem como CPF e RG;
2. quanto aos dados relativos ao profissional taxista: nome; CPF; RG e órgão emissor; endereço completo; número da CNH; data de expedição da primeira habilitação e data de validade e categoria;
3. quanto aos dados relativos ao veículo: nº de registro no RENAVAM, placa, chassi, marca/modelo, espécie/tipo, categoria, ano de fabricação e exercício de referência;
b) contrato de arrendamento mercantil do veículo, se for o caso;
c) comprovante de residência do requerente;
d) comprovante de inscrição e de regularidade do requerente no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) na atividade motorista de táxi, há pelo menos 1 (um) ano;
e) concessão de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, expedida pela Receita Federal do Brasil; e
g) na hipótese em que ocorra a destruição completa do veículo ou seu desaparecimento por furto ou roubo:
1. certidão de baixa do veículo, prevista em resolução do Conselho Nacional de Trânsito -CONTRAN, no caso de destruição completa do veículo; ou
2. certidão expedida pela Delegacia de Roubos e Furtos ou congênere, no caso de furto ou roubo;
*Nova redação dada aos incisos II e III do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

IV - tipo automóvel de passageiros, de fabricação nacional, para uso exclusivo de portador de deficiência física, inclusive especialmente adaptado para condução pelo mesmo, ou de deficiência visual, mental severa ou profunda, ou autistas:

a) portador de deficiência física, totalmente incapacitado para conduzir veículo comum, mas apto a conduzir veículos especialmente adaptados às suas necessidades individuais, inclusive pessoa portadora de deficiência física com alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho da atividade de condutor de veículo automotor, Definições de acordo com o Decreto Federal nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, (Redação dada pelo Decreto Federal nº 5.296, de 2004), na Portaria Interministerial nº 2 do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da Republica de 21 de novembro de 2003, e CID-10.:

IV - tipo automóvel de passageiros, de fabricação nacional, para uso exclusivo de portador de deficiência física, especialmente adaptado para condução pelo mesmo, ou de deficiência visual ou mental:
a) portador de deficiência física, totalmente incapacitado para conduzir veículo comum, mas apto a conduzir veículos especialmente adaptados às suas necessidades individuais, observada a definição prevista no § 13:
*Nova redação dada ao caput do inciso IV e a sua alínea "a" pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

1 - do Laudo de Avaliação - Deficiência Física e/ou Visual decorrente de Perícia Médica executada pela Junta Médica Especial designada por ato do Diretor Geral do Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas - DETRAN/AL, e em grau de recurso pela Junta Médica Especial designada por ato do Presidente do Conselho Estadual de Trânsito, ANEXO III, que deverá atestar a completa incapacidade do interessado para dirigir automóveis comuns e sua habilitação para fazê-lo em veículos especialmente adaptados; especificando o tipo de deficiência física; e as adaptações necessárias, conforme disposto no item 10.2 do Anexo I da RESOLUÇÃO - CONTRAN Nº 51/1998, que teve seus Anexos I e II, alterados pela RESOLUÇÃO - CONTRAN Nº 80/1998, que dispõe sobre os exames de aptidão física e mental e os exames de avaliação psicológica;

1 - do Laudo de Avaliação - Deficiência Física decorrente de Perícia Médica executada pela Junta Médica Especial, designada por ato do Diretor Geral do Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas - DETRAN/AL, e, em grau de recurso, pela Junta Médica Especial, designada por ato do Presidente do Conselho Estadual de Trânsito, ANEXO III, que deverá atestar a completa incapacidade do interessado para dirigir automóveis comuns e sua habilitação para fazê-lo em veículos especialmente adaptados, especificando o tipo de deficiência física e as adaptações necessárias, conforme disposto no item 10.2 do Anexo I da RESOLUÇÃO - CONTRAN  Nº 51/1998, que teve seus Anexos I e II, alterados pela RESOLUÇÃO - CONTRAN  Nº 80/1998, que dispõe sobre os exames de aptidão física e mental e os exames de avaliação psicológica; (NR)
* Nova redação dada ao item 1 da alínea "a" do inciso IV do art. 3º pelo artigo 1º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

2 - relativamente às adaptações realizadas:

2.1 cópia da nota fiscal referente às adaptações, realizadas por empresa especializada, feitas no veículo, observando-se as adaptações admitidas pelo Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN; e

2.2 laudo ou Declaração, fornecida por empresa de inspeção veicular, que ateste as adaptações feitas no veículo, devidamente credenciado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO;

3 - da Carteira Nacional de Habilitação, com prazo de validade em situação regular e coincidente com o prazo de validade do Laudo de Avaliação da Junta Medica Especial, onde conste a aptidão para dirigir veículos com adaptações especiais, discriminadas no laudo, na qual conste também, estar o interessado autorizado a dirigir veículo adaptado às suas condições físicas;

4 - Declaração de Capacidade Econômica, condicionante para a aquisição do veículo automotor, diretamente pelo portador da deficiência, ANEXO VI;

5 - Contrato de Arrendamento Mercantil, se for o caso;

b) pessoa portadora de deficiência visual e incapacitada para o desempenho da atividade de conduzir veículos, considerada aquela que apresenta acuidade visual igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60º; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.Definições de acordo com o Decreto Federal nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, (Redação dada pelo Decreto Federal nº 5.296, de 2004), na Portaria Interministerial nº 2 do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da Republica de 21 de novembro de 2003, e CID-10.:

b) portador de deficiência visual, incapacitado para o desempenho da atividade de conduzir veículos, observada a definição prevista no § 13:
*Nova redação dada a alínea "b" do inciso IV do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

1 - do Laudo de Avaliação - Deficiência Física e/ou Visual decorrente de Perícia Médica executada pela Junta Médica Especial designada por ato do Diretor Geral do Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas - DETRAN/AL, e em grau de recurso pela Junta Médica Especial designada por ato do Presidente do Conselho Estadual de Trânsito, ANEXO III, que deverá atestar a completa incapacidade do interessado para dirigir veículos automotores;

1 - do Laudo de Avaliação - Deficiência Visual, emitido por prestador de serviço público de saúde municipal, estadual ou federal, cuja deficiência seja atestada por equipe responsável pela área correspondente à deficiência, composta por, no mínimo, dois médicos, ANEXO XIII; (NR)
* Nova redação dada ao item 1 da alínea "b" do inciso IV do art. 3º pelo artigo 1º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

2 - da Carteira Nacional de Habilitação do condutor do veículo;

3 - Declaração de Capacidade Econômica, condicionante para a aquisição do veículo automotor, ANEXO VI;

4 - Contrato de Arrendamento Mercantil, se for o caso; e

c) pessoas portadoras de deficiência mental(severa ou profunda), ou autistas(transtorno autista e autismo atípico), incapacitadas para o desempenho da atividade de conduzir veículos automotores, adotar-se-á a definição dada pelo ato conjunto editado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e pelo Ministério da Saúde, de que trata o § 4º do art. 1º da Lei nº 8.989, de 24 de fevereiro de 1995, na redação dada pela Lei nº 10.690, de 16 de junho de 2003, no Decreto Federal nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, (Redação dada pelo Decreto Federal nº 5.296, de 2004), na Portaria Interministerial nº 2, de 21 de novembro de 2003, bem como as normas e requisitos para emissão dos laudos de avaliação:

c) portador de deficiência mental, incapacitado para o desempenho da atividade de conduzir veículos, observada a definição prevista no § 13:
* Nova redação dada a alínea "c" do inciso IV do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

1 - Laudo de Avaliação - Deficiência Mental(Severa ou Profunda) - ANEXO IV e laudo de Avaliação - Autismo(Transtorno Autista e Autismo Atípico) - ANEXO V, decorrente de Perícia Médica executada pela Junta Médica Especial designada por ato do Diretor Geral do Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas - DETRAN/AL, e em grau de recurso pela Junta Médica Especial designada por ato do Presidente do Conselho Estadual de Trânsito, que deverá atestar a completa incapacidade do interessado para dirigir automóveis;

1 - Laudo de Avaliação - Deficiência Mental (Severa ou Profunda) - ANEXO IV e laudo de Avaliação – Autismo (Transtorno Autista e Autismo Atípico) - ANEXO V, emitido por prestador de serviço público de saúde municipal, estadual ou federal, cuja deficiência seja atestada por equipe responsável pela área correspondente à deficiência, composta por, no mínimo, um médico e um psicólogo; (NR)
* Nova redação dada ao item 1 da alínea "c" do inciso IV do art. 3º pelo artigo 1º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

2 - da Carteira Nacional de Habilitação do Curador ou do condutor do veículo;

3 - Declaração de capacidade econômica condicionante para a aquisição do veículo automotor diretamente pelo curador, ANEXO VI;

4 - Contrato de Arrendamento Mercantil, se for o caso;

5 - Certidão judicial de curatela;

d) em qualquer das situações das alíneas "a" a "c": comprovação de disponibilidade financeira ou patrimonial suficiente para fazer frente aos gastos com a aquisição e a manutenção do veículo a ser adquirido, podendo a referida disponibilidade ser da pessoa com deficiência ou de seu cônjuge, ascendentes ou descendentes, observado que o valor de mercado do veículo não deve ultrapassar R$ 60.000,00 (sessenta mil reais);
*Alínea "d" do inciso IV do art. 3º acrescentado pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

IV - tipo automóvel de passageiros, para uso por pessoa (Lei 7.745/15):

a) portadora de deficiência física, observada a definição prevista no § 13:

1. laudo de avaliação médica exigido na legislação do ICMS para isenção desse imposto na aquisição de veículo (item 74 da parte I do anexo I do Regulamento do ICMS);

2. relativamente às adaptações realizadas:

2.1 cópia da nota fiscal referente às adaptações, realizadas por empresa especializada, feitas no veículo, observando-se as adaptações admitidas pelo Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN;

2.2 laudo ou Declaração, fornecida por empresa de inspeção veicular, que ateste as adaptações feitas no veículo, devidamente credenciado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO;

3. Carteira Nacional de Habilitação (CNH), com prazo de validade em situação regular e coincidente com o prazo de validade do laudo de avaliação médica, quando se tratar de deficiência física que possibilite o deficiente a dirigir o veículo, na qual constem as restrições referentes ao condutor e as adaptações necessárias ao veículo;

4. Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dos condutores autorizados devidamente identificados, nos termos da legislação do ICMS para isenção desse imposto na aquisição de veículo;

5. contrato de arrendamento mercantil, se for o caso;

b) portadora de deficiência visual, incapacitada para o desempenho da atividade de conduzir veículos, observada a definição prevista no § 13:

1. laudo de avaliação médica exigido na legislação do ICMS para isenção desse imposto na aquisição de veículo (item 74 da parte I do anexo I do Regulamento do ICMS);

2. Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dos condutores autorizados devidamente identificados, nos termos da legislação do ICMS para isenção desse imposto na aquisição de veículo;

3. contrato de arrendamento mercantil, se for o caso;

c) portadora de deficiência mental, incapacitada para o desempenho da atividade de conduzir veículos, observada a definição prevista no § 13:

1. laudo de avaliação médica exigido na legislação do ICMS para isenção desse imposto na aquisição de veículo (item 74 da parte I do anexo I do Regulamento do ICMS);

2. Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dos condutores autorizados devidamente identificados, nos termos da legislação do ICMS para isenção desse imposto na aquisição de veículo;

3. contrato de arrendamento mercantil, se for o caso;

4. documento que comprove a representação legal;

d) portadora de autismo, incapacitada para o desempenho da atividade de conduzir veículos, observada a definição prevista no § 13:

1. laudo de avaliação médica exigido na legislação do ICMS para isenção desse imposto na aquisição de veículo;

2. Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dos condutores autorizados devidamente identificados, nos termos da legislação do ICMS para isenção desse imposto na aquisição de veículo;

3. contrato de arrendamento mercantil, se for o caso;

4. documento que comprove a representação legal;

e) nas situações das alíneas “a” a “d”: comprovação de disponibilidade financeira ou patrimonial do portador de deficiência ou autista, ou de parentes em primeiro grau em linha reta ou em segundo grau em linha colateral, cônjuge ou companheiro em união estável, ou, ainda, de seu representante legal, suficiente para fazer frente aos gastos com a aquisição e a manutenção do veículo a ser adquirido, observado, ainda:

1. parâmetros objetivos exigidos para a comprovação da disponibilidade financeira ou patrimonial no âmbito da isenção do ICMS na aquisição de veículos;

2. na hipótese de veículo:

2.1 novo, o preço de venda ao consumidor sugerido pelo fabricante, incluídos os tributos incidentes, não deve ser superior ao previsto em convênio para a isenção do ICMS na saída destinada a pessoa portadora de deficiência;

2.2 usado, o valor da base de cálculo previsto em tabela anual de incidência do IPVA divulgada pela Secretaria de Estado de Fazenda, não deve ser superior ao limite estabelecido no item 2.1.

*Nova redação dada ao inciso IV do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

 V - de uso terrestre, com quinze ou mais anos de fabricação, será realizada automaticamente pela Secretaria Executiva de Fazenda por sistema eletrônico de processamento de dados e encaminhada para o Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas - DETRAN/AL;

V – de uso terrestre, fabricados até 31 de dezembro de 2000, dispensado o pedido do contribuinte (Lei 7.745/15);

*Nova redação dada ao inciso V do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

VI - tipo embarcações e aeronaves, com trinta ou mais anos de fabricação, será realizada automaticamente pela Secretaria Executiva de Fazenda por sistema eletrônico de processamento de dados;

VII - sinistrado com perda total, a partir da data de ocorrência do evento, sendo devido o imposto correspondente aos meses, ou fração, já transcorridos no exercício, ficando condicionado o benefício à comprovação pelo proprietário do veículo irrecuperável:

VII - quando ocorrer perda total do veículo, hipótese em que a isenção aplica-se a partir do exercício seguinte ao da ocorrência do evento (veículo considerado irrecuperável):
*Nova redação dada ao caput do inciso VII pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

VII - quando ocorrer sinistro com perda total do veículo, hipótese em que a isenção aplica-se a partir do mês seguinte ao da efetiva baixa de circulação do veículo sinistrado junto ao órgão de trânsito (veículo considerado irrecuperável) (Lei 7.745/15):

*Nova redação dada ao caput do inciso VII do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

a) da inexistência de débitos anteriores;

b) se for o caso, a integração do veículo ao patrimônio da seguradora, com a assunção, pela empresa, dos direitos relativos ao veículo, comprovado através dos:

1. Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos - CRLV; e

2. Certificado de Registro de Veículos - CRV, devidamente preenchido e com firma reconhecida; e

c) a baixa do veículo automotor no Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM, no prazo e forma estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN.

b) Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos - CRLV e Certificado de Registro de Veículos - CRV, devidamente preenchidos e com firmas reconhecidas, no caso de integração do veículo ao patrimônio da seguradora, com a assunção, pela empresa, dos direitos relativos ao veículo;
c) certidão de baixa do veículo no Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM, conforme previsto pelo Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN;
*Nova redação dada às alíneas "b" e "c" do inciso VII pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

VIII - de propriedade ou posse de turistas estrangeiros, portadores de "Certificado Internacional de Circular e Conduzir", pelos prazos estabelecidos nesses Certificados, mas nunca superior a um ano, desde que o País de origem adote tratamento recíproco relativamente aos veículos do Brasil:

a) documento comprobatório da condição de turista e comprovação de tratamento recíproco no país de origem;

b) "Certificado Internacional de Circular e conduzir", ou documento de habilitação do condutor, equivalente; e,

c) documento de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF, do Ministério da Fazenda, no caso de aquisição de veículo.

IX - tipo motocicleta e motoneta, de fabricação nacional, com potência de até duzentas cilindradas, de propriedade de pessoas físicas e destinadas ao uso exclusivo em atividade agrícola, desde que o beneficiário apresente certidão emitida por órgão competente que comprove sua condição de pequeno proprietário, produtor rural ou assentado em áreas destinadas à reforma agrária, devendo apresentar:

a) Certidão de registro de matrícula no registro de imóveis ou escritura, contrato ou compromisso de compra e venda ou no caso de posse, declaração de posse do imóvel rural; e

b) Comprovação de inscrição no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA mediante o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural - CCIR ou Declaração expedida pela Delegacia da Receita Federal em Alagoas que a propriedade é cadastrada no Cadastro de Imóveis Rurais - CAFIR da Secretaria da Receita Federal, conforme Instrução Normativa SRF nº 272, de 30 de dezembro de 2002, identificando o NIRF - número de inscrição na Receita Federal, o nome e o endereço de localização, a área total e o número de inscrição no INCRA do imóvel rural, bem assim, o nome e o número de inscrição no CPF do contribuinte; e

X - enquadrados nos casos de furto, roubo, extorsão ou estelionato, ou ainda aquele em que o proprietário perdeu a posse ou propriedade de forma ilegal, no período compreendido entre a data de ocorrência do fato e a data de sua recuperação ou devolução ao proprietário, desde que seja lavrada a ocorrência policial respectiva, e efetivada a informação no Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM, pelo órgão competente, sendo devido o imposto correspondente aos meses, ou fração de mês, já transcorridos do exercício, ficando condicionado o benefício à comprovação pelo proprietário do veículo em referência a:

X - quando ocorrer furto, roubo, sinistro ou outro motivo que descaracterize o domínio ou a posse do veículo, hipótese em que a isenção, total ou parcial, aplica-se apenas a partir do exercício seguinte ao da ocorrência do evento, e até que sejam restabelecidos os direitos de propriedade ou posse do veículo:
*Nova redação dada ao caput do inciso X do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

X - quando ocorrer furto ou roubo, hipótese em que a isenção, total ou parcial, aplica-se a partir do mês seguinte ao da ocorrência do furto ou roubo e até o mês anterior ao de devolução do veículo ao proprietário (Lei 7.745/15):

*Nova redação dada ao caput do inciso X do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

a) inexistência de débitos anteriores;

b) restrição referente a roubo ou furto em relação ao veículo automotor no Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM ; e

c) se for o caso, integração do veículo ao patrimônio da seguradora, com a assunção, pela empresa, dos direitos relativos ao veículo, quando do pagamento de indenização em decorrência de furto ou roubo, comprovado através dos:

1. Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos - CRLV; e

2. Certificado de Registro de Veículos - CRV, devidamente preenchido e com firma reconhecida; e

d) certidão da lavratura da ocorrência policial expedida pela Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos referente ao delito.

XI – apreendido e levado a leilão pelo Poder Público do Estado de Alagoas, hipótese em que a isenção aplica-se a partir do mês seguinte ao de sua apreensão até o mês anterior ao da arrematação: documentos comprobatórios da aquisição em leilão promovido pelo poder público (Lei 7.745/15);

*Inciso XI do art. 3º acrescentado pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16. 

XII – de duas rodas, comprovadamente registrado ou licenciado na categoria aluguel, pertencente a profissional autônomo habilitado, observada a legislação que disciplina o transporte público de passageiros, limitada a isenção a 01 (um) veículo por proprietário, atendidas as disposições das alíneas do inciso III do caput deste artigo (Lei 7.745/15);

*Inciso XII do art. 3º acrescentado pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16. 

XIII – registrado ou licenciado na categoria aluguel, cadastrado na ARSAL – Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas e utilizado no serviço complementar de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros, limitada a isenção a 1 (um) veículo por proprietário:

a) documento de outorga, emitido pela ARSAL, para exploração do respectivo serviço, acompanhado de:

1. quanto aos dados relativos à autorga: tipo; número; data da expedição e de validade; nome e assinatura, reconhecida em cartório, da autoridade concedente, bem como CPF e RG;

2. quanto aos dados relativos ao condutor permissionário: nome; CPF; RG e órgão emissor; endereço completo; número da CNH; data de expedição da primeira habilitação e data de validade e categoria;

3. quanto aos dados relativos ao veículo: nº de registro no RENAVAM, placa, chassi, marca/modelo, espécie/tipo, categoria, ano de fabricação e exercício de referência;

b) contrato de arrendamento mercantil do veículo, se for o caso;

*Inciso XIII do art. 3º acrescentado pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16. 

§1º O benefício previsto nos incisos III, IV e IX do "caput" deste artigo, será concedido para apenas um veículo de propriedade do deficiente físico, do motorista autônomo de táxi, e da pessoa física proprietária de motocicleta ou motoneta destinada ao uso exclusivo em atividade agrícola, ressalvados os casos excepcionais de destruição completa, desaparecimento do veículo ou alienação devidamente comprovada.

§ 1º O benefício previsto nos incisos III, IV e IX do ”caput" deste artigo, será concedido para apenas um veículo de propriedade do deficiente físico, visual, mental (severo ou profundo) ou autista; do motorista autônomo de táxi; e da pessoa física proprietária de motocicleta ou motoneta destinada ao uso exclusivo em atividade agrícola, ressalvados os casos excepcionais de destruição completa, desaparecimento do veículo ou alienação devidamente comprovada. (NR)
* Nova redação dada ao § 1º do art. 3º pelo artigo 1º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

§ 1º O benefício previsto nos incisos III, IV e IX do caput deste artigo aplica-se, exclusivamente, a um único veículo próprio ou com arrendamento mercantil, desde que o interessado não possua mais de um veículo registrado em seu nome, excluindo-se motocicleta (Lei 7.745/15).

*Nova redação dada ao §1º do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

§2º As pessoas mencionadas no parágrafo anterior deverão recolher o imposto com os acréscimos tributários legais, a contar da aquisição, na hipótese de:

I - transmitir o veículo, a qualquer título, dentro de três anos da data de aquisição, a pessoa que não faça jus ao mesmo benefício fiscal;

§ 2º Na hipótese da isenção prevista nos incisos III, IV, IX, XII e XIII do caput deste artigo, deverá ser recolhido o imposto com os acréscimos tributários legais, a contar da aquisição, na hipótese de:

I - transmissão do veículo, a qualquer título, no prazo de até 2 (dois) anos da data da aquisição, a pessoa que não faça jus ao mesmo tratamento fiscal, salvo nas seguintes hipóteses:

I - transmissão do veículo, a qualquer título, a pessoa que não faça jus ao mesmo tratamento fiscal, no prazo de até 4 (quatro) anos da data da aquisição, na hipótese do inciso IV, e de até 2 (dois) anos, na hipótese dos demais incisos, salvo nas seguintes hipóteses:

*Nova redação dada ao caput do inciso I do §2º do art. 3º pela Instrução Normativa SEF n.º 23/19. Efeitos a partir de 18/06/19.

a) transmissão para a seguradora nos casos de roubo, furto ou perda total do veículo;

b) transmissão do veículo em virtude do falecimento do beneficiário; ou

c) alienação fiduciária em garantia;

*Nova redação dada ao §2º, I, do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

II - modificação das características do veículo, para retirar-lhe o caráter de especial em relação ao veículo automotor do portador de deficiência física descritos no inciso IV do "caput" deste artigo; e

III - emprego do veículo em finalidade que não seja a que justificou a isenção.

§3º Não será acolhido, para os efeitos da concessão do benefício, os Laudos de Avaliação previstos nos ANEXOS III, IV e V, que não contiverem detalhadamente:

§ 3º Não será acolhido, para os efeitos da concessão do benefício, os Laudos de Avaliação previstos nos ANEXOS III, IV, V e XIII, que não contiverem detalhadamente: (NR)
* Nova redação dada ao caput do § 3º do art. 3º pelo artigo 1º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

I - o atestado da completa incapacidade do interessado para conduzir veículo automotor comum e sua habilitação para fazê-lo em veículo especialmente adaptado, no caso de portador de deficiência física;

II - a especificação detalhada do tipo de deficiência da pessoa portadora; e

III - a especificação detalhada das adaptações necessárias, quando for o caso.

*§3º do art. 3º revogado pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

§4º A condição de pessoa portadora de deficiência mental severa ou profunda, ou a condição de autista, será atestada em conjunto por médico e psicólogo, de acordo com os critérios de diagnósticos estabelecidos no Decreto Federal nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, (Redação dada pelo Decreto Federal nº 5.296, de 2004), na Portaria Interministerial nº 2 do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da Republica de 21 de novembro de 2003, e no DSM-IV - Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.

*§4º do art. 3º revogado pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

§5º Na hipótese em que o requerente pretenda efetuar no veículo a ser adquirido as adaptações necessárias e dotá-lo das características especiais adequadas para o seu uso, deverá cumprir as disposições contidas no item "2", da alínea "a" do inciso IV do "caput" deste artigo;

§6º Além dos documentos indicados nos incisos do "caput" deste artigo, cada requerimento deve ser instruído, conforme o caso, com cópia do:

I - Certificado de Registro de Veículo - CRV;

II - Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo - CRLV do exercício anterior à solicitação;

III - Certificado de Matrícula e Nacionalidade e Certificado de Aeronavegabilidade (aeronaves);

IV - Título de Inscrição de Embarcação ou Registro no Tribunal Marítimo (embarcações);

V - Carteira de Identidade - CI;

VI - Carteira Nacional de Habilitação - CNH; e

VII - Cadastro de Pessoas Físicas - CPF, Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ/MF, Instrumento de Mandato (Procuração), e de demais documentos específicos pertinentes à pessoa física ou jurídica requerente.

§7º Toda e qualquer informação passível de ser encaminhada por meio eletrônico, especialmente as informações constantes dos Laudos de Avaliação das Perícias Médicas citados nas alíneas "a", "b" e "c" do inciso IV deste artigo, poderão ser fornecidas pelo órgão do poder público concedente através de processamento eletrônico de dados.

§ 7° Toda e qualquer informação passível de ser encaminhada por meio eletrônico poderá ser fornecida pelo órgão do poder público concedente através de processamento eletrônico de dados. (NR)
* Nova redação dada ao § 7º do artigo 3º pela Instrução Normativa GSEF nº 41/05.

§8º Na hipótese do inciso X do "caput" deste artigo, sendo recuperado ou devolvido o veículo, o proprietário deverá comunicar o fato à Secretaria Executiva de Fazenda, no prazo de até 30 dias após a ocorrência.

§ 8º Nas hipóteses dos incisos VII e X do caput deste artigo:
I - a isenção:
a) não ocorrerá no ano da ocorrência do evento (perda total, furto, roubo etc.);
b) será considerada somente a partir do ano seguinte ao do evento, sendo que, havendo estabelecimento do domínio ou da posse, o imposto será cobrado parcial e proporcional ao período do ano em que o veículo não estiver efetivamente na posse ou domínio de seu proprietário;
II - não caberá devolução do imposto pago, no caso em que o restabelecimento do domínio ou da posse ocorrer posteriormente ao vencimento do IPVA;
III - sendo restabelecido o domínio ou a posse do veículo, o proprietário deverá comunicar o fato à Secretaria de Estado da Fazenda, no prazo de até 30 (trinta) dias após a ocorrência.

*Nova redação dada aos §8º do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

§ 8º Nas hipóteses dos incisos VII e X do caput deste artigo (Lei 7.745/15):

I - a isenção:

a) não incidirá no mês da ocorrência do evento;

b) será considerada somente a partir do mês seguinte ao do roubo ou furto ou da efetiva baixa;

II - relativamente ao ano em que ocorreu o evento:

a) o valor do IPVA já pago, a que se refere o respectivo exercício, será restituído ao sujeito passivo proporcionalmente ao período decorrido entre o mês seguinte à data do evento e o mês anterior à data da devolução do veículo, se esta ocorrer dentro do mesmo ano; ou

b) se o veículo não for devolvido ao proprietário até 31 de dezembro do ano em que ocorreu o roubo ou furto, o período a ser considerado para fins de restituição proporcional do IPVA já pago será contado até essa data;

III - nos anos subsequentes ao roubo ou furto, enquanto não devolvido o veículo, aplica-se a isenção prevista no caput;

IV - sendo restabelecido o domínio ou a posse do veículo:

a) o proprietário deverá comunicar o fato à Secretaria de Estado da Fazenda no prazo de até 30 (trinta) dias após a ocorrência;

b) o imposto será cobrado parcial e proporcional ao período do ano em que o veículo estiver efetivamente na referida posse ou domínio de seu proprietário;

V – a restituição do imposto será efetuada a partir do exercício seguinte ao da ocorrência da isenção.

*Nova redação dada ao §8º do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

§9º A ausência da comunicação estabelecida no parágrafo anterior, implica a presunção relativa de que a recuperação ou devolução ocorreu no mesmo dia da perda ilegal do veículo, cabendo a cobrança:

I - do imposto; e

II - de multa prevista no art. 39, inciso III, da Lei 6.555, de 30 de dezembro de 2004, e demais acréscimos tributários, se houver.

§ 9º A ausência da comunicação estabelecida no inciso III do § 8º implica presunção relativa do restabelecimento do domínio ou da posse do veículo no mesmo dia da perda ilegal do veículo, cabendo a cobrança do imposto e da multa prevista no art. 39, III, da Lei nº 6.555, de 30 de dezembro de 2004, e demais acréscimos tributários, se houver.

*Nova redação dada aos §9 do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

§10 Nos termos do Parágrafo único, do art. 6º da Lei 6.555, de 30 de dezembro de 2004, são isentos do pagamento de taxa os pedidos de reconhecimento de não-incidência e os de concessão de isenção realizados por intermédio do sistema eletrônico de processamento de dados.

§ 10. A partir da implementação pela Secretaria de Estado da Fazenda do pedido eletrônico, serão isentos do pagamento de taxa os pedidos de reconhecimento de não-incidência e os de concessão de isenção realizados por intermédio do sistema eletrônico de processamento de dados (Lei 6.555, de 2004, art. 6º, § 11).

*Nova redação dada aos §10 do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

*§10 do art. 3º revogado pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

§ 11 Sendo o beneficiário da isenção portador de deficiência visual, mental (severa ou profunda) ou o autista, o veículo automotor deverá ser dirigido por condutor autorizado pelo requerente, ou seu representante legal, podendo ser indicado até 2 (dois) condutores, conforme identificação constante do Anexo XIV desta Instrução Normativa.

* § 11 do art. 3º acrescentado pelo artigo 3º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

§ 11. Caso o beneficiário da isenção não seja o condutor do veículo, o veículo automotor deverá ser dirigido por condutor autorizado pelo requerente, ou seu representante legal, podendo ser indicado até 3 (três) condutores, nos termos da legislação do ICMS para isenção desse imposto na aquisição de veículo (item 74 da parte I do anexo I do Regulamento do ICMS).

*Nova redação dada ao §11º do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16. 

§ 12 Uma cópia da autorização, referida no § 11, deverá ser chancelada pela autoridade competente, nos termos do art. 4º e seu parágrafo único, sendo de porte obrigatório pelo condutor, quando este dirigir o veículo automotor. (AC)

* § 12 do art. 3º acrescentado pelo artigo 3º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

§ 13. Para fins da isenção prevista no inciso IV do caput, considera-se:
I - pessoa portadora de deficiência física, apenas a que se enquadre em uma das seguintes deficiências:
a) amputação de um dos membros superiores ou inferiores, inclusive de uma das mãos ou de um dos pés;
b) paralisia total ou parcial de membro superior ou inferior, inclusive de uma das mãos ou de um dos pés;
c) mastectomia com paresia em membro superior; ou
d) atrofia de membro superior ou inferior, inclusive mão ou pé, incluindo-se nesse conceito o encurtamento ou a deformidade do membro e o nanismo;
II - pessoa portadora de deficiência visual: aquela que apresenta acuidade visual igual ou menor que 20/200 (tabela de Snellen) no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20° graus, ou ocorrência simultânea de ambas as situações;
III - pessoa portadora de deficiência mental: aquela que se enquadre na definição dada no ato conjunto editado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e pelo Ministério da Saúde, de que trata a Lei nº 8.989, de 24 de fevereiro de 1995, na redação dada pela Lei nº 10.690, de 16 de junho de 2003, e alterações posteriores, para fins de conceituação de pessoas portadoras de deficiência mental severa ou profunda, ou autistas, bem como as normas e requisitos para emissão dos laudos de avaliação delas.
*§13 do art. 3º acrescentado pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

§ 13. Para os efeitos da isenção prevista no inciso IV do caput, deverão ser utilizados os mesmos conceitos de deficiência física, visual, mental severa ou profunda e de autista usados para o reconhecimento da isenção do ICMS (item 74 da parte I do anexo I do Regulamento do ICMS).

*Nova redação dada ao §13º do art. 3º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16. 

§ 14. A exigência prevista na alínea "d" do inciso III do caput, para fins de isenção no exercício de 2009, somente ocorrerá em relação ao veículo táxi com registro no interior do Estado, sendo dispensada a contagem de tempo de 1 (um) ano para comprovação de inscrição e de regularidade.

*§14 do art. 3º acrescentado pela Instrução Normativa GSEF n.º 008/09. 

§ 15. A isenção somente será concedida àquele que não possuir débito com a Fazenda Pública Estadual (Lei 7.745/15).

*§15 do art. 3º acrescentado pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

CAPÍTULO II

DA COMPETÊNCIA PARA O RECONHECIMENTO DA NÃO-INCIDÊNCIA E CONCESSÃO DAS ISENÇÕES

Art. 4º A competência para analisar, solicitar diligências, deferir ou indeferir os pedidos constantes dos requerimentos de que trata o artigo 1º desta Instrução Normativa, cabe ao Grupo de Trabalho - GT-IPVA, que tem abrangência em todo o território do Estado de Alagoas.

Parágrafo único. O Gerente Regional de Arrecadação e Fiscalização, quando o domicílio fiscal do requerente for no interior do Estado e no âmbito de sua competência, poderá:

I - analisar, solicitar diligências, deferir ou indeferir os pedidos constantes dos requerimentos; ou

II - solicitar ao Grupo de Trabalho - GT-IPVA, que analise, solicite diligências, assim como se posicione em relação ao deferimento ou indeferimento dos pedidos, quando houver dúvidas em relação ao reconhecimento da não-incidência ou concessão da isenção. 

Art. 5º O reconhecimento da não-incidência ou a concessão de isenção será realizado por intermédio de certidão nos termos dos ANEXOS VII e VIII desta Instrução Normativa, respectivamente.

§1º A certidão deverá ter por número o do próprio processo.

§2º Deferida a solicitação, a autoridade emitirá a respectiva Certidão, em duas vias, devendo uma das vias ser entregue ao contribuinte e a outra compor o processo administrativo;

§3º As Certidões de reconhecimento de não-incidência e concessão de isenções emitidas serão entregues:

I - na Secretaria Executiva de Fazenda, no Bloco Administrativo Silvio Carlos Lunna Viana, AL. 101 Norte, KM 3,5, Jacarecica, Maceió, pelo Grupo de Trabalho - GT-IPVA, quando o requerente for domiciliado no âmbito da 1ª Gerência Regional de Arrecadação e Fiscalização; ou

I - na SEFAZ, pelo Grupo de Trabalho - GT-IPVA, quando o requerente for domiciliado no âmbito da 1ª Gerência Regional de Arrecadação e Fiscalização; ou
*Nova redação dada ao inciso I do §3º do art. 5º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

II - nas Gerencias Regionais de Arrecadação e Fiscalização, quando o domicílio fiscal do requerente for no interior do Estado.

§4º Nos casos em que houver dúvida quanto a direito subjetivo, relativo ao reconhecimento da não-incidência ou a concessão da isenção, os autos deverão ser encaminhados à Diretoria de Tributação.

§5º A Diretoria de Tributação, na hipótese do parágrafo anterior, deverá oferecer parecer conclusivo. 

Art. 6º Não sendo atendidas pelo requerente todas as condições estabelecidas nesta Instrução Normativa, o pedido deverá ser indeferido por meio de despacho decisório fundamentado; 

Art. 7º O Gerente Regional de Arrecadação e Fiscalização e os membros do GT-IPVA, cientificarão o interessado de sua decisão:

I - no próprio processo através do recebimento pelo contribuinte da 1ª via da certidão de reconhecimento de não-incidência ou da concessão das isenções;

II - mediante notificação, por registro postal, enviada ao endereço declarado na petição inicial, comprovando-se pelo Aviso de Recepção (AR); ou

III - em caso de devolução da correspondência mencionada no inciso anterior, pela repartição postal, a Notificação será por Edital, mediante publicação, uma única vez no Diário Oficial do Estado de Alagoas, sendo considerado notificado o contribuinte na data da publicação. 

CAPÍTULO III

DA IMPUGNAÇÃO 

Art. 8º Em caso de indeferimento do pleito de reconhecimento da não-incidência ou da concessão de isenção, o interessado poderá, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados da ciência da decisão, apresentar impugnação a Coordenadoria de Julgamento que decidirá, no prazo de até 20 (vinte) dias.

§1º A impugnação deverá:

I - ser apresentada:

a) na Gerência Regional de Arrecadação e Fiscalização, quando o sujeito passivo for domiciliado no interior do Estado.; e

b) junto ao Grupo de Trabalho GT - IPVA, quando o sujeito passivo for domiciliado no âmbito da 1ª Gerência Regional de Arrecadação e Fiscalização;

II - conter as razões e argumentos de defesa do sujeito passivo que desde logo juntará as provas que tiver.

§2º Da decisão da Coordenadoria de Julgamento caberá, como único recurso, pedido de revisão dirigido ao titular da Coordenadoria de Julgamento, a ser interposto no prazo de até 10 (dez) dias, devendo a decisão, relativa ao pedido de revisão, ser prolatada dentro do prazo de até 20 (vinte) dias.

§3º A decisão do titular da Coordenadoria de julgamento será considerada definitiva no âmbito administrativo.

Art. 8º Indeferido o pedido de isenção, o interessado poderá apresentar recurso dirigido à Superintendência da Receita Estadual - SRE, no prazo de até 10 (dez) dias, contados da ciência da decisão.
§ 1º O recurso deverá ser apresentado:
I - ao Grupo de Trabalho IPVA - GT IPVA, quando o interessado for domiciliado na Capital ou nas cidades de Barra de São Miguel, Barra de Santo Antônio, Coqueiro Seco, Marechal Deodoro, Messias, Paripueira, Pilar, Rio Largo, Santa Luzia do Norte e Satuba; ou
II - à Gerência Regional de Administração Fazendária, quando o interessado for domiciliado nas demais cidades do Estado.
§ 2º O recurso deverá conter as razões e argumentos de defesa do interessado, devendo, desde logo, juntar as provas que tiver.
§ 3º O GT-IPVA poderá reconsiderar o indeferimento, no prazo de 5 (cinco) dias do recebimento do processo.
§ 4º Mantida a decisão inicial pelo GT - IPVA, competirá à Superintendência da Receita Estadual - SRE decidir, no prazo de 10 (dez) dias, acerca do recurso.
§ 5º A decisão proferida pela Superintendência da Receita Estadual - SRE será considerada definitiva no âmbito administrativo, não cabendo qualquer outro recurso administrativo.
*Nova redação dada ao art. 8º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08. 

Art. 9º Caso o contribuinte não faça a impugnação no prazo previsto, ou não apresente o pedido de revisão, ou seja negado provimento a este, nos termos do artigo anterior, o interessado deverá recolher o imposto devido, acrescido de juros, multa e demais acréscimos legais, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados do primeiro dia posterior ao da ciência de qualquer das decisões ou do indeferimento do recurso.

Art. 9º No caso de não apresentação de recurso no prazo previsto, ou sendo este indeferido, o interessado deverá recolher o imposto devido, acrescido de juros, multa e demais acréscimos legais, conforme o caso, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados do primeiro dia posterior ao da ciência da decisão respectiva.
*Nova redação dada ao art. 9º pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08. 

Art. 10. Não sendo apresentada impugnação, nem havendo o recolhimento do imposto devido, acrescido de juros, multa e demais acréscimos legais, conforme estabelece o art. 9º, deverá ser lavrada a Notificação de Débito do IPVA nos termos do Título II desta Instrução Normativa.

Art. 10. Não sendo apresentado recurso nem efetuado o recolhimento do imposto devido, acrescido de juros, multa e demais acréscimos legais, conforme estabelece o art. 9º, deverá ser lavrada a Notificação de Débito do IPVA nos termos do Título II desta Instrução Normativa.
*Nova redação dada ao art. 10 pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08. 

CAPÍTULO IV

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS RELATIVAS AO RECONHECIMENTO DA NÃO-INCIDÊNCIA E A CONCESSÃO DAS ISENÇÕES 

Art. 11. Os requerimentos para reconhecimento da não-incidência e para a concessão das isenções do Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA, deverão estar acompanhados do comprovante de recolhimento da Taxa de Fiscalização e Serviços Diversos, exceto nos casos de reconhecimento automático por parte do órgão através de sistema eletrônico de processamento de dados;

*Redação Original.

Art. 11. Os requerimentos para reconhecimento da não-incidência e para a concessão das isenções do IPVA, deverão estar acompanhados do comprovante de recolhimento da Taxa de Fiscalização e Serviços Diversos, exceto nos seguintes casos de isenção:

I - os pedidos de reconhecimento de não-incidência e os de concessão de isenção do IPVA realizados por processamento eletrônico de dados, quando implementado o pedido eletrônico pela Secretaria de Estado da Fazenda (Lei 6.555, de 2004, art. 6º, § 11);

II – os pedidos de concessão de isenção do IPVA realizados por pessoa natural (Lei 4.418, de 1982, art. 137, XIII, “c”).

*Nova redação dada ao art. 11 pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

Art. 11. Os requerimentos para reconhecimento de não-incidência, para a con­cessão de isenção e para o parcelamento do IPVA deverão estar acompanhados do comprovante de recolhimento da Taxa de Fiscalização e Serviços Diversos.

Parágrafo único. Serão isentos do recolhimento da taxa de que trata o caput, os requerimentos para:

I - reconhecimento de não-incidência e concessão de isenção, quando realizados por processamento eletrônico de dados e implementado o pedido eletrônico pela Secretaria de Estado da Fazenda (Lei 6.555, de 2004, art. 6º, § 11);

II – concessão de isenção, quando realizados por pessoa natural, relativos a:

a) veículo de duas rodas, comprovadamente registrado ou licenciado na categoria aluguel, de que trata o inciso XII do caput do art. 3º (Lei 4.418, de 1982, art. 357, XIII, “c”);

b) veículo registrado ou licenciado na categoria aluguel, cadastrado na ARSAL – Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas e utilizado no serviço complementar de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros, de que trata o inciso XIII do caput do art. 3º (Lei 4.418, de 1982, art. 357, XIII, “c”);

III – parcelamento, quando realizados por pessoa natural (Lei 4.418, de 1982, art. 357, XIII, “c”).

*Nova redação dada ao art. 11 pela Instrução Normativa SEF n.º 09/16. Efeitos a partir de 04/03/16. 

Art. 12. As cópias dos documentos previstas nesta Instrução Normativa deverão ser apresentadas com os originais, para conferência, dispensando-se, salvo disposição em contrário, autenticação ou reconhecimento de firma.

Art. 13. Sem prejuízo das disposições contidas nos artigos 2º e 3º, poderá ser solicitada a juntada de outros documentos que se entender necessários à perfeita fundamentação e apreciação do pleito. 

Art. 14. O contribuinte beneficiado deverá comunicar ao fisco a alienação, roubo, furto, sinistro com perda total ou outra ocorrência com o veículo que goza de não-incidência ou isenção, instruído com cópia dos documentos comprobatórios das ocorrências e do comprovante do recolhimento do imposto, se devido, entregues na repartição de seu domicílio fiscal.

Parágrafo único. Somente após o atendimento das disposições contidas no "caput", deste artigo, poderá o interessado solicitar nova concessão de isenção. 

Art. 15. Verificado, a qualquer tempo pela fiscalização ou por autoridade responsável pelo registro e/ou licenciamento, inscrição ou matrícula de veículo, que a pessoa beneficiária do beneficio não preenchia ou deixou de preencher as condições exigidas ao reconhecimento da não-incidência ou a concessão da isenção, ou que os laudos, certificados, declarações, certidões ou qualquer outro documento utilizado na instrução do processo não tinham legitimidade, a decisão proferida deverá ser revista e o imposto ser recolhido acrescido de juros, multa e demais acréscimos legais, a contar da aquisição do benefício. 

Art. 16. O requerimento de isenção deve ser formalizado antes do prazo previsto para o vencimento do imposto, observando-se que:

Art. 16. O requerimento para a concessão de isenção deve ser formalizado antes do prazo previsto para o vencimento do imposto, observando-se que: (NR)
* Nova redação dada ao caput do art. 16 pelo artigo 1º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

I - será dispensada a análise de pedidos apresentados fora do prazo, exceto se o sujeito passivo comprovar não haver dado causa ao seu descumprimento; e

II - fica vedada a restituição dos valores já recolhidos, exceto no caso de a autoridade administrativa reconhecer o direito à isenção, conforme inciso I.

Parágrafo único. §1º Para o caso do contribuinte consumidor final adquirir veículo automotor novo, em outra Unidade da Federação, por meio de faturamento direto para o consumidor, o vencimento do imposto, referido no “caput” deste artigo, será de dez (10) dias, contado a partir do momento da entrada do veículo automotor em território alagoano, comprovada na nota fiscal de aquisição, conforme art. 251 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº 35.245, de 26 de dezembro de 1991. (AC)
* Parágrafo único do art. 16 acrescentado pelo artigo 3º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05. 

*Parágrafo único do art. 16 renomeado para §1º pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

§ 2º Relativamente ao exercício de 2016, as isenções de que trata o art. 3º, para os veículos de placas 1, 2, 3 e 4, poderão ser requeridas até o dia 29 de abril de 2016.

*§2 do art. 16 acrescentado pela Instrução Normativa GSEF n.º 06/16. Efeitos a partir de 26/02/16.

§ 2º Relativamente ao exercício de 2016, as isenções de que trata o art. 3º poderão ser requeridas até o dia 31 de maio de 2016, para os veículos com finais de placas 1, 2, 3, 4, 5 ou 6.

*Nova redação dada ao §2º do art. 16 pela Instrução Normativa SEF n.º 26/16. Efeitos a partir de 23/05/16.

§ 2º Relativamente ao exercício de 2016, as isenções de que trata o art. 3º poderão ser requeridas até o dia 30 de junho de 2016, para os veículos com finais de placas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8.

*Nova redação dada ao §2º do art. 16 pela Instrução Normativa SEF n.º 29/16. Efeitos a partir de 08/06/2016.

Art. 17. As certidões de não-incidência ou isenção prevalecerão enquanto subsistirem as razões para sua emissão, nos termos dos artigos 2º e 3º, devendo ser solicitada a renovação das certidões de isenções a cada exercício civil relativo aos veículos de que tratam o inciso IV do "caput" do art. 2º e os incisos I, III, VIII, IX e X do "caput" do art. 3º, ou conforme dispuser a legislação aplicada à espécie.

Art. 17. As certidões de não-incidência ou isenção prevalecerão enquanto subsistirem as razões para sua emissão, nos termos dos artigos 2° e 3°, podendo, a critério da administração fazendária, por ocasião da publicação da Instrução Normativa que trata dos prazos de pagamento do IPVA, a renovação ou não das certidões a cada exercício civil, ou conforme dispuser legislação específica.
* Nova redação dada ao caput do artigo 17 pela Instrução Normativa GSEF nº 41/05.

Parágrafo único. No caso do inciso IV do "caput" do art. 3º, será necessária a renovação da certidão de isenção caso haja expirado o prazo de validade do Laudo de Avaliação da Junta Medica Especial e emitido novo laudo referido nos ANEXOS III, IV ou V.

Parágrafo único. No caso do inciso IV, do “caput”do art. 3º, caso haja expirado o prazo de validade do Laudo de Avaliação da Junta Medica, será necessária a emissão de novo laudo, referido nos ANEXOS III, IV, V e XIII, para a renovação da certidão de isenção. (NR)
* Nova redação dada ao parágrafo único do art. 17 pelo artigo 1º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05. 

Art. 18. Na hipótese em que o pleito seja realizado por uma pessoa em nome de outra, o pedido deverá obrigatoriamente ser instruído com instrumento de mandato com os poderes necessários. 

Art. 19. Nos casos em que o reconhecimento da não-incidência ou a concessão da isenção estiver pendente de julgamento, o requerimento de que trata o artigo 1° desta Instrução Normativa, devidamente protocolizado, acompanhado de Declaração emitida pela Gerência Regional de Arrecadação e Fiscalização ou pela Diretoria de Fiscalização por intermédio do GT-IPVA, ANEXO IX, servirá como instrumento hábil para fins de registro inicial, renovação ou licenciamento do veículo, desde que, cumulativamente:

I - a protocolização do pedido tenha ocorrido no prazo fixado em ato normativo do Secretário Executivo de Fazenda, emitido para o respectivo exercício; e

II - a Secretaria Executiva de Fazenda não tenha se pronunciado até 10 (dez) dias da data de vencimento da primeira parcela ou parcela única do IPVA.

TÍTULO II

DA NOTIFICAÇÃO DE DÉBITO 

Art. 20. Fica aprovada a configuração da "Notificação de Débito", referida no parágrafo único, inciso II, do art. 14, da Lei 6.555, de 30 de dezembro de 2004 - ANEXO XII, 

Art. 21. A Notificação de Débito, decorrente de emissão de Auto de Lançamento, ou sujeito à homologação, será emitida nas seguintes hipóteses:

Art. 21. A Notificação de Débito decorrente de emissão de Auto de Lançamento, ou de hipótese de pagamento sujeito à homologação, será emitida nas seguintes hipóteses:
*Nova redação dada ao caput do art. 21 pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

I - imposto vencido e não pago;

II - não parcelado; ou

III - pago a menor.

§1º Verificada qualquer das hipóteses previstas nos incisos do "caput" deste artigo, o Grupo de Trabalho - GT-IPVA com abrangência em todo o território do Estado de Alagoas, adotará as seguintes providências:

I - obtenção de cópia do extrato de arrecadação do contribuinte comprovando a falta de pagamento do imposto; e

II -protocolização do documento denominado "Expediente para Notificação de Débito", conforme Anexo XI, devidamente preenchido, acompanhado da cópia do extrato de arrecadação mencionado no inciso I, deste parágrafo.

* Inciso II do § 1º do artigo 21 revogado pelo artigo 4º da Instrução Normativa GSEF 41/05.

§2º De posse das informações prestadas nos termos do § 1º deste artigo, o Grupo de Trabalho - GT-IPVA, em até 5 (cinco) dias úteis, fará sua remessa ao Diretor de Fiscalização de Estabelecimentos ou para o Gabinete do Secretário Adjunto da Receita Estadual, conforme a competência, de acordo com o art. 22, que terá prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis para a pertinente emissão da Notificação de Débito.

§ 2º De posse das informações prestadas nos termos do § 1º deste artigo, o Grupo de Trabalho - GT-IPVA, em até 5 (cinco) dias úteis, fará sua remessa ao Diretor de Fiscalização de Estabelecimentos ou ao titular da Superintendência da Receita Estadual, conforme a competência, de acordo com o art. 22, que terá prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis para a pertinente emissão da Notificação de Débito.
*Nova redação dada ao § 2º do art. 21 pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08.

§3º O procedimento contemplado nos §§ 1º e 2º supre a lavratura de Auto de Infração, e deverá ser adotado obrigatoriamente.

§4º No caso de ser lavrado Auto de Infração para lançamento de crédito tributário declarado na forma dos incisos I, II ou III, do "caput" deste artigo, será o mesmo obrigatoriamente remetido para conversão em Notificação de Débito no ato de sua protocolização, com os efeitos pertinentes à emissão da Notificação de Débito, inexistindo, portanto, instauração de processo contencioso.

§5º A ciência da emissão da Notificação de Débito será dada ao sujeito passivo por meio de publicação de edital no Diário Oficial do Estado, posteriormente ao decurso do prazo previsto para pagamento ou vencimento do imposto.

§ 5° A ciência da emissão da Notificação de Débito será dada ao sujeito passivo por meio de publicação no Diário Oficial do Estado, conforme modelo do Anexo XII posteriormente ao decurso do prazo previsto para pagamento do imposto.
* Nova redação dada ao § 5º do artigo 21 pela Instrução Normativa GSEF nº 41/05. 

§6º A Secretaria Executiva de Fazenda encaminhará ao domicilio fiscal do sujeito passivo cópia da Notificação de Débito do IPVA, na qual conste a data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. 

Art. 22. A Notificação de Débito:

I - será emitida, retificada ou anulada de ofício:

a) pelo Secretário Adjunto da Receita Estadual obrigatoriamente para cancelar o Auto de Infração lavrado e emitir a Notificação de Débito respectiva; ou

b) pelo Diretor de Fiscalização, nos demais casos.

Art. 22. A Notificação de Débito será:
I - emitida pelo titular da Superintendência da Receita Estadual, no caso de cancelamento do Auto de Infração lavrado em hipótese de emissão de Notificação de Débito; ou
II - emitida, retificada ou anulada de ofício pelo Diretor de Fiscalização, nos demais casos.
*Nova redação dada ao art. 22 pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08. 

Art. 23. Publicada a Notificação de Débito, deverá o sujeito passivo, no prazo de até (30) trinta dias contados da data da intimação:

I - efetuar o recolhimento do imposto acrescido de multa e juros moratórios, inclusive atualização monetária, se couber;

II - comprovar sua quitação; ou

III - solicitar, mediante a apresentação de elementos comprobatórios, a retificação de dados, inclusive relativos à propriedade, marca, modelo e ano de fabricação do veículo.

§1º Considera-se efetivada a intimação:

I - no primeiro dia útil posterior ao da data da publicação da Notificação de Débito no Diário Oficial do Estado, quando o sujeito passivo for domiciliado na capital do Estado; ou

II - no décimo quinto dia posterior ao da data da publicação da Notificação de Débito no Diário Oficial do Estado, quando o sujeito passivo for domiciliado no interior do Estado.

§2º Aplicam-se unicamente os acréscimos moratórios, relativos ao pagamento espontâneo, aos recolhimentos efetuados no prazo assinalado no "caput".

§3º Inocorrendo, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da intimação, o pagamento do crédito tributário, o início de pagamento mediante parcelamento regular, a comprovação de quitação ou a retificação de dados, será o débito inscrito na Dívida Ativa do Estado, acrescido da multa prevista no inciso I do art. 39, da Lei 6.555, de 30 de dezembro de 2004, dos juros e atualização monetária, conforme couber, afastada a espontaneidade referida no § 1º.

§4º Os débitos constantes de Notificação de Débito, observado o disposto no parágrafo anterior, caracterizam reconhecimento da obrigação tributária e produzem efeito de decisão final em processo administrativo fiscal. 

Art. 24. A Notificação de Débito será retificada de ofício pela autoridade fazendária legitimada para sua emissão quando for constatado erro ou incorreção em seus valores ou em quaisquer de seus dados.

Parágrafo único. Nos casos de retificação prevista neste artigo, observar-se-á o seguinte, se da retificação:

I - resultar valor a menor ou a maior de imposto a recolher, deverá ser emitida Notificação de Débito retificadora, hipótese em que o prazo para pagamento previsto na Notificação de Débito objeto de retificação será de 30 (trinta) dias, contados da publicação da Notificação de Débito retificadora;

II - não resultar valor a recolher, será a Notificação de Débito emitida cancelada; 

Art. 25. A emissão de Notificação de Débito, de ofício, pela autoridade fazendária competente, inicia o procedimento administrativo fiscal, com a conseqüente exclusão da espontaneidade de iniciativa do sujeito passivo. 

TÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 

Art. 26. Fica aprovada a configuração do "Auto de Lançamento" referido no inciso I, do § 1º, do art. 12, da Lei 6.555, de 30 de dezembro de 2004, nos termos do Anexo X desta Instrução. 

Art. 27. Será dispensada a inscrição de débito do IPVA na Dívida Ativa quando a importância pecuniária não exceder o valor correspondente a 10 (dez) vezes a Unidade Padrão Fiscal do Estado de Alagoas (UPFAL) vigente na data de sua inscrição. 

Art. 28. Ficam instituídos os seguintes códigos de receitas:

I - 115-5 - IPVA AUTO DE LANÇAMENTO;

II - 116-3 - IPVA NOTIFICAÇÃO DE DÉBITO;

III - 119-8 - IPVA DÍVIDA ATIVA; e

IV - 124-4 - IPVA AUTO DE LANÇAMENTO PROPORCIONAL. 

Art. 29. Fica revogada a Instrução Normativa SF Nº 11, de 14 de agosto de 2002. 

Art. 30. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. 

GABINETE DO SECRETÁRIO EXECUTIVO DE FAZENDA, GSEF, em Maceió, de março de 2005. 

EDUARDO HERRIQUE ARAÚJO FERREIRA

SECRETÁRIO EXECUTIVO DE FAZENDA

ANEXO I DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005

ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

PEDIDO DE RECONHECIMENTO DA NÃO-INCIDÊNCIA OU REQUERIMENTO DE ISENÇÃO DO IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES - IPVA 

1.   OBJETO DO PEDIDO

 ISENÇÃO                   NÃO-INCIDÊNCIA

Placa :

Renavan :

Chassi :

Município :

Nome/Razão Social:

CPF/CNPJ:

End. Completo: (Rua /Avenida / Praça):   

Complemento:

Nº:

Cep.

Município

UF.:

Tel. Convencional:

Celular :

O contribuinte supra identificado requer reconhecimento da não-incidência ou isenção do IPVA do veículo automotor acima caracterizado no exercício de _______ conforme dispõe a lei nº 6.555, de 31 de dezembro de 2004 e Instrução Normativa SF nº _______ de _____ de março de 2005.

NOME :

CPF:.

* Nova redação dada ao item 5 do Anexo I pelo artigo 2º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

 ANEXO I DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº 07/2005

 ESTADO DE ALAGOAS

 SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA

 REQUERIMENTO DE ISENÇÃO DO ICMS NA AQUISIÇÃO DE VEÍCULO AUTOMOTOR NOVO PARA CONDUTOR AUTÔNOMO DE PASSAGEIROS NA CATEGORIA TAXI, PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA, RECONHECIMENTO DE NÃO-INCIDÊNCIA OU CONCESSÃO DE ISENÇÃO DO IPVA. 

INTERESSADO:                                                                                                         

 

CPF:                                                    RG:

 

Residência:

 

CEP:                                      Município:                       

 

Telefone:                                                             e-mail:

 

O interessado, acima identificado vem requerer a CONCESSÃO DE ISENÇÃO DE ICMS para aquisição de veículo novo, nos termos do RICMS, aprovado pelo Decreto nº 35.245/91, fundamentado nas hipóteses abaixo:  

(   ) CONDUTOR PROFISSIONAL AUTÔNOMO DE PASSAGEIROS NA CATEGORIA TAXI –  

Convênio ICMS 38, de 6 de julho de 2001, e alterações; item 58 da parte II do anexo I do RICMS, aprovado pelo Decreto nº 35.245, de 26 de dezembro de 1991, e alterações  

(   )PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA  

Convênio ICMS 03/07; item 74 da Parte II do Anexo I do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº 35.245, de 1991, acrescentado pelo art. 1º do Decreto nº 3.611/07

 

O interessado, acima identificado vem requerer o RECONHECIMENTO DE NÃO-INCIDÊNCIA OU DE CONCESSÃO DE ISENÇÃO DO IPVA previstos na Lei nº 6.555/04, fundamentado na hipótese abaixo:  

(  ) VEÍCULO QUE INTEGRE O PATRIMÔNIO DAS AUTARQUIAS E FUNDAÇÕES INSTITUÍDAS E MANTIDAS PELO PODER PÚBLICO (INCISO II DO ART. 4º)  

( ) VEÍCULO QUE INTEGRE O PATRIMÔNIO DOS PARTIDOS POLÍTICOS, INCLUSIVE SUAS FUNDAÇÕES (INCISO III DO ART. 4º)  

(   ) VEÍCULO QUE INTEGRE O PATRIMÔNIO DAS ENTIDADES SINDICAIS DOS TRABALHADORES (INCISO IV DO ART. 4º)  

( ) VEÍCULO QUE INTEGRE O PATRIMÔNIO DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL, SEM FINS  LUCRATIVOS (INCISO VI DO ART. 4º)  

(   ) VEÍCULO QUE INTEGRE O PATRIMÔNIO DOS TEMPLOS DE QUALQUER CULTO (INCISO V DO ART. 4º)  

(  ) VEÍCULO AUTOMOTOR DE PROPRIEDADE DE MISSÕES DIPLOMÁTICAS, ÓRGÃOS CONSULARES E REPRESENTAÇÕES DE  ORGANISMOS INTERNACIONAIS (INCISO I DO ART. 6º)  

( ) VEÍCULO AUTOMOTOR FABRICADO PARA USO EXCLUSIVO NA ATIVIDADE AGRÍCOLA OU FLORESTAL (INCISO II DO ART. 6º)  

(  ) VEÍCULO AUTOMOTOR, NACIONAL, PARA SER UTILIZADO COMO TÁXI NO TRANSPORTE DE PESSOAS (INCISO III DO  ART. 6º)  

(  ) VEÍCULO AUTOMOTOR, NACIONAL, ADAPTADO PARA USO EXCLUSIVO DE PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA E DEFICIÊNCIA VISUAL E MENTAL SEVERA OU PROFUNDA, OU AUTISTAS (INCISO IV DO ART. 6º)  

(   ) VEÍCULO AUTOMOTOR DE USO TERRESTRE COM QUINZE OU MAIS ANOS DE FABRICAÇÃO (INCISO V DO ART 6º)  

(   ) VEÍCULO AUTOMOTOR, TIPO EMBARCAÇÃO E AERONAVE, COM TRINTA OU MAIS ANOS DE FABRICAÇÃO (INCISO VI DO  ART. 6º)  

(   ) VEÍCULO AUTOMOTOR SINISTRADO COM PERDA TOTAL (INCISO VII DO ART. 6º DA LEI Nº 6.555/04)  

( )VEÍCULO AUTOMOTOR DE PROPRIEDADE OU POSSE DE TURISTAS ESTRANGEIROS (INCISO VIII DO ART. 6º)  

( ) VEÍCULO AUTOMOTOR,TIPO MOTOCICLETA E MOTONETA,NACIONAL, COM POTÊNCIA ATÉ 200 CILINDRADAS, DE PESSOAS FÍSICAS E DESTINADAS AO USO EXCLUSIVO EM ATIV. AGRÍCOLA (INCISO IX DO ART.6)  

(   ) VEÍCULO AUTOMOTOR ENQUADRADOS NOS CASOS DE FURTO, ROUBO, EXTORSÃO OU ESTELIONATO (INCISO X DO ART. 6º)

 

DESCRIÇÃO DO VEÍCULO

 

MARCA/MODELO       ANO                RENAVAM                           PLACA                                  CHASSI  

________________________________________________________________________

 

________________________________________________________________________

 

________________________________________________________________________

 

   

_______________________________________________

 ASSINATURA DO CONTRIBUINTE PESSOA FISICA, OU DO REPRESENTANTE LEGAL

 

NOME (REPRESENTANTE LEGAL):  

 

CPF (REPRESENTANTE LEGAL):

 

LOCAL:                                                                      DATA:         /            /                                                   

 

(NR)

 * Nova redação dada o Anexo I pela Instrução Normativa GSEF n.º 42/08.

ANEXO II DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS 

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA  

DECLARAÇÃO DE ACORDO COM ALÍNEA “F” DO INCISO IV , O § 4º E O INCISO II, § 5º, DO ART. 2º - NÃO-INCIDÊNCIA DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES - IPVA. 

 

Os Diretores da Instituição denominada _________

abaixo identificados, portadora do CNPJ nº _____________ declaram para os fins previstos na alínea “f” do inciso IV , no § 4º e no inciso II, § 5º, do art. 2º  da Instrução Normativa SF Nº      /2005 que:

 

I - não distribuem qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título;

II - aplicam integralmente, no País, os seus recursos na manutenção dos seus objetivos institucionais;

III - mantêm escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão; e

IV – no caso de instituições de educação ou de assistência social, sem fins lucrativos, de acordo com seus estatutos, que prestam serviços educacionais ou assistências gratuitos ao publico em geral.

LOCAL:                          .  DATA:        /              /           .

PRIMEIRO DIRETOR: 

Nome:

 

 

 

Cadastro Pessoa Física – CPF:

 

 

 

Cargo ocupante na Instituição:

 

 

 

 _______________________________________

Assinatura do Diretor

 SEGUNDO DIRETOR: 

Nome:

 

 

 

Cadastro Pessoa Física – CPF:

 

 

 

Cargo ocupante na Instituição:

 

 

 

 _________________________________________

Assinatura do Diretor 

Local:                               Data       /           /            

ANEXO III DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS 

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRâNSITO 

LAUDO DE AVALIAÇÃO 

DEFICIÊNCIA FÍSICA E/OU VISUAL 

LAUDO DE AVALIAÇÃO 

DEFICIÊNCIA FÍSICA (NR) 

* Nova redação dada à denominação do Anexo III pelo artigo 2º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05. 

Processo Nº          /            

Portaria Nº           /          – GDG. 

IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE E DADOS COMPLEMENTARES 

Nome:

 

Data de Nascimento:     /         /

 

CPF:

 

Identidade nº

 

Órgão Emissor:

 

UF:

 

Mãe:

 

Pai:

 

Responsável (Representante legal):

 

Endereço:

 

Bairro:

 

Cidade:

 

CEP:

 

UF:

 

Fone:

 

Email:

 

 Atestamos, para a finalidade de concessão do benefícios previstos no inciso IV do art. 6º  da lei nº  6.555, de 30 de dezembro de 2004,  e Resolução nº  51/98-CONTRAN com as alterações introduzidas pela Resolução nº 80 – CONTRAN de 19 de novembro de 1998, que o requerente retroqualificado possui a deficiência abaixo assinalada: 

DEFICIÊNCIAS FÍSICAS

 

ADAPTAÇÃO NO VEÍCULO

 

 

 

 

 

Amputação ou paralisia do membro inferior esquerdo total ou parcial (Categoria B)

Ø Veículo  automático

Ø Embreagem adaptada à alavanca de câmbio

 

 

 

 

 

 

 

 

Amputação ou paralisia do membro inferior     direito total ou parcial (Categoria  B)

Ø Veículo automático  

Ø Embreagem   adaptada a alavanca de cambio

Ø Em ambos os casos acelerador a esquerda

 

 

 

 

Amputação ou paralisia dos membros     inferiores total ou parcial (Categoria B)

Ø Veículo  com transmissão automática  ou modificado conforme necessidade  de cada caso com todos comandos manuais adaptados

Ø Cinto pélvico-toráxico obrigatório

 

 

Amputação ou paralisia do membro inferior esquerdo total ou parcial (Categoria A)

Ø Moto com carro lateral

Ø Câmbio manual adaptado

 

 

Amputação ou paralisia do membro inferior direito total ou parcial  (Categoria A)

Ø Moto com  carro lateral

Ø Freio manual adaptado.

 

 

 

 

Amputação ou paraplegia de membros inferiores (Categoria A)

Ø Moto com carro lateral

Ø Freio e cambio  manuais  adaptados

 

 

 

 

 

 

 

 

Amputação do membro superior direito ou mão direita (Categoria B)

Ø Veículo  com transmissão automática  ou modificado conforme necessidade  de cada caso

Ø Comandos de painel a esquerda

 

 

 

 

 

Amputação do membro superior esquerdo ou na mão esquerda (Categoria B)

Ø Veículo  com transmissão automática  ou modificado conforme necessidade  de cada caso

 

 

 

 

 

 

Casos de amputação de dedos, paralisias  parciais (membros superiores ou inferiores)        atrofiados, defeitos congênitos ou adquiridos não enquadrados acima, e outros comprometimentos que não necessitem de adaptações veiculares.

Øq) Ficam a critério  da Junta Médica Especial as exigências e adaptações.

 

 

  

DESCRIÇÃO DETALHADA DA DEFICIÊNCIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

DO RESULTADO QUANTO APTIDÃO

 

 

 

 

 

apto – quando não houver contra-indicação para condução de veículos na categoria pretendida pelo candidato;

 

 

 

apto com restrições – quando apresentar qualquer condição que restrinja a capacidade de condução de veículo automotor de determinada categoria, podendo a critério médico ter o  tempo de validade  da carteira  nacional  de habilitação diminuído,  horário de utilização do veículo limitado assim como restrição de acesso a rodovias;

 

 

 

inapto temporariamente – quando o motivo da reprovação para a condução de veículo automotor na categoria pretendida for passível de tratamento ou correção. Se ficar  comprovado o  uso crônico de bebidas alcoólicas poderá,  a critério médico, ser encaminhado a Junta Médica Especial;

 

 

 

inapto – quando o motivo da reprovação para condução de veículo automotor na categoria pretendida for irreversível não havendo possibilidade de tratamento ou correção.

 

 

  

OBSERVAÇÕES

 

 

obrigatório o uso de lentes corretoras;

 

 

 

obrigatório o uso de  otofone;

 

 

 

obrigatório o uso de veículo automático;

 

 

 

obrigatório o uso de veículo automático com direção hidráulica;

 

 

 

obrigatório o uso de veículo adaptado;

 

 

 

obrigatório o uso de veículo adaptado com direção hidráulica;

 

 

 

obrigatório o uso de moto com carro lateral (side car) e cambio manual adaptado;

 

 

 

obrigatório o uso de moto com carro lateral (side car) e freio manual adaptado;

 

 

 

apto portador de deficiência física.

 

 

RESTRIÇÕES

 

 

 

 

Tempo de validade do exame

 

 

 

 

vedado dirigir em rodovias;

 

 

 

 

vedado dirigir após o por do sol;

 

 

 

 

vedada a atividade remunerada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

 

 

 

NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO 

DEFICIÊNCIA FISICA E/OU VISUAL

DEFINIÇÕES  

I – deficiência física – É considerada pessoa portadora de deficiência física aquela que apresenta alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho da atividade de condutor de veículo automotor, Definições de acordo com o Decreto Federal nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, (Redação dada pelo Decreto Federal nº 5.296, de 2004), na Portaria Interministerial nº 2 do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da Republica de 21 de novembro de 2003, e CID-10. 

II – deficiência visual – cegueira, na qual a acuidade visual igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60º; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.Definições de acordo com o Decreto Federal nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, (Redação dada pelo Decreto Federal nº 5.296, de 2004), na Portaria Interministerial nº 2 do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da Republica de 21 de novembro de 2003, e CID-10.: 

NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO 

DEFICIÊNCIA FISICA 

DEFINIÇÕES: 

I – deficiência física – É considerada pessoa portadora de deficiência física aquela que apresenta alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho da atividade de condutor de veículo automotor, de acordo com o Decreto Federal nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, (Redação dada pelo Decreto Federal nº 5.296, de 2004), com a Portaria Interministerial nº 2 do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da Republica de 21 de novembro de 2003, e com a CID-10.” (NR) 

* Nova redação dada à denominação "NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO" do Anexo III pelo artigo 2º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO
DEFICIÊNCIA FISICA

DEFINIÇÕES:
I - deficiência física - é considerada pessoa portadora de deficiência física aquela que apresenta:
a) amputação de um dos membros superiores ou inferiores, inclusive de uma das mãos ou de um dos pés;
b) paralisia total ou parcial de membro superior ou inferior, inclusive de uma das mãos ou de um dos pés;
c) mastectomia com paresia em membro superior;
d) atrofia de membro superior ou inferior, inclusive mão ou pé, incluindo-se nesse conceito o encurtamento ou a deformidade do membro e o nanismo;
(NR)
* Nova redação dada à denominação "NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO" do Anexo III pela Instrução Normativa GSEF n.º 042/08. 

ANEXO IV DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRâNSITO 

LAUDO DE AVALIAÇÃO 

DEFICIÊNCIA MENTAL (SEVERA OU PROFUNDA) 

Processo Nº                 / 

Portaria Nº                  /               – GDG. 

IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE E DADOS COMPLEMENTARES 

Nome: 

 

Data de Nascimento:        /        / 

 

CPF: 

 

Identidade nº 

 

Órgão Emissor:

 

UF: 

 

Mãe:

 

Pai:

 

Responsável (Representante legal): 

 

Endereço: 

 

Bairro: 

 

Cidade : 

 

CEP: 

 

UF: 

 

Fone:

 

Email: 

 

Atestamos, para a finalidade de concessão do benefícios previstos no inciso IV do art. 6º  da lei nº  6.555, de 30 de dezembro de 2004,  e Resolução nº  51/98-CONTRAN com as alterações introduzidas pela Resolução nº 80 – CONTRAN de 19 de novembro de 1998, que o requerente retroqualificado possui a deficiência abaixo assinalada:  

Deficiência mental severa / grave – F.72 (CID-10) – observadas as instruções deste anexo. 

Deficiência mental profunda – F.73 (CID-10) – observadas as instruções deste anexo  

Descrição detalhada da deficência:

 

 

 

 

 

 

 

  

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no RM/CRP 

 

  

DO RESULTADO QUANTO APTIDÃO

 

 

 

  

 

apto – quando não houver contra-indicação para condução de veículos na categoria pretendida pelo candidato; 

 

  

 

apto com restrições – quando apresentar qualquer condição que restrinja a capacidade de condução de veículo automotor de determinada categoria, podendo a critério médico ter o  tempo de validade  da carteira  nacional  de habilitação diminuído,  horário de utilização do veículo limitado assim como restrição de acesso a rodovias;

 

  

 

inapto temporariamente – quando o motivo da reprovação para a condução de veículo automotor na categoria pretendida for passível de tratamento ou correção. Se ficar  comprovado o  uso crônico de bebidas alcoólicas poderá,  a critério médico, ser encaminhado a Junta Médica Especial;

 

  

 

inapto – quando o motivo da reprovação para condução de veículo automotor na categoria pretendida for irreversível não havendo possibilidade de tratamento ou correção. 

 

  

RESTRIÇÕES 

 

  

 

tempo de validade do exame

 

  

 

vedado dirigir em rodovias;

 

  

 

vedado dirigir após o por do sol;

 

  

 

vedada a atividade remunerada. 

 

  LOCAL:                      .  DATA:      /          /          . 

NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO  

DEFICIÊNCIA MENTAL (SEVERA OU PROFUNDA)

1. Deficiência mental - funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: 

a) comunicação; 

b) cuidado pessoal; 

c) habilidades sociais; 

d) utilização dos recursos da comunidade;

e) saúde e segurança;

f) habilidades acadêmicas; 

g) lazer; e 

g) trabalho;

 2. Orientações para preenchimento do Laudo – baseado na (CID-10) 

Que atenda à definição acima, porém que contemple única e exclusivamente aos níveis severo/grave ou profundo da deficiência mental (retardo mental) (*). Para tal deverá atender a todos os critérios a seguir para cada nível: 

  2.1 Deficiência Mental Severa (Retardo Mental Grave) (*) 

Ø déficit significativo na comunicação, que pode ser feita através de palavras simples 

Ø atraso acentuado no desenvolvimento psicomotor. 

Ø alteração acentuada no padrão de marcha (dispraxia). 

Ø autocuidados simples sempre desenvolvidos sob rigorosa supervisão. 

Ø déficit intelectual atendendo ao nível severo. 

  2.2 Deficiência Mental Profunda ( Retardo Mental Profundo) (*) 

Ø grave atraso na fala e linguagem com comunicação eventual através de fala estereotipada e rudimentar. 

Ø retardo psicomotor gerando grave restrição de mobilidade (incapacidade motora para locomoção). 

Ø incapacidade de autocuidado e de atender suas necessidades básicas. 

Ø outros agravantes clínicos e associação com outras manifestações neuropsiquiátricas. 

Ø déficit intelectual atendendo ao nível profundo 

Observações:  

1.  Na CID-10 o termo Deficiência Mental é referendado como Retardo Mental. Deficiência Mental Severa corresponde à Deficiência Mental Grave.

2.  O laudo deve ser assinado por um médico e por um psicólogo. 

ANEXO IV DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS 

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

LAUDO DE AVALIAÇÃO

DEFICIÊNCIA MENTAL (SEVERA OU PROFUNDA) 

1. SERVIÇO MÉDICO PÚBLICO/UNIDADE DE SAÚDE PÚBLICA 

Razão Social:

 

CNPJ: 

 

Endereço:

 

Bairro: 

 

Cidade :

 

CEP:

 

UF:

 

Fone: 

 

 

 

 

 

 

2. IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE E DADOS COMPLEMENTARES 

Nome: 

 

Data de Nascimento: //

 

CPF: 

 

Identidade nº

 

Órgão Emissor:

 

UF: 

 

Mãe:

 

Pai:

 

Responsável (Representante legal):

 

Endereço:

 

Bairro: 

 

Cidade :

 

CEP:

 

UF: 

 

Fone:

 

E-mail: 

 

 

 

 

 

 

3. DEFICIÊNCIA MENTAL

 Atestamos, para a finalidade de concessão do benefício previstos no inciso IV do art. 6º da lei nº  6.555, de 30 de dezembro de 2004, que o requerente retroqualificado possui a deficiência abaixo assinalada: 

Deficiência mental severa (grave) – F.72 (CID-10) – observadas as instruções deste anexo. (    ) 

Deficiência mental profunda – F.73 (CID-10) – observadas as instruções deste anexo. (    ) 

Descrição detalhada da deficiência:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

Unidade Emissora do Laudo

 

Identificação: __________________

 

 

 

CNPJ: ___________________

 

Nome e CPF do responsável: __________________

 

 

 

___________________

 

Assinatura 

 

LOCAL: .  DATA: //. 

4. NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO 

DEFICIÊNCIA MENTAL (SEVERA OU PROFUNDA) 

4.1. Deficiência mental - funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: 

a) comunicação; 

b) cuidado pessoal; 

c) habilidades sociais;

d) utilização dos recursos da comunidade; 

e) saúde e segurança; 

f) habilidades acadêmicas; 

g) lazer; e 

h) trabalho;

 4.1.2. Orientações para preenchimento do Laudo – baseado na (CID-10): 

Que atenda à definição acima, porém que contemple única e exclusivamente aos níveis severo (grave) ou profundo da deficiência mental (retardo mental) (*). Para tal deverá atender a todos os critérios a seguir para cada nível:

4.1.2.1. Deficiência Mental Severa (Retardo Mental Grave) (*):

a) déficit significativo na comunicação, que pode ser feita através de palavras simples; 

b) atraso acentuado no desenvolvimento psicomotor; 

c) alteração acentuada no padrão de marcha (dispraxia); 

d) autocuidados simples sempre desenvolvidos sob rigorosa supervisão; e 

e) déficit intelectual atendendo ao nível severo.

4.1.2.2. Deficiência Mental Profunda (Retardo Mental Profundo) (*): 

a) grave atraso na fala e linguagem com comunicação eventual através de fala estereotipada e rudimentar; 

b) retardo psicomotor gerando grave restrição de mobilidade (incapacidade motora para locomoção); 

c) incapacidade de autocuidado e de atender suas necessidades básicas; 

d) outros agravantes clínicos e associação com outras manifestações neuropsiquiátricas; e 

e) déficit intelectual atendendo ao nível profundo. 

5. Observações: 

5.1. Na CID-10 o termo Deficiência Mental é referendado como Retardo Mental. Deficiência Mental Severa corresponde à Deficiência Mental Grave; e 

5.2. O laudo deve ser assinado pela equipe responsável pela área correspondente à deficiência, composta por, no mínimo, um médico e um psicólogo. (NR) 

* Nova redação dada ao Anexo IV pelo artigo 2º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05. 

ANEXO V DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS 

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO 

LAUDO DE AVALIAÇÃO 

Autismo (Transtorno Autista e Autismo Atípico) 

Processo Nº              / 

Portaria Nº               /             – GDG. 

IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE E DADOS COMPLEMENTARES 

Nome: 

 

Data de Nascimento:      /        /

 

CPF: 

 

Identidade nº

 

Órgão Emissor: 

 

UF: 

 

Mãe:

 

Pai:

 

Responsável (Representante legal): 

 

Endereço: 

 

Bairro: 

 

Cidade:

 

CEP:

 

UF: 

 

Fone:

 

Email:  

 

 Atestamos, para a finalidade de concessão do benefícios previstos no inciso IV do art. 6º  da lei nº  6.555, de 30 de dezembro de 2004,  que o requerente retroqualificado possui a deficiência abaixo assinalada:  

Transtorno autista – F.84.0 (CID-10) – observadas as instruções deste anexo. 

Autismo atípico – F.84.1 (CID-10) – observadas as instruções deste anexo.  

Descrição detalhada do Transtorno Autista e Autismo Atipico:

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no RM/CRP

 

  

 

  

DO RESULTADO QUANTO APTIDÃO

 

  

 

  

 

apto – quando não houver contra-indicação para condução de veículos na categoria pretendida pelo candidato;

 

  

 

apto com restrições – quando apresentar qualquer condição que restrinja a capacidade de condução de veículo automotor de determinada categoria, podendo a critério médico ter o  tempo de validade  da carteira  nacional  de habilitação diminuído,  horário de utilização do veículo limitado assim como restrição de acesso a rodovias;

 

  

 

inapto temporariamente – quando o motivo da reprovação para a condução de veículo automotor na categoria pretendida for passível de tratamento ou correção. Se ficar  comprovado o  uso crônico de bebidas alcoólicas poderá,  a critério médico, ser encaminhado a Junta Médica Especial;

 

  

 

inapto – quando o motivo da reprovação para condução de veículo automotor na categoria pretendida for irreversível não havendo possibilidade de tratamento ou correção.

 

  

RESTRIÇÕES 

 

  

 

Tempo de validade do exame

 

  

 

vedado dirigir em rodovias;

 

  

 

vedado dirigir após o por do sol;

 

  

 

vedada a atividade remunerada.

 

 NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO 

AUTISMO (TRANSTORNO AUTISTA E AUTISMO ATÍPICO)  

1. TRANSTORNO AUTISTA (F 84.0) 

Preenchimento do Eixo A e B  

Eixo A - Preencher um total de seis ou mais dos seguintes itens observando-se os referenciais mínimos grifados para cada item, ou seja :

1.1.  Comprometimento qualitativo da interação social, manifestado por pelo menos dois dos seguintes aspectos:  

Ø . comprometimento acentuado no uso de múltiplos comportamentos não-verbais, tais como contato visual direto, expressão facial, posturas corporais e gestos para regular a interação social  

Ø . fracasso em desenvolver relacionamentos com seus pares apropriados ao nível de desenvolvimento  

Ø . ausência de tentativas espontâneas de compartilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoas (p.ex. não mostrar, trazer ou apontar objetos de interesse)  

Ø . ausência de reciprocidade social ou emocional 

1.2.  Comprometimento qualitativo da comunicação, manifestado por pelo menos um dos seguintes aspectos:  

Ø . atraso ou ausência total de desenvolvimento da linguagem falada ( não acompanhamento por uma tentativa de compensar por meio de modos alternativos de comunicação, tais como gestos ou mímica)  

Ø . em indivíduos com fala adequada, acentuado comprometimento da capacidade de iniciar ou manter uma conversa  

Ø . uso estereotipado e repetitivo da linguagem idiossincrática  

Ø . ausência de jogos ou brincadeiras de imitação social variados e espontâneos próprios do nível de desenvolvimento 

1.3.  Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos um dos seguintes aspectos:  

Ø . preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesse, anormais em intensidade ou foco.  

Ø . adesão aparentemente inflexível a rotinas ou rituais específicos e não funcionais 

Ø . maneirismos motores estereotipados e repetitivos (p.ex., agitar ou torcer mãos e dedos ou movimentos complexos de todo o corpo)  

Ø . preocupação persistente com partes de objetos 

Eixo B - Atrasos ou funcionamento anormal em pelo menos umas das seguintes áreas, com início antes dos três anos de idade: (1) interação social, (2) linguagem para fins de comunicação social ou (3) jogos imaginativos ou simbólicos.

2.   AUTISMO ATÍPICO (F 84.1)

No autismo atípico o desenvolvimento anormal e/ou comprometimento pode se manifestar pela primeira vez depois da idade de três anos; e/ou há anormalidades demonstráveis insuficientes em uma ou duas das três áreas de psicopatologia requeridas para o diagnóstico de autismo (a saber, interações sociais recíprocas, comunicação e comportamento restrito, estereotipado e repetitivo) a despeito de anormalidades características em outra (s) área(s).

Para o diagnóstico de Autismo Atípico, os critérios sintomatológicos são semelhantes aos do Transtorno Autista, ou seja: desenvolvimento anormal ou alterado manifestado na primeira infância nas seguintes áreas do desenvolvimento: interações sociais, comunicação e comportamento. Porém pode apresentar-se com menor grau de comprometimento e ou associado a outras condições médicas. 

2.1  é necessária a presença de pelo menos um critério sintomatológico para os itens da área do comportamento qualitativo de interação social 

2.2 comprometimento qualitativo da interação social, manifestado pelos seguintes aspectos: 

Ø comprometimento acentuado no uso de múltiplos comportamentos não-verbais, tais como contato visual direto, expressão facial, posturas corporais e gestos para regular a interação social. 

Ø fracasso em desenvolver relacionamentos com seus pares apropriados ao nível de desenvolvimento. 

Ø ausência de tentativas espontâneas de compartilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoas (p.ex. não mostrar, trazer ou apontar objetos de interesse). 

Ø ausência de reciprocidade social ou emocional. 

2.3  pode haver ausência dos critérios sintomatológicos em uma das áreas da comunicação e/ou de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades. 

2.4 o início dos sintomas pode se manifestar até os cinco anos de idade. 

Critérios Diagnósticos baseados no DSM – IV - Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais e na Classificação Internacional de Doenças (CID 10). 

LOCAL:                       .  DATA:       /          /           .

ANEXO V DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

LAUDO DE AVALIAÇÃO 

AUTISMO (TRANSTORNO AUTISTA E AUTISMO ATÍPICO) 

1. SERVIÇO MÉDICO PÚBLICO/UNIDADE DE SAÚDE PÚBLICA 

Razão Social:

 

CNPJ: 

 

Endereço:

 

Bairro:

 

Cidade :

 

CEP:

 

UF:

 

Fone:

 

 

 

 

 

 

2. IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE E DADOS COMPLEMENTARES 

Nome:

 

Data de Nascimento: //

 

CPF:

 

Identidade nº

 

Órgão Emissor:

 

UF:

 

Mãe:

 

Pai:

 

Responsável (Representante legal):

 

Endereço:

 

Bairro:

 

Cidade :

 

CEP:

 

UF:

 

Fone:

 

E-mail:

 

 

 

 

 

 

3. DEFICIÊNCIA - AUTISMO 

Atestamos, para a finalidade de concessão do benefício previstos no inciso IV do art. 6º da lei nº 6.555, de 30 de dezembro de 2004, que o requerente retroqualificado possui a deficiência abaixo assinalada: 

Transtorno autista – F.84.0 (CID-10) – observadas as instruções deste anexo. (    ) 

Autismo atípico – F.84.1 (CID-10) – observadas as instruções deste anexo. (    ) 

Descrição detalhada da deficiência:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM/CRP

 

Unidade Emissora do Laudo

 

Identificação: __________________

 

 

 

CNPJ: ________________________

 

Nome e CPF do responsável: _____________________________

 

 

 

_____________________________

 

Assinatura

 

 

 LOCAL: .  DATA: //. 

4. NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO 

AUTISMO (TRANSTORNO AUTISTA E AUTISMO ATÍPICO) 

4.1. TRANSTORNO AUTISTA (F 84.0) - Preenchimento do Eixo A e B: 

4.1.1. Eixo A - Preencher um total de seis ou mais dos seguintes itens observando-se os referenciais mínimos grifados para cada item, ou seja: 

4.1.1.1. Comprometimento qualitativo da interação social, manifestado por pelo menos dois dos seguintes aspectos:

a) comprometimento acentuado no uso de múltiplos comportamentos não-verbais, tais como contato visual direto, expressão facial, posturas corporais e gestos para regular a interação social; 

b) fracasso em desenvolver relacionamentos com seus pares apropriados ao nível de desenvolvimento; 

c) ausência de tentativas espontâneas de compartilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoas (p.ex. não mostrar, trazer ou apontar objetos de interesse); 

d)ausência de reciprocidade social ou emocional. 

4.1.1.2. Comprometimento qualitativo da comunicação, manifestado por pelo menos um dos seguintes aspectos: 

a) atraso ou ausência total de desenvolvimento da linguagem falada ( não acompanhamento por uma tentativa de compensar por meio de modos alternativos de comunicação, tais como gestos ou mímica); 

b) em indivíduos com fala adequada, acentuado comprometimento da capacidade de iniciar ou manter uma conversa; 

c) uso estereotipado e repetitivo da linguagem idiossincrática; 

d)ausência de jogos ou brincadeiras de imitação social variados e espontâneos próprios do nível de desenvolvimento. 

4.1.1.3. Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos um dos seguintes aspectos: 

a) preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesse, anormais em intensidade ou foco;

b) adesão aparentemente inflexível a rotinas ou rituais específicos e não funcionais; 

c) maneirismos motores estereotipados e repetitivos (p.ex., agitar ou torcer mãos e dedos ou movimentos complexos de todo o corpo);

d) preocupação persistente com partes de objetos. 

4.1.2. Eixo B - Atrasos ou funcionamento anormal em pelo menos umas das seguintes áreas, com início antes dos três anos de idade: 

4.1.2.1. interação social; 

4.1.2.2. linguagem para fins de comunicação social; ou

4.1.2.3. jogos imaginativos ou simbólicos. 

4.2. AUTISMO ATÍPICO (F 84.1) 

No autismo atípico o desenvolvimento anormal e/ou comprometimento pode se manifestar pela primeira vez depois da idade de três anos; e/ou há anormalidades demonstráveis insuficientes em uma ou duas das três áreas de psicopatologia requeridas para o diagnóstico de autismo (a saber, interações sociais recíprocas, comunicação e comportamento restrito, estereotipado e repetitivo) a despeito de anormalidades características em outra (s) área(s). 

Para o diagnóstico de Autismo Atípico, os critérios sintomatológicos são semelhantes aos do Transtorno Autista, ou seja: desenvolvimento anormal ou alterado manifestado na primeira infância nas seguintes áreas do desenvolvimento: interações sociais, comunicação e comportamento. Porém pode apresentar-se com menor grau de comprometimento e ou associado a outras condições médicas. 

4.2.1. é necessária a presença de pelo menos um critério sintomatológico para os itens da área do comportamento qualitativo de interação social. 

4.2.2. comprometimento qualitativo da interação social, manifestado pelos seguintes aspectos: 

a) comprometimento acentuado no uso de múltiplos comportamentos não-verbais, tais como contato visual direto, expressão facial, posturas corporais e gestos para regular a interação social; 

b) fracasso em desenvolver relacionamentos com seus pares apropriados ao nível de desenvolvimento; 

c) ausência de tentativas espontâneas de compartilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoas (p.ex. não mostrar, trazer ou apontar objetos de interesse); 

d)ausência de reciprocidade social ou emocional. 

4.2.3. Pode haver ausência dos critérios sintomatológicos em uma das áreas da comunicação e/ou de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades; e 

4.2.4.O início dos sintomas pode se manifestar até os cinco anos de idade. 

5. Observações: 

5.1. O laudo deve ser assinado pela equipe responsável pela área correspondente à deficiência, composta por, no mínimo, um médico e um psicólogo; e 

5.2. Critérios Diagnósticos baseados no DSM – IV - Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais e na Classificação Internacional de Doenças (CID 10). (NR) 

* Nova redação dada ao Anexo V pelo artigo 2º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05.

ANEXO VI DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005

ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE ECONÔMICA – ISENÇÃO DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES - IPVA. 

______________________ inscrito(a) no CPF sob nº __________________ domiciliado(a) na (rua/avenida/praça) ________________________ nº ________ (complemento) ___________ ,cep.: _________ Município ____________ UF: _____ telefone convencional/celular _________________ declara, sob as penas da lei, que possui disponibilidade financeira ou patrimonial compatível com o valor do veículo a ser adquirido e que gozará da isenção do IPVA, a que se refere a lei nº 6.555, de 30 de dezembro de 2004

O(A) declarante responsabiliza-se pela exatidão e veracidade das informações prestadas.

 _________________________________________________________________________________________

 ASSINATURA DO CONTRIBUINTE PESSOA FISICA, OU DO REPRESENTANTE LEGAL DO CONTRIBUITE PESSOA FISICA OU JURIDICA  

NOME :

 

CPF:

 LOCAL:                           . DATA:        /              /           . 

ANEXO VII DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005

ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

CERTIDÃO DE NÃO-INCIDÊNCIA DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES - IPVA. 

CERTIDÃO Nº: 

DADOS DO VEÍCULO: 

IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: 

CERTIFICO QUE O VEÍCULO IDENTIFICADO ACIMA, DE PROPRIEDADE DO CONTRIBUINTE SUPRA DISCRIMINADO, ESTÁ IMUNE DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES - IPVA, CONFORME A LEI Nº 6555 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004. 

MOTIVO:

INÍCIO DA VIGÊNCIA:       /            /                                  FIM DA VIGÊNCIA:      /           /         .

PLACA:               MUNICÍPIO:                        CRLV:                                 CHASSI:

NOME:                                                                                      CNPJ/CPF:

ENDEREÇO (RUA, AVE, PRAÇA, Nº; COMPLEMENTO):

CEP:                  MUNICÍPIO:                       UF:                           TELEFONE:

LOCAL:                                                          .DATA:     /          /                . 

______________________________

                  ASSINATURA 

NOME:

MATRÍCULA:

 ANEXO VIII DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS 

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

CERTIDÃO DE ISENÇÃO DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES - IPVA. 

CERTIDÃO Nº 

DADOS DO VEÍCULO: 

IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE:  

CERTIFICO QUE O VEÍCULO IDENTIFICADO ACIMA, DE PROPRIEDADE DO CONTRIBUINTE SUPRA DISCRIMINADO, ESTÁ ISENTO DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES - IPVA, CONFORME A LEI nº 6.555/04 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004.

MOTIVO:

 

INÍCIO DA VIGÊNCIA:       /            /                                  FIM DA VIGÊNCIA:      /           /         .

INDETERMINADA

PLACA:               MUNICÍPIO:                        CRLV:                                 CHASSI:

NOME:                                                                                      CNPJ/CPF:

ENDEREÇO (RUA, AVE, PRAÇA, Nº; COMPLEMENTO):

CEP:                  MUNICÍPIO:                       UF:                           TELEFONE:

LOCAL:                                                          .DATA:     /          /                . 

______________________________

                  ASSINATURA 

NOME:

MATRÍCULA: 

ANEXO IX DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS 

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA  

DECLARAÇÃO PARA FINS DE REGISTRO, RENOVAÇÃO OU LICENCIAMENTO DE VEÍCULO AUTOMOTOR 

Declaro, para fins de registro inicial, renovação ou licenciamento do veículo abaixo identificado, que foi protocolado nesta Secretaria Executiva de Fazenda, conforme Processo SF nº _______________, pedido de reconhecimento de imunidade            ou concessão de isenção           , não havendo até a presente data julgamento do referido pedido, aplicando-se, portanto, o disposto no art. 19 da Instrução Normativa SF Nº __________ /2005.

DADOS DO VEÍCULO:

PLACA:               MUNICÍPIO:                        CRLV:                                 CHASSI:

NOME:                                                                                      CNPJ/CPF:

ENDEREÇO (RUA, AVE, PRAÇA, Nº; COMPLEMENTO):

CEP:                  MUNICÍPIO:                       UF:                           TELEFONE: 

______________________________

                  ASSINATURA

NOME:

MATRÍCULA: 

LOCAL:                                                          .DATA:     /          /                . 

ANEXO X DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005

ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA  

AUTO DE LANÇAMENTO 

 

ESTADO DE ALAGOAS

 

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA

 

SECRETARIA ADJUNTA DA RECEITA ESTADUAL

 

Auto de Lançamento – IPVA

 

 

 

 

 

Número

 

Notificação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Identificação do Sujeito Passivo

 

Proprietário

 

CPF/CNPJ

 

 

 

 

 

Endereço

 

 

 

Identificação do Veículo

 

Cód. Renavam

 

Placa

 

Marca/Modelo

 

Ano/Fabricação

 

Ano/Modelo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chassis

 

Combustível

 

Fabricação

 

Cor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tipo

 

Espécie

 

Categoria

 

 

 

 

 

 

 

Demonstrativo do Cálculo do Imposto

 

Base de Cálculo

 

Percentual de alíquota

 

Valor do IPVA

 

Exercício

 

Data do Vencimento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Intimação

 

Fica o sujeito passivo intimado a:

 

1 - Pagar o imposto lançado dentro do(s) prazo(s) previsto(s) na legislação tributária, por meio de documento de arrecadação próprio; ou

 

2 - Impugnar, em repartição da Secretaria Executiva de Fazenda, o valor da base de cálculo do IPVA, mediante fundamentação, no prazo de até 15 (quinze) dias, contados:

 

a) da data da entrega ou do recebimento deste auto de lançamento em seu domicílio fiscal;

 

b) da data em que for devolvido o comprovante de entrega ou recebimento ao órgão fazendário, na ausência de aposição da data no referido comprovante; ou

 

c) quando a intimação for devolvida por desatualização do domicilio fiscal do contribuinte ou responsável;

 

OBSERVAÇÃO: será dispensada a análise dos pedidos de impugnação apresentados fora do prazo ou em desacordo com o disposto na legislação tributária.

 

Base Legal do Auto de Lançamento

 

Art. 12, § 1º, I; § 2º, I e § 3º, I da LEI Nº 6.555, de 30 de dezembro de 2004

 

Base Legal do Fato Gerador

 

Art. 3º da LEI Nº 6.555, de 30 de dezembro de 2004

 

Informações Complementares

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 ANEXO XI DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

NOTIFICAÇÃO DE DÉBITO 

EXPEDIENTE PARA NOTIFICAÇÃO DE DÉBITO Nº   

01 DADOS DO SUJEITO PASSIVO:  

NOME/RAZÃO SOCIAL: 

CPF/CNPJ:                                       INSCRIÇÃO ESTADUAL: 

ENDEREÇO (RUA, AVE, PRAÇA, Nº; COMPLEMENTO)

MUNICÍPIO:                                     UF:                                         CEP: 

02 DADOS DO VEÍCULO: 

PLACA:                      MUNICÍPIO:                         UF:                 CÓDIGO RENAVAM:

CRV:                           CRLV:                                    CHASSI:         MARCA/MODELO:     

TIPO:                          ANO DE FABRICAÇÃO:                              CATEGORIA: 

ESPÉCIE:                  COR:                                      COMBUSTÍVEL: 

03 DISPOSITIVOS LEGAIS INFRIGIDOS:____________________________________________ 

PENALIDADE APLICADA : Inciso ____ do art. 39 da Lei 6.555 de 30 de dezembro de 2004. 

04 DÉBITO NÃO RECOLHIDO:        

EXERCÍCIO(S) DE REFERÊNCIA:                         MÊS PARA PAGAMENTO  

BASE DE CÁLCULO:                                                           ALÍQUOTA: 

MONTANTE DO IMPOSTO DEVIDO: 

05 RETIFICAÇÃO DO DÉBITO:       

BASE DE CÁLCULO:                                                           ALÍQUOTA: 

MONTANTE DO IMPOSTO DEVIDO: 

MONTANTE DA MULTA:

MONTANTE DOS JUROS DE MORA:

MONTANTE DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA: 

TOTAL DO DÉBITO: 

06 PARA USO DA REPARTIÇÃO FAZENDÁRIA  

RECEBIDO EM: Maceió,_____de_________de_____ 

________________________       ___________ 

ASSINATURA DO SERVIDOR      MATRÍCULA 

PROCESSADA EM: Maceió,_____de_________de_____

________________________       ___________ 

ASSINATURA DO SERVIDOR      MATRÍCULA. 

07 TERMO INICIAL PARA CÁLCULO DE JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA  

ANO    MÊS    V. ORIGINÁRIO         ANO    MÊS    V. ORIGINÁRIO          

08 LANÇAMENTO EM DÍVIDA ATIVA 

Maceió,_____de__________de_____           PROC. PGE Nº

NOME DA AUTORIDADE FISCAL: _____________________       MAT:.___________

_________________________________

ASSINATURA DA AUTORIDADE FISCAL 

* Anexo XI revogado pelo artigo 4º da Instrução Normativa GSEF 41/05. 

ANEXO XII DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

NOTIFICAÇÃO DE DÉBITO

NOTIFICAÇÃO DE DÉBITO Nº:___________ 

RELATIVA AO AUTO DE LANÇAMENTO Nº:____________, EMITIDO EM _____/___________/______.  

Com fulcro no inciso II, do § 1º, do art. 12, e no inciso I, do Parágrafo único do art. 14, da Lei Nº 6.555, de 30 de dezembro de 2004, fica(m) o(s) contribuinte(s) abaixo indicado(s) intimado(s) para, no prazo de 30 (trinta) dias, efetuar(em) ou iniciar(em) o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA – devido, com os acréscimos relativos ao pagamento espontâneo, ou comprovar(em) a quitação do(s) débito(s) respectivo(s), ou ainda, solicitar, mediante a apresentação de elementos comprobatórios, a retificação de dados, inclusive relativos à propriedade, marca, modelo e ano de fabricação do veículo, sem o que será(ão) o(s) débito(s) imediatamente inscrito(s) na Dívida Ativa do Estado, sem prejuízo da posterior apuração de quaisquer irregularidades em ação fiscal própria. 

DADOS DO SUJEITO PASSIVO: 

NOME/RAZÃO SOCIAL: 

CPF/CNPJ:                                       INSCRIÇÃO ESTADUAL:

 ENDEREÇO (RUA, AVE, PRAÇA, Nº; COMPLEMENTO) 

MUNICÍPIO:                                     UF:                                         CEP: 

DADOS DO VEÍCULO: 

PLACA:                      MUNICÍPIO:                         UF:                 CÓDIGO RENAVAM:

CRV:                           CRLV:                                     CHASSI:         MARCA/MODELO: 

TIPO:                          ANO DE FABRICAÇÃO:                              CATEGORIA: 

ESPÉCIE:                  COR:                                      COMBUSTÍVEL: 

DISPOSITIVOS LEGAIS INFRIGIDOS:____________________________________________ 

PENALIDADE APLICADA : Inciso ____ do art. 39 da Lei 6.555 de 30 de dezembro de 2004. 

DEMONSTRATIVO DO DÉBITO:

EXERCÍCIO(S) DE REFERÊNCIA:                         MÊS DE PAGAMENTO  

BASE DE CÁLCULO:                                                           ALÍQUOTA: 

MONTANTE DO IMPOSTO DEVIDO: 

MONTANTE DA MULTA: 

MONTANTE DOS JUROS DE MORA: 

MONTANTE DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA: 

TOTAL DO DÉBITO: 

Maceió, em ______de_________de_____ 

NOME DA AUTORIDADE FISCAL: _____________________       MAT:.___________ 

_________________________________

ASSINATURA DA AUTORIDADE FISCAL 

ANEXO XII DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

* Nova redação dada ao Anexo XII pelo artigo 2º da Instrução Normativa GSEF 41/05. 

ANEXO XIII DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS 

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

LAUDO DE AVALIAÇÃO 

DEFICIÊNCIA VISUAL

1. SERVIÇO MÉDICO PÚBLICO/UNIDADE DE SAÚDE PÚBLICA 

Razão Social:

 

CNPJ:

 

Endereço:

 

Bairro:

 

Cidade :

 

CEP:

 

UF:

 

Fone:

 

 

 

 

 

 

2. IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE E DADOS COMPLEMENTARES 

Nome:

 

Data de Nascimento: //

 

CPF:

 

Identidade nº

 

Órgão Emissor:

 

UF:

 

Mãe:

 

Pai:

 

Responsável (Representante legal):

 

Endereço:

 

Bairro:

 

Cidade :

 

CEP:

 

UF:

 

Fone:

 

E-mail:

 

 

 

 

 

 

3. DEFICIÊNCIA VISUAL 

Atestamos, para a finalidade de concessão do benefício previstos no inciso IV do art. 6º da lei nº  6.555, de 30 de dezembro de 2004, que o requerente retroqualificado possui a deficiência visual de acordo com a definição deste anexo, conforme a alínea b do inciso IV do art. 3º da Instrução Normativa GSEF nº 07/2005: 

Descrição detalhada da deficiência:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assinatura

 

Carimbo e Registro no CRM

 

Unidade Emissora do Laudo

 

Identificação: __________________

 

 

 

CNPJ: ________________________

 

Nome e CPF do responsável: _____________________________

 

 

 

_____________________________

 

Assinatura

 

LOCAL: .  DATA: //. 

4. NORMAS E REQUISITOS PARA EMISSÃO DOS LAUDOS DE AVALIAÇÃO 

DEFICIÊNCIA VISUAL 

DEFINIÇÃO: 

Deficiência visual –cegueira, na qual a acuidade visual igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60º; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores, de acordo com o Decreto Federal nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, (Redação dada pelo Decreto Federal nº 5.296, de 2004), com a Portaria Interministerial nº 2 do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da Republica, de 21 de novembro de 2003, e com a CID-10. 

5. Observação: a deficiência deve ser atestada pela equipe responsável pela área correspondente à deficiência, composta por, no mínimo, dois médicos. (AC)

* Anexo XIII acrescentado pelo artigo 4º da Instrução Normativa GSEF nº 17/05. 

ANEXO XIV DA INSTRUÇÃO NORMATIVA GSEF Nº. 07/2005 

ESTADO DE ALAGOAS 

SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA 

IDENTIFICAÇÃO DOS CONDUTORES AUTORIZADOS

 

-Nos casos de deficiência visual, mental (severa ou profunda) ou autista-

 

1. IDENTIFICAÇÃO DO CONDUTOR -I 

NOME

 

 

 

CNH Nº

 

 

 

CPF Nº

 

 

 

IDENTIDADE Nº

 

 

 

ÓRGÃO EMISSOR

 

 

 

UF

 

 

 

 

 

 

 

 

ENDEREÇO  

RUA, AVENIDA, PRAÇA, ETC

 

 

 

NÚMERO

 

 

 

ANDAR, SALA, ETC

 

 

 

BAIRRO / DISTRITO

 

 

 

MUNICÍPIO

 

 

 

UF

 

 

 

CEP

 

 

 

TELEFONE

 

 

 

E-MAIL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. IDENTIFICAÇÃO DO CONDUTOR -II 

NOME

 

 

 

CNH Nº

 

 

 

CPF Nº

 

 

 

IDENTIDADE Nº

 

 

 

ÓRGÃO EMISSOR

 

 

 

UF

 

 

 

 

 

 

 

 

ENDEREÇO 

RUA, AVENIDA, PRAÇA, ETC

 

 

 

NÚMERO

 

 

 

ANDAR, SALA, ETC

 

 

 

BAIRRO / DISTRITO

 

 

 

MUNICÍPIO

 

 

 

UF

 

 

 

CEP

 

 

 

TELEFONE

 

 

 

E-MAIL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3. DECLARAÇÃO

DECLARAM O REQUERENTE OU SEU REPRESENTANTE LEGAL, E O(S) CONDUTORE(S) AUTORIZADO(S) SEREM AUTÊNTICAS E VERDADEIRAS AS INFORMAÇÕES PRESTADAS. 

Identificação

 

Assinatura

 

Requerente/Representante Legal:

 

 

 

Condutor Autorizado:

 

 

 

Condutor Autorizado:

 

 

 

4. AUTORIZAÇÃO: 

Autoridade Competente:

 

Nome: ________________________

 

 

 

Matrícula: ____________

 

 

 

Data: _____________

 

 

 

Carimbo e assinatura:

 

 5. OBSERVAÇÕES: 

5.1. Uma cópia desta autorização, chancelada, conforme § 12, do art. 3º, da Instrução Normativa GSEF nº 07/2005, deverá estar obrigatoriamente com o condutor autorizado, quando este dirigir o veículo automotor; 

5.2. ANEXAR: CÓPIA DA CARTEIRA DE IDENTIDADE, CNH E CPF DO(S) CONDUTOR(ES) AUTORIZADO(S). “(AC) 

* Anexo XIV acrescentado pelo artigo 4º daInstrução Normativa GSEF nº 17/05.